Jovens recebem kits profissionais para auto-emprego

  • Auto-emprego juvenil é uma saída para a redução do desemprego no País (Arquivo)
Ndalatando - Dezanove jovens do município de Cazengo, sede da província do Cuanza Norte, beneficiaram-se hoje com diversos kits profissionais, no âmbito do programa do Governo de fomento do auto-emprego, inserido no Plano de Acção para Promoção da Empregabilidade (PAPE).

Entre os meios entregues aos jovens, seleccionados no âmbito de uma plataforma on-line disponível no Centro de Emprego local, constam kits de agricultura, serralharia, corte e costura, pastelaria, pedreira e outros.

Em declarações à imprensa, o responsável provincial do Instituto de Formação Profissional (Inefop), João António Gaspar, disse que a acção representa a segunda fase do processo de distribuição de kits a jovens empreendedores, à luz do Programa do Governo de Fomento da Empregabilidade. Na primeira fase foram contemplados 72 jovens.

Gaspar Quintas informou que os kits,  distribuídos aos jovens a título de crédito,  deverão ser pagos num período de dois anos, contando com seis meses de carência.

Esclareceu que, entre os meios distribuídos, o kit de agricultura que compreende meios de preparação de terras, moto-bomba e outros, é o mais dispendioso com um valor de 1,5 milhão de kwanzas, enquanto o kit de cabeleireiro no valor de 134 mil kwanzas,  tem o custo mais baixo.

De acordo com o responsável,  o processo será alargado a jovens empreendedores dos demais municípios da província, visando a concretização do programa do governo de fomento da empregabilidade.

O  jovem Franklim Damião, beneficiário de um kit de serralheiro, agradeceu a iniciativa do Governo e disse dispor agora de condições para de promover o  fomento do auto-emprego e ajudar outros jovens desprovidos de fonte de renda própria.

Já a jovem Marlene Mateus, contemplada com um kit de pastelaria, após terminar recentemente o curso, considera ser uma oportunidade para a promoção da renda própria e formar outras jovens interessadas no  ofício.

Implementado a luz do Decreto Presidencial 113/19, o PAPE constitui um programa do Governo virado ao aumento dos níveis de empregabilidade, como mecanismo de combate á pobreza e exclusão social, constante do compromisso de criação de cerca de 500 mil postos de trabalho até 2022.

   nnn

Entre os meios entregues aos jovens, seleccionados no âmbito de uma plataforma on-line disponível no Centro de Emprego local, constam kits de agricultura, serralharia, corte e costura, pastelaria, pedreira e outros.

Em declarações à imprensa, o responsável provincial do Instituto de Formação Profissional (Inefop), João António Gaspar, disse que a acção representa a segunda fase do processo de distribuição de kits a jovens empreendedores, à luz do Programa do Governo de Fomento da Empregabilidade. Na primeira fase foram contemplados 72 jovens.

Gaspar Quintas informou que os kits,  distribuídos aos jovens a título de crédito,  deverão ser pagos num período de dois anos, contando com seis meses de carência.

Esclareceu que, entre os meios distribuídos, o kit de agricultura que compreende meios de preparação de terras, moto-bomba e outros, é o mais dispendioso com um valor de 1,5 milhão de kwanzas, enquanto o kit de cabeleireiro no valor de 134 mil kwanzas,  tem o custo mais baixo.

De acordo com o responsável,  o processo será alargado a jovens empreendedores dos demais municípios da província, visando a concretização do programa do governo de fomento da empregabilidade.

O  jovem Franklim Damião, beneficiário de um kit de serralheiro, agradeceu a iniciativa do Governo e disse dispor agora de condições para de promover o  fomento do auto-emprego e ajudar outros jovens desprovidos de fonte de renda própria.

Já a jovem Marlene Mateus, contemplada com um kit de pastelaria, após terminar recentemente o curso, considera ser uma oportunidade para a promoção da renda própria e formar outras jovens interessadas no  ofício.

Implementado a luz do Decreto Presidencial 113/19, o PAPE constitui um programa do Governo virado ao aumento dos níveis de empregabilidade, como mecanismo de combate á pobreza e exclusão social, constante do compromisso de criação de cerca de 500 mil postos de trabalho até 2022.

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