Executivo defende maior investigação para fomento da agricultura

  • Agricultura, uma das prioridades do Prodesi
Luanda - O secretario de Estado para a Agricultura e Agropecuária, João Bartolomeu da Cunha, defendeu, segunda-feira, no Cuanza Norte, maior aposta na investigação agronómica, para se aumentar a produção agrícola no país, sobretudo no actual contexto de alterações climáticas.

Ao intervir no Conselho Científico do Instituto de Investigação Agronómica (IIA), iniciado hoje, segunda-feira, considerou insuficiente a pesquisa agrária em Angola, agravado com o prolongamento da estiagem, e associada ao baixo nível tecnológico dos produtores.

Entretanto, o secretário de Estado recomendou maior envolvimento dos investigadores do sector na pesquisa e desenvolvimento de sementes e plantas com qualidades e resistentes às alterações climáticas, para o desenvolvimento da agricultura nas províncias com potencial.

Para tal, João Bartolomeu da Cunha considerou imprescindível a melhoria das capacidades de investigação, através da criação de ambiente tecnológico favorável à realização de pesquisas científicas, apoiada em parceria entre instituições, incluindo as do ensino agrário médio e superior.

Realçou o facto de o referido Conselho coincidir com a fase de arranque do Projecto de Aumento de Produtividade da África Austral (APPSA), no país, como uma oportunidade de adequação do funcionamento da instituição, incitando um ambiente tecnológico para a pesquisa científica.

Angola manifestou o interesse em fazer parte da APPSA, estabelecendo o seu Centro Regional de Liderança (CRL) e elegeu o cultivo da mandioca como produto de excelência, devido ao seu potencial e à importância em termos de produção, área cultivada e contribuição para a segurança alimentar e nutricional.

O CRL está a ser implementado em Malanje pelo Ministério da Agricultura e Pescas, através do referido Instituto, por um período de seis anos, e terá laboratórios, estufas climatizadas para a reprodução de variedades melhoradas de mandioca, que serão disseminadas a nível do país e da região austral.

Criado em 1961, o IIA tem como objectivo a produção de conhecimentos científicos no domínio da investigação agronómica, incluído o estudo dos solos e clima, a criação, introdução e adaptação de variedades de plantas mais produtivas e de maior qualidade.

Visa igualmente a adequação e criação de metodologias apropriadas para a condução de tais estudos, entre outros.

Tutelado pelo Ministério da Agricultura e Pescas, o Instituto de Investigação Agronómica conta com estações experimentais agrícola no Cuanza Norte, Benguela, Cabinda, Cuanza Sul, Huíla, Luanda, Malanje, Namíbe e Uíge, possuindo, cada uma delas, uma zona agro-ecológica.

Conselho Científico

O evento, com a duração de três dias, decorre na Estação Experimental Agrícola do Kilombo, em Ndalatando, e está a ser orientado pelo director geral do Instituto de Investigação Agronómica, João Ferreira da Costas Neto. Nele, participam técnicos da instituição, das 18 províncias do país.

O mesmo visa analisar a melhoria da qualidade da pesquisa agrária no país, pelo que os “conferencistas” deverão abordar temas relacionados com o "Programa de Produtividade Agrícola para a África Austral (APPSA)” e "estruturação do centro regional da mandioca".

Constam ainda dos temas em abordagem, “O plano estratégico do Centro de Demonstrações e de Transferência de Mazozo”, subprograma de investigação agronómica, entre outros.

 

Ao intervir no Conselho Científico do Instituto de Investigação Agronómica (IIA), iniciado hoje, segunda-feira, considerou insuficiente a pesquisa agrária em Angola, agravado com o prolongamento da estiagem, e associada ao baixo nível tecnológico dos produtores.

Entretanto, o secretário de Estado recomendou maior envolvimento dos investigadores do sector na pesquisa e desenvolvimento de sementes e plantas com qualidades e resistentes às alterações climáticas, para o desenvolvimento da agricultura nas províncias com potencial.

Para tal, João Bartolomeu da Cunha considerou imprescindível a melhoria das capacidades de investigação, através da criação de ambiente tecnológico favorável à realização de pesquisas científicas, apoiada em parceria entre instituições, incluindo as do ensino agrário médio e superior.

Realçou o facto de o referido Conselho coincidir com a fase de arranque do Projecto de Aumento de Produtividade da África Austral (APPSA), no país, como uma oportunidade de adequação do funcionamento da instituição, incitando um ambiente tecnológico para a pesquisa científica.

Angola manifestou o interesse em fazer parte da APPSA, estabelecendo o seu Centro Regional de Liderança (CRL) e elegeu o cultivo da mandioca como produto de excelência, devido ao seu potencial e à importância em termos de produção, área cultivada e contribuição para a segurança alimentar e nutricional.

O CRL está a ser implementado em Malanje pelo Ministério da Agricultura e Pescas, através do referido Instituto, por um período de seis anos, e terá laboratórios, estufas climatizadas para a reprodução de variedades melhoradas de mandioca, que serão disseminadas a nível do país e da região austral.

Criado em 1961, o IIA tem como objectivo a produção de conhecimentos científicos no domínio da investigação agronómica, incluído o estudo dos solos e clima, a criação, introdução e adaptação de variedades de plantas mais produtivas e de maior qualidade.

Visa igualmente a adequação e criação de metodologias apropriadas para a condução de tais estudos, entre outros.

Tutelado pelo Ministério da Agricultura e Pescas, o Instituto de Investigação Agronómica conta com estações experimentais agrícola no Cuanza Norte, Benguela, Cabinda, Cuanza Sul, Huíla, Luanda, Malanje, Namíbe e Uíge, possuindo, cada uma delas, uma zona agro-ecológica.

Conselho Científico

O evento, com a duração de três dias, decorre na Estação Experimental Agrícola do Kilombo, em Ndalatando, e está a ser orientado pelo director geral do Instituto de Investigação Agronómica, João Ferreira da Costas Neto. Nele, participam técnicos da instituição, das 18 províncias do país.

O mesmo visa analisar a melhoria da qualidade da pesquisa agrária no país, pelo que os “conferencistas” deverão abordar temas relacionados com o "Programa de Produtividade Agrícola para a África Austral (APPSA)” e "estruturação do centro regional da mandioca".

Constam ainda dos temas em abordagem, “O plano estratégico do Centro de Demonstrações e de Transferência de Mazozo”, subprograma de investigação agronómica, entre outros.