Cuanza Norte: Inicia capacitação de criadores sobre técnicas de criação de gado bovino

Camabatela - Vinte e quatro das 250 famílias contempladas pelo projecto de “bonivicultura familiar” no planalto de Camabatela, começaram a receber treinamento sobre novas técnicas de tratamento e criação de gado bovino, na localidade de Cole, comuna do Bindo, município de Ambaca, província do Cuanza Norte.

A informação foi prestada quarta-feira pelo responsável do Gabinete de Desenvolvimento do Planalto de Camabatela, Julião Afonso, adiantando que o projecto iniciado em Maio deste ano é uma iniciativa do Ministério da Agricultura e Pescas.

O projecto contempla a distribuição de duas mil cabeças de gado, proveniente da República do Tchad, às famílias abrangidas.

Esclareceu que, numa primeira fase, foram contempladas 88 famílias com 880 animais.

Nessa fase, foram abrangidas 24 famílias, na aldeia do Cole, comuna do Bindo, enquanto as localidades de Kimaco e Catete, na comuna do Tango, foram contemplados 12 agregados familiares cada.

Foram também contempladas, com 12 famílias cada, a localidade de Kahima, na comuna do Luínga, e a própria sede comunal.

Outras seis famílias da aldeia de Cacuso (sede municipal) e 10 da localidade de Pambos de Sonhi, município de Samba Caju, foram, igualmente, abrangidas.

Cada família receberá uma junta de 10 animais, constituída por um macho e nove fêmeas, para a reprodução, mediante o pagamento de uma quantia simbólica de 15 mil kwanzas por cabeça.

No primeiro ano, após a distribuição, as primeiras beneficiárias deverão vender vitelos as outras famílias, também para reprodução, um ciclo que vai ser replicado nos anos seguintes, visando repovoamento animal da região planaltica de Camabatela.

Julião Afonso referiu que a região já recebeu as primeiras 228 cabeças, dos 880 animais previstos para a primeira fase do projecto.

O mesmo contempla também a construção de 250 currais, entre singular e geminados, dos quais 24 já concluídos que albergam os primeiros 228 animais, que serão distribuídos brevemente às famílias após a formação.

O programa contempla ainda a construção de um espaço para leilão de gado, para apoiar a comercialização de animais.

A infra-estrutura está a ser erguida na vila de Camabatela, numa área de 13, 2 hectares, com a capacidade para albergar mil e 500 cabeças.

Disse que a evolução do projecto, que abarca duas fases, depende da dinâmica da recepção do gado proveniente da República do Tchad.

O projecto, cujos custos não foram revelados, vai se estender ate 2021.

Durante um mês, os criadores de Ambaca abrangidos pelo projecto receberão treinamento sobre métodos de tratamento, alojamento e alimentação do gado bovino.

A formação está a ser orientada por pastores do sul do país, com vasta experiência nesse domínio.

No âmbito do programa de repovoamento animal do Planalto de Camabatela e no quadro dos acordos assinados com o Tchad, Angola começou a receber em Março último as primeiras cinco mil cabeças de um total de 75 mil a serem entregues nos próximos oito anos.

O gado que o país recebe resulta do pagamento de uma dívida, que o Chade contraiu com Angola, avaliada em 100 milhões de dólares e convertida no fornecimento de animais, para o repovoamento bovino de zonas do país despovoadas.

Entretanto, a prioridade é o repovoamento do Planalto de Camabatela, que inclui as províncias do Cuanza Norte, Uíge e Malanje, que vai beneficiar de 60 por cento das 75 mil cabeças resultantes do acordo entre os dois países.

O Planalto de Camabatela conta com uma área de um milhão e 410 mil hectares e compreende os municípios de Ambaca e Samba Caju (Cuanza-Norte), Cacuso, Calandula e Cahombo (Malanje), Negage, Puri, Bungo, Alto Cawale, Cangola e Damba, província do Uíge.

A região conta com 280 fazendas, repartidas entre as províncias de Cuanza Norte, Malanje e Uíge, 50 das quais localizadas no município de Ambaca, que tem como sede a vila de Camabatela.

