Depósito do Mulepe começa a ser explorado

  • Diamante com mais de 100 quilates.
Dundo – A ENDIAMA Mining e a Gemcorp pretendem, ainda este ano, iniciar um Programa Piloto de exploração dos depósitos de kimberlitos de rocha dura do Mulepe, na Lunda Norte, com um investimento avaliado em 150 milhões de dólares norte-americanos.

O programa enquadra-se num acordo assinado, em Dezembro último, entre a Gemcorp, um grupo de Trading (compra e venda) e Investimento em mercados emergentes, e a ENDIAMA Mining, uma subsidiária da ENDIAMA E.P, empresa estatal , para a criação de uma parceria que visa dinamizar o potencial diamantífero do depósito do Mulepe.

Com este Programa Piloto pretende-se que ambos os parceiros conheçam detalhadamente as operações mineiras a desenvolver no local, o tipo e a qualidade dos diamantes existentes na concessão, a capacidade dos prestadores de serviços que já actuam na região, assim como a potencial arrecadação de receitas com a venda dos diamantes a extrair do Mulepe.  

Enquanto accionista maioritária, promotora e operadora, a Gemcorp vai financiar o Programa Piloto e as operações de prospecção do projecto, sendo que em plena produção, se estima ser possível processar-se aproximadamente três milhões de toneladas de kimberlitos por ano, segundo uma nota da ENDIAMA a que à ANGOP teve acesso, hoje.

Na fase piloto, a Gemcorp objectiva constituir uma equipa de profissionais experientes e empregar cerca de 140 trabalhadores, maioritariamente provenientes das comunidades locais, que se dedicarão a actividades como gestão, operação e exploração mineira.

Sobre o projecto, o Presidente do Conselho de Administração da ENDIAMA, Ganga Júnior, sublinhou que a parceria constitui mais um passo para o aumento da carteira de negócios do subsector diamantífero angolano em toda a sua cadeia de valor.

Disse tratar-se de um exercício que contribuirá para o desenvolvimento socioeconómico de Angola, e que representa um sinal forte de abertura do subsector ao investimento directo estrangeiro

Avançou que o projecto Mulepe é o primeiro investimento da Gemcorp, empresa britânica, na exploração diamantífera na África Subsariana. "Trata-se de uma empresa historicamente bem sucedida na gestão de projectos de grande escala em Angola, a exemplo da Refinaria de Cabinda", destacou.

O programa enquadra-se num acordo assinado, em Dezembro último, entre a Gemcorp, um grupo de Trading (compra e venda) e Investimento em mercados emergentes, e a ENDIAMA Mining, uma subsidiária da ENDIAMA E.P, empresa estatal , para a criação de uma parceria que visa dinamizar o potencial diamantífero do depósito do Mulepe.

Com este Programa Piloto pretende-se que ambos os parceiros conheçam detalhadamente as operações mineiras a desenvolver no local, o tipo e a qualidade dos diamantes existentes na concessão, a capacidade dos prestadores de serviços que já actuam na região, assim como a potencial arrecadação de receitas com a venda dos diamantes a extrair do Mulepe.  

Enquanto accionista maioritária, promotora e operadora, a Gemcorp vai financiar o Programa Piloto e as operações de prospecção do projecto, sendo que em plena produção, se estima ser possível processar-se aproximadamente três milhões de toneladas de kimberlitos por ano, segundo uma nota da ENDIAMA a que à ANGOP teve acesso, hoje.

Na fase piloto, a Gemcorp objectiva constituir uma equipa de profissionais experientes e empregar cerca de 140 trabalhadores, maioritariamente provenientes das comunidades locais, que se dedicarão a actividades como gestão, operação e exploração mineira.

Sobre o projecto, o Presidente do Conselho de Administração da ENDIAMA, Ganga Júnior, sublinhou que a parceria constitui mais um passo para o aumento da carteira de negócios do subsector diamantífero angolano em toda a sua cadeia de valor.

Disse tratar-se de um exercício que contribuirá para o desenvolvimento socioeconómico de Angola, e que representa um sinal forte de abertura do subsector ao investimento directo estrangeiro

Avançou que o projecto Mulepe é o primeiro investimento da Gemcorp, empresa britânica, na exploração diamantífera na África Subsariana. "Trata-se de uma empresa historicamente bem sucedida na gestão de projectos de grande escala em Angola, a exemplo da Refinaria de Cabinda", destacou.