Cuanza Norte: Seca desacelera produção na fazenda Ngola Kiluanji

Dondo - A estiagem que afecta o município de Cambambe, há três meses, está a contribuir para a redução significativa dos índices de produção na fazenda "Nac Ngola Kiluanji", na comuna de Massangano.

Em declarações à Angop, a proprietária Emília Francisco Bernardo disse que a produção na fazenda teve uma queda acentuada de 20 toneladas, paras duas semanais, facto que provocou o despedimento de 21 dos 25 trabalhadores.

Para inverter o actual quadro, disse ser necessário uma aposta forte do Executivo na construção de valas de irrigação, na operacionalização de brigadas de mecanização agrícola, na subvenção do preço do combustível, assim como na assistência técnica para os camponeses, visando o aumento da produtividade e desenvolvimento da actividade agrícola.

Apontou igualmente a necessidade de criação de centros de comercialização, para evitar a deterioração de produtos no campo e subvalorização da produção, tendo em conta que os produtos colhidos muitas vezes são vendidos em mercados informais em Luanda, a baixo preço, com prejuízos incalculáveis para os agricultores.

Emília Bernardo reclamou também acerca do estado de degradação das vias de acesso às zonas de cultivo, facto que desencoraja a frequência de automobilistas contratados para o escoamento da produção local, onde predomina o cultivo de feijão, banana, mandioca, milho, hortícolas e frutas.

Segundo  a fazendeira, a seca surge num momento em que os produtores já se debatiam com a problemática da Civid- 19, uma situação que condicionava a mobilidade dos investidores, em busca de estratégias, para colmatar os efeitos devastadores da estiagem.

Emília Bernardo, lamentou, por fim, o facto de muitas pessoas cairem no desemprego em consequência da referida seca na localidade, influenciando negativamente na dieta das famílias e consequentemente no desenvolvimento do meio rural.

 

Em declarações à Angop, a proprietária Emília Francisco Bernardo disse que a produção na fazenda teve uma queda acentuada de 20 toneladas, paras duas semanais, facto que provocou o despedimento de 21 dos 25 trabalhadores.

Para inverter o actual quadro, disse ser necessário uma aposta forte do Executivo na construção de valas de irrigação, na operacionalização de brigadas de mecanização agrícola, na subvenção do preço do combustível, assim como na assistência técnica para os camponeses, visando o aumento da produtividade e desenvolvimento da actividade agrícola.

Apontou igualmente a necessidade de criação de centros de comercialização, para evitar a deterioração de produtos no campo e subvalorização da produção, tendo em conta que os produtos colhidos muitas vezes são vendidos em mercados informais em Luanda, a baixo preço, com prejuízos incalculáveis para os agricultores.

Emília Bernardo reclamou também acerca do estado de degradação das vias de acesso às zonas de cultivo, facto que desencoraja a frequência de automobilistas contratados para o escoamento da produção local, onde predomina o cultivo de feijão, banana, mandioca, milho, hortícolas e frutas.

Segundo  a fazendeira, a seca surge num momento em que os produtores já se debatiam com a problemática da Civid- 19, uma situação que condicionava a mobilidade dos investidores, em busca de estratégias, para colmatar os efeitos devastadores da estiagem.

Emília Bernardo, lamentou, por fim, o facto de muitas pessoas cairem no desemprego em consequência da referida seca na localidade, influenciando negativamente na dieta das famílias e consequentemente no desenvolvimento do meio rural.