Comunidade do Cazanga quer desassoreamento da lagoa

Ndalatando – Pescadores do município do Cambambe ( Cuanza Norte), solicitaram às autoridades locais o desassoreamento da lagoa da Cazanga e do canal de água, para potenciar a actividade piscatória.

Em declarações à Angop, Dias António, coordenador da comunidade piscatória da Cazenga, explicou que a região regista fracas quedas pluviométricas, facto que inviabiliza o aumento do nível de água na lagoa, reassaltando a manutenção do canal que interliga a lagoa ao rio Lucala, a partir da comunidade de Camôngua.

A comunidade, informou, tem beneficiado de ajuda para potenciar a actividade piscatória, no âmbito do projecto de Apoio à Pesca Artesanal e Aquicultura (AFAP), mas os resultados alcançados ainda estão a quem das expectativas devido ao baixo nível do caudal da lagoa.

A lagoa da Cazanga, situada a 21 quilómetros da cidade do Dondo, sede do município de Cambambe, tem uma superfície de dois quilómetros quadrados. Em tempo de cheias pode atingir 12 metros de profundidade. Nela predominam cacusso e bagre.

Questionado sobre o assunto, o administrador de Cambambe, Adão António Malungo,  garantiu que a administração municipal dispõe de meios técnicos para a limpeza do canal.

Sem precisar a data do início dos trabalhos, informou que a Administração vai efectuar um estudo técnico para que se possa intervir no trajecto.

Desde 2017, o  Ministério da Agricultura, em parceria com o Fundo das Naçoes Unidas para o Desenvolvimento Agrícola  (FIDA), tem apoiado a comunidade da Cazanga, com a formação dos membros da cooperativa de pesca em matéria de gestão pesqueira, alfabetização e nutrição, à luz do programa governamental de fomento da cadeia produtiva, para a redução da fome, da pobreza e para a melhoria da dieta alimentar.

A comunidade tem cerca de 600 habitantes,  67 dos quais dedicam-se predominamente à pesca e à agricultura  de subsistência.

Este ano foram capturados 273 mil quilogramas de pescado, para consumo e comercialização.

Em declarações à Angop, Dias António, coordenador da comunidade piscatória da Cazenga, explicou que a região regista fracas quedas pluviométricas, facto que inviabiliza o aumento do nível de água na lagoa, reassaltando a manutenção do canal que interliga a lagoa ao rio Lucala, a partir da comunidade de Camôngua.

A comunidade, informou, tem beneficiado de ajuda para potenciar a actividade piscatória, no âmbito do projecto de Apoio à Pesca Artesanal e Aquicultura (AFAP), mas os resultados alcançados ainda estão a quem das expectativas devido ao baixo nível do caudal da lagoa.

A lagoa da Cazanga, situada a 21 quilómetros da cidade do Dondo, sede do município de Cambambe, tem uma superfície de dois quilómetros quadrados. Em tempo de cheias pode atingir 12 metros de profundidade. Nela predominam cacusso e bagre.

Questionado sobre o assunto, o administrador de Cambambe, Adão António Malungo,  garantiu que a administração municipal dispõe de meios técnicos para a limpeza do canal.

Sem precisar a data do início dos trabalhos, informou que a Administração vai efectuar um estudo técnico para que se possa intervir no trajecto.

Desde 2017, o  Ministério da Agricultura, em parceria com o Fundo das Naçoes Unidas para o Desenvolvimento Agrícola  (FIDA), tem apoiado a comunidade da Cazanga, com a formação dos membros da cooperativa de pesca em matéria de gestão pesqueira, alfabetização e nutrição, à luz do programa governamental de fomento da cadeia produtiva, para a redução da fome, da pobreza e para a melhoria da dieta alimentar.

A comunidade tem cerca de 600 habitantes,  67 dos quais dedicam-se predominamente à pesca e à agricultura  de subsistência.

Este ano foram capturados 273 mil quilogramas de pescado, para consumo e comercialização.