Falta de energia deixa inoperante laboratórios do Kilombo

  • Cuanza Norte: Centro Histórico e Hortobótanico do Kilombo  na cidade de Ndalatando
Ndalatando – Dois laboratórios da Estação Experimental Agrícola do Kilombo, em Ndalatando, província do Cuanza Norte, estão inoperantes, por falta de energia eléctrica da rede pública.

Trata-se dos laboratórios de Fitopatologia para estudar os microrganismos que causam anomalias no desenvolvimento das culturas e o de Análise de Plantas, para observar as características básicas e químicas das mesmas.

Segundo o director do Centro, Célcio Luamba, se estes laboratórios estivessem a funcionar muitos dos problemas por que passam os camponeses em consequência das pragas seriam resolvidos.

Além do apoio técnico aos camponeses, considerou que os laboratórios seriam uma fonte de receitas públicas, resultantes de trabalhos de investigação científica.

Lamentou o facto de os laboratórios com todas as condições necessárias para funcionar, estarem inoperantes por falta de energia eléctrica.

A estação funciona actualmente com energia alternativa de geradores, sem capacidade para pôr os laboratórios a funcionar.

Célcio Luamba disse que objectivo da direcção é tornar a estação numa instituição de referência a nível do pais e  mundial.

A direcção pretende também devolver o que foi o horto botânico do Kilombo para o sector turístico e da investigação, porque anteriormente foi uma zona que atraia muitos turistas.

Disse que a falta de energia tem sido uma das principais preocupações da direcção e causa de vandalização da  estação.

Os actos de vandalização, informou, fazem com grande parte dos ensaios da instituição fiquem sem resultados, porque muito antes da época prevista a população recolhe os produtos para alimentação.

Em relação ao apoio aos agricultores, disse que a estação tem respondido alguns pedidos , mas não no nível desejado.

O centro precisa que os camponeses estejam satisfeitos com os seus serviços, mas a instituição tem do muitas dificuldades para dar resposta às solicitações da população.

Actualmente, informou, a instituição tem trabalhado no apoio técnico aos camponeses, distribuição de algum material e em questões ambientais.

 

Trata-se dos laboratórios de Fitopatologia para estudar os microrganismos que causam anomalias no desenvolvimento das culturas e o de Análise de Plantas, para observar as características básicas e químicas das mesmas.

Segundo o director do Centro, Célcio Luamba, se estes laboratórios estivessem a funcionar muitos dos problemas por que passam os camponeses em consequência das pragas seriam resolvidos.

Além do apoio técnico aos camponeses, considerou que os laboratórios seriam uma fonte de receitas públicas, resultantes de trabalhos de investigação científica.

Lamentou o facto de os laboratórios com todas as condições necessárias para funcionar, estarem inoperantes por falta de energia eléctrica.

A estação funciona actualmente com energia alternativa de geradores, sem capacidade para pôr os laboratórios a funcionar.

Célcio Luamba disse que objectivo da direcção é tornar a estação numa instituição de referência a nível do pais e  mundial.

A direcção pretende também devolver o que foi o horto botânico do Kilombo para o sector turístico e da investigação, porque anteriormente foi uma zona que atraia muitos turistas.

Disse que a falta de energia tem sido uma das principais preocupações da direcção e causa de vandalização da  estação.

Os actos de vandalização, informou, fazem com grande parte dos ensaios da instituição fiquem sem resultados, porque muito antes da época prevista a população recolhe os produtos para alimentação.

Em relação ao apoio aos agricultores, disse que a estação tem respondido alguns pedidos , mas não no nível desejado.

O centro precisa que os camponeses estejam satisfeitos com os seus serviços, mas a instituição tem do muitas dificuldades para dar resposta às solicitações da população.

Actualmente, informou, a instituição tem trabalhado no apoio técnico aos camponeses, distribuição de algum material e em questões ambientais.