Actualmente, estima-se que haja no Planalto de Camabatela mais de 20 mil cabeças de gado bovino, com predominância para as raças nelor, brama, cimental e a gentia ou autóctone.

A informação foi prestada quarta-feira pelo responsável do Gabinete de Desenvolvimento do Planalto de Camabatela, Julião Afonso, adiantando que o projecto iniciado em Maio deste ano é uma iniciativa do Ministério da Agricultura e Pescas.

O projecto contempla a distribuição de duas mil cabeças de gado, proveniente da República do Tchad, às famílias abrangidas.

Esclareceu que, numa primeira fase, foram contempladas 88 famílias com 880 animais.

Nessa fase, foram abrangidas 24 famílias, na aldeia do Cole, comuna do Bindo, enquanto as localidades de Kimaco e Catete, na comuna do Tango, foram contemplados 12 agregados familiares cada.

Foram também contempladas, com 12 famílias cada, a localidade de Kahima, na comuna do Luínga, e a própria sede comunal.

Outras seis famílias da aldeia de Cacuso (sede municipal) e 10 da localidade de Pambos de Sonhi, município de Samba Caju, foram, igualmente, abrangidas.

Cada família receberá uma junta de 10 animais, constituída por um macho e nove fêmeas, para a reprodução, mediante o pagamento de uma quantia simbólica de 15 mil kwanzas por cabeça.

No primeiro ano, após a distribuição, as primeiras beneficiárias deverão vender vitelos as outras famílias, também para reprodução, um ciclo que vai ser replicado nos anos seguintes, visando repovoamento animal da região planaltica de Camabatela.

Julião Afonso referiu que a região já recebeu as primeiras 228 cabeças, dos 880 animais previstos para a primeira fase do projecto.

O mesmo contempla também a construção de 250 currais, entre singular e geminados, dos quais 24 já concluídos que albergam os primeiros 228 animais, que serão distribuídos brevemente às famílias após a formação.

O programa contempla ainda a construção de um espaço para leilão de gado, para apoiar a comercialização de animais.

A infra-estrutura está a ser erguida na vila de Camabatela, numa área de 13, 2 hectares, com a capacidade para albergar mil e 500 cabeças.

Disse que a evolução do projecto, que abarca duas fases, depende da dinâmica da recepção do gado proveniente da República do Tchad.

O projecto, cujos custos não foram revelados, vai se estender ate 2021.

Durante um mês, os criadores de Ambaca abrangidos pelo projecto receberão treinamento sobre métodos de tratamento, alojamento e alimentação do gado bovino.

A formação está a ser orientada por pastores do sul do país, com vasta experiência nesse domínio.

No âmbito do programa de repovoamento animal do Planalto de Camabatela e no quadro dos acordos assinados com o Tchad, Angola começou a receber em Março último as primeiras cinco mil cabeças de um total de 75 mil a serem entregues nos próximos oito anos.

O gado que o país recebe resulta do pagamento de uma dívida, que o Chade contraiu com Angola, avaliada em 100 milhões de dólares e convertida no fornecimento de animais, para o repovoamento bovino de zonas do país despovoadas.

Entretanto, a prioridade é o repovoamento do Planalto de Camabatela, que inclui as províncias do Cuanza Norte, Uíge e Malanje, que vai beneficiar de 60 por cento das 75 mil cabeças resultantes do acordo entre os dois países.

O Planalto de Camabatela conta com uma área de um milhão e 410 mil hectares e compreende os municípios de Ambaca e Samba Caju (Cuanza-Norte), Cacuso, Calandula e Cahombo (Malanje), Negage, Puri, Bungo, Alto Cawale, Cangola e Damba, província do Uíge.

A região conta com 280 fazendas, repartidas entre as províncias de Cuanza Norte, Malanje e Uíge, 50 das quais localizadas no município de Ambaca, que tem como sede a vila de Camabatela.

Actualmente, estima-se que haja no Planalto de Camabatela mais de 20 mil cabeças de gado bovino, com predominância para as raças nelor, brama, cimental e a gentia ou autóctone.