Degradação de estradas condiciona escoamento de produção agrícola

Luanda - O avançado estado de degradação de 24 quilómetros das vias rodoviárias das comunidades de Mabuia-Ilha Negala e Fotosacala-Catete, sede do município do Icolo e Bengo, em Luanda, tem condicionado o escoamento de cerca de 23 mil toneladas de produtos agrícolas/ano.

Em declarações à ANGOP, quarta-feira, o director municipal da agricultura e pescas, João Domingos, lamentou o facto de as vias rodoviárias que ligam as áreas de produção agrícola do município à Catete estarem em péssimas condições para circulação, dificultando o escoamento dos produtos.

Fez igualmente referência aos 80 quilómetros das vias que ligam as localidades do Bico de Kasseculo e Baixa Mugia, bem como Nzenza do Gulungo e Sacrifício, em Kambembeia, que se reparados permitiriam o escoamento da produção que atinge, só naquelas localidades, as 25 mil toneladas/ano.

Segundo a fonte, adicionadas outras localidades, não especificadas, totalizam 300 quilómetros de vias rodoviários do interior que têm dificultado o escoamento de mais de 100 mil toneladas anuais produzidas em todo o munícipio do Icolo e Bengo.

Essa situação, acrescentou, tem desmotivado os camponeses que deixaram de cultivar hortícolas para produzir apenas tubérculos.

Entretanto, a sua solução não se perspectiva para breve, porquanto, uma fonte da Administração local, informou a ANGOP que as empreitadas de terraplanagem “não constam do Plano Integrado de Intervenção nos Munícipios para o próximo ano”.

Segundo a fonte, o PIIM prioriza, para 2021, a continuidade dos projectos de construção de escolas e centros de saúde, de acordo com o programa apresentado pela administradora municipal, Humberta da Paixão.

O município do Icolo e Bengo conta com mais de 20 comunidades que são decisivas na produção agrícola, com 12 mil famílias camponesas, organizadas em 17 associações e 28 cooperativas, que cultivam cerca de 32 mil e 95 hectares de terra.

Localizado 60 quilómetros a leste da cidade de Luanda, Icolo e Bengo possui uma população estimada em 91.700 habitantes, que se dedica habitualmente a prática agrícola e piscatória, numa extensão territorial de 3.329 quilómetros quadrados.

Em declarações à ANGOP, quarta-feira, o director municipal da agricultura e pescas, João Domingos, lamentou o facto de as vias rodoviárias que ligam as áreas de produção agrícola do município à Catete estarem em péssimas condições para circulação, dificultando o escoamento dos produtos.

Fez igualmente referência aos 80 quilómetros das vias que ligam as localidades do Bico de Kasseculo e Baixa Mugia, bem como Nzenza do Gulungo e Sacrifício, em Kambembeia, que se reparados permitiriam o escoamento da produção que atinge, só naquelas localidades, as 25 mil toneladas/ano.

Segundo a fonte, adicionadas outras localidades, não especificadas, totalizam 300 quilómetros de vias rodoviários do interior que têm dificultado o escoamento de mais de 100 mil toneladas anuais produzidas em todo o munícipio do Icolo e Bengo.

Essa situação, acrescentou, tem desmotivado os camponeses que deixaram de cultivar hortícolas para produzir apenas tubérculos.

Entretanto, a sua solução não se perspectiva para breve, porquanto, uma fonte da Administração local, informou a ANGOP que as empreitadas de terraplanagem “não constam do Plano Integrado de Intervenção nos Munícipios para o próximo ano”.

Segundo a fonte, o PIIM prioriza, para 2021, a continuidade dos projectos de construção de escolas e centros de saúde, de acordo com o programa apresentado pela administradora municipal, Humberta da Paixão.

O município do Icolo e Bengo conta com mais de 20 comunidades que são decisivas na produção agrícola, com 12 mil famílias camponesas, organizadas em 17 associações e 28 cooperativas, que cultivam cerca de 32 mil e 95 hectares de terra.

Localizado 60 quilómetros a leste da cidade de Luanda, Icolo e Bengo possui uma população estimada em 91.700 habitantes, que se dedica habitualmente a prática agrícola e piscatória, numa extensão territorial de 3.329 quilómetros quadrados.