Cambambe regista carência de gás butano há mais de um mês

  • Escassez de gás leva cidadãos a percorrer longas distâncias
Dondo - O município de Cambambe, na província do Cuanza,Norte, está sem gás butano há mais de um mês, devido a problemas de transporte da parte dos agentes grossistas, informou hoje o director do Gabinete de Desenvolvimento Económico Integrado da Administração Municipal, Palucho Neto.

Em declarações à Angop, hoje, no Dondo, o responsável disse que em finais do mês de Maio os agentes económicos queixaram-se de incumprimento contratual pela Sonangol Distribuidora, respeitante à entrega ao domicílio, facto que os obriga a fazer recursos a viaturas fretadas.

Face à alta de preços praticados pelos fretadores para o transporte do gás de Luanda ao Dondo (sede do município), os agentes foram obrigados a elevar o preço da botija laranja de 12 kg, de 1500 kwanzas, para 2000 mil, enquanto as garrafas de cor azul e verde,  com o mesmo quilo, passaram de 2000 mil para 2. 500 kwanzas.

A decisão, segundo a fonte, foi considerada injusta, pelo facto do gás de cozinha constar da lista dos produtos de preços fixos, vigiados, à luz do Decreto Presidencial número 256/ 20, de 30 de Outubro, razão pela qual oito agências foram encerradas pela Polícia Nacional, na semana finda, ao considerar haver actos de especulação.

Disse que  a administração municipal vai  efectuar diligências junto da Sonangol Distribuidora para  resolver esta situação, que está a criar transtornos à população.

“Estou há 16 dias a procura de gás na cidade do Dondo”, disse Catarina Borges Gomes, munícipe interpelada a propósito da falta de gás que se regista na região.

Para ultrapassar a situação, Catarina Borges Gomes contou que teve que encomendar uma botija a taxistas que fazem o trajecto Dondo- Nadalatando, com um custo adicional de 700 kwanzas.

Por sua vez, a cidadã Manuela Simões contou que adquiriu gás na província de Luanda,  pagando a um taxista 1. 200 kwanzas, pelo transporte da  botija.

 

 

Em declarações à Angop, hoje, no Dondo, o responsável disse que em finais do mês de Maio os agentes económicos queixaram-se de incumprimento contratual pela Sonangol Distribuidora, respeitante à entrega ao domicílio, facto que os obriga a fazer recursos a viaturas fretadas.

Face à alta de preços praticados pelos fretadores para o transporte do gás de Luanda ao Dondo (sede do município), os agentes foram obrigados a elevar o preço da botija laranja de 12 kg, de 1500 kwanzas, para 2000 mil, enquanto as garrafas de cor azul e verde,  com o mesmo quilo, passaram de 2000 mil para 2. 500 kwanzas.

A decisão, segundo a fonte, foi considerada injusta, pelo facto do gás de cozinha constar da lista dos produtos de preços fixos, vigiados, à luz do Decreto Presidencial número 256/ 20, de 30 de Outubro, razão pela qual oito agências foram encerradas pela Polícia Nacional, na semana finda, ao considerar haver actos de especulação.

Disse que  a administração municipal vai  efectuar diligências junto da Sonangol Distribuidora para  resolver esta situação, que está a criar transtornos à população.

“Estou há 16 dias a procura de gás na cidade do Dondo”, disse Catarina Borges Gomes, munícipe interpelada a propósito da falta de gás que se regista na região.

Para ultrapassar a situação, Catarina Borges Gomes contou que teve que encomendar uma botija a taxistas que fazem o trajecto Dondo- Nadalatando, com um custo adicional de 700 kwanzas.

Por sua vez, a cidadã Manuela Simões contou que adquiriu gás na província de Luanda,  pagando a um taxista 1. 200 kwanzas, pelo transporte da  botija.