Novo projecto de produção de “spirulina” nasce em Cambambe

Dondo - Um novo projecto de produção e industrialização de spirulina está a ser implementado, desde principio deste mês, no município de Cambambe, província do Cuanza Norte.

O projecto privado é de iniciativa do investigador em plantas medicinais, Julião Filho, e está avaliado em 200 milhões de kwanzas.

O investimento está a ser implementado numa área de 16 mil metros quadrados, na localidade do Mucoso, comuna de Massangano.

Em declarações à Angop, Julião Filho salientou que o projecto vai gerar mais de 50 postos de trabalho directos e contempla a construção de uma unidade de processamento de spirulina, além de 10 tanques com capacidade de criação de 150 quilos da referida alga.

Julião Filho esclareceu, sem avançar o prazo de conclusão, que o projecto encontra-se na fase de implantação das infra-estruturas de apoio ao mesmo.

O investidor justificou a aposta no ramo com o facto de o produto possuir um elevado valor nutritivo, essenciais para a dieta alimentar das famílias, a par das suas propriedades medicinais.

Disse que ao longo um ano tem se dedicado a investigação deste suplemento alimentar proveniente de algas, também essencial no reforço do imunológico e que ajuda no combate à tuberculose, má nutrição, doenças renais.

De acordo com o investidor,  a substancia ajuda a fortificar a hemoglobina, previne o câncer (da prostata e da mama), além de produzir vários anticorpos de defesa do organismo humano e animal, incluindo em pessoas convivendo com o HIV.

O município de Cambambe conta, actualmente, com uma unidade de produção de spirulina, inaugurado em 2018, no quadro de uma iniciativa do Ministério das Pescas, que custou 350 mil dólares, financiados pelo Fundo das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), no quadro de uma parceria com o Governo de Angola.

A produção da spirulina neste centro teve inicio em 2018, com o lançamento de uma campanha de consumo de spirulina produzida em Angola, que serviu de teste de aceitabilidade do novo produto pelos consumidores.

A produção foi interrompida em 2019, por falta de divisas para a aquisição de suplementos minerais como bicarbonatos, sulfato de ferro, nitrato de potássio, sulfato de magnésio, entre outros insumos, indispensáveis ao cultivo desta alga.

A unidade com capacidade de produção de mil e 500 quilogramas/ano de spirulina/ano, produziu ate a sua paralisação perto de mil e 200 quilogramas.

A spirulina é uma alga com a mais elevada concentração nutritiva no mundo, rica em proteínas, aminoácidos, ferro, zinco e vitaminas A, B, D e E, consumida pelo homem em pequenas quantidades, úteis para os idosos, crianças e mulheres grávidas, visando combater a má nutrição.

 É cultivada de forma natural no Tchade, México e nos Estados Unidos da América, enquanto o Brasil, França, Cuba, Burkina Faso e Índia, produzem de maneira artificial.

Os primeiros ensaios em Angola do cultivo desta alga foram feitos em Luanda, em 2013, e o lançamento para o cultivo, em 2017, no município de Cambambe (Cuanza Norte).

A produção desta alga é considerada uma inovação proveniente do agro negócio e uma promessa para o futuro da alimentação, pelo facto de produzir, mais proteínas que a carne vermelha, arroz, trigo, milho, e a soja.

Estudos publicados mostram os benefícios da cianobactéria. Entre eles, o fortalecimento do sistema imunológico, redução de inflamações e melhora no controlo da hipertensão.

 Foi declarada pelo FAO e a Organização Mundial da Saúde (OMS) como o melhor alimento do futuro.

 

 

O projecto privado é de iniciativa do investigador em plantas medicinais, Julião Filho, e está avaliado em 200 milhões de kwanzas.

O investimento está a ser implementado numa área de 16 mil metros quadrados, na localidade do Mucoso, comuna de Massangano.

Em declarações à Angop, Julião Filho salientou que o projecto vai gerar mais de 50 postos de trabalho directos e contempla a construção de uma unidade de processamento de spirulina, além de 10 tanques com capacidade de criação de 150 quilos da referida alga.

Julião Filho esclareceu, sem avançar o prazo de conclusão, que o projecto encontra-se na fase de implantação das infra-estruturas de apoio ao mesmo.

O investidor justificou a aposta no ramo com o facto de o produto possuir um elevado valor nutritivo, essenciais para a dieta alimentar das famílias, a par das suas propriedades medicinais.

Disse que ao longo um ano tem se dedicado a investigação deste suplemento alimentar proveniente de algas, também essencial no reforço do imunológico e que ajuda no combate à tuberculose, má nutrição, doenças renais.

De acordo com o investidor,  a substancia ajuda a fortificar a hemoglobina, previne o câncer (da prostata e da mama), além de produzir vários anticorpos de defesa do organismo humano e animal, incluindo em pessoas convivendo com o HIV.

O município de Cambambe conta, actualmente, com uma unidade de produção de spirulina, inaugurado em 2018, no quadro de uma iniciativa do Ministério das Pescas, que custou 350 mil dólares, financiados pelo Fundo das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), no quadro de uma parceria com o Governo de Angola.

A produção da spirulina neste centro teve inicio em 2018, com o lançamento de uma campanha de consumo de spirulina produzida em Angola, que serviu de teste de aceitabilidade do novo produto pelos consumidores.

A produção foi interrompida em 2019, por falta de divisas para a aquisição de suplementos minerais como bicarbonatos, sulfato de ferro, nitrato de potássio, sulfato de magnésio, entre outros insumos, indispensáveis ao cultivo desta alga.

A unidade com capacidade de produção de mil e 500 quilogramas/ano de spirulina/ano, produziu ate a sua paralisação perto de mil e 200 quilogramas.

A spirulina é uma alga com a mais elevada concentração nutritiva no mundo, rica em proteínas, aminoácidos, ferro, zinco e vitaminas A, B, D e E, consumida pelo homem em pequenas quantidades, úteis para os idosos, crianças e mulheres grávidas, visando combater a má nutrição.

 É cultivada de forma natural no Tchade, México e nos Estados Unidos da América, enquanto o Brasil, França, Cuba, Burkina Faso e Índia, produzem de maneira artificial.

Os primeiros ensaios em Angola do cultivo desta alga foram feitos em Luanda, em 2013, e o lançamento para o cultivo, em 2017, no município de Cambambe (Cuanza Norte).

A produção desta alga é considerada uma inovação proveniente do agro negócio e uma promessa para o futuro da alimentação, pelo facto de produzir, mais proteínas que a carne vermelha, arroz, trigo, milho, e a soja.

Estudos publicados mostram os benefícios da cianobactéria. Entre eles, o fortalecimento do sistema imunológico, redução de inflamações e melhora no controlo da hipertensão.

 Foi declarada pelo FAO e a Organização Mundial da Saúde (OMS) como o melhor alimento do futuro.