Embaixadora convida italianos a investir em Angