Deputado quer atendimento humanizado no BPC

  • Banco de Poupança e Crédito
Huambo – O coordenador dos deputados à Assembleia Nacional do ciclo provincial do Huambo, Armando Capunda, apelou hoje aos funcionários do Banco de Poupança e Crédito (BPC) a prestarem um atendimento mais humanizado e eficiente, para evitar enchentes e reclamações.

Falando após uma visita de constatação ao balcão central do Huambo, onde auscultou os responsáveis das agências locais, disse ser fundamental que o BPC reveja as suas formas de atendimento aos clientes, assim como o sistema informático, para evitar aglomerações desnecessárias, incluindo de pensionistas.

Armando Capunda lamentou o facto de muitos idosos e pessoas com deficiência passarem várias horas ou dias nas filas das agências do BPC, para obterem as suas pensões ou um extracto bancário, principalmente, motivado pela inexistência de uma organização interna eficaz, além dos problemas informáticos.

“Constatamos que o facto dos balcões não processarem os salários em simultâneo, assim como a falta de comunicação, entre as administrações municipais e o banco, em relação à disponibilidade dos salários das autoridades tradicionais, bem como os constantes cortes do sistema informático são as principais causas das enchentes no BPC, no Huambo”, referiu.

Como solução, o parlamentar aconselha a implementação de uma coordenação eficaz entre as administrações municipais, na passagem da informação da disponibilidade dos salários dos antigos combatentes e das autoridades tradicionais, com a gestão do banco.

“É lamentável todos os dias ver idosos, autoridades tradicionais e antigos combatentes a passarem várias horas nas filas dos bancos, depois de percorrem longas distâncias”, rematou o deputado.

Falando após uma visita de constatação ao balcão central do Huambo, onde auscultou os responsáveis das agências locais, disse ser fundamental que o BPC reveja as suas formas de atendimento aos clientes, assim como o sistema informático, para evitar aglomerações desnecessárias, incluindo de pensionistas.

Armando Capunda lamentou o facto de muitos idosos e pessoas com deficiência passarem várias horas ou dias nas filas das agências do BPC, para obterem as suas pensões ou um extracto bancário, principalmente, motivado pela inexistência de uma organização interna eficaz, além dos problemas informáticos.

“Constatamos que o facto dos balcões não processarem os salários em simultâneo, assim como a falta de comunicação, entre as administrações municipais e o banco, em relação à disponibilidade dos salários das autoridades tradicionais, bem como os constantes cortes do sistema informático são as principais causas das enchentes no BPC, no Huambo”, referiu.

Como solução, o parlamentar aconselha a implementação de uma coordenação eficaz entre as administrações municipais, na passagem da informação da disponibilidade dos salários dos antigos combatentes e das autoridades tradicionais, com a gestão do banco.

“É lamentável todos os dias ver idosos, autoridades tradicionais e antigos combatentes a passarem várias horas nas filas dos bancos, depois de percorrem longas distâncias”, rematou o deputado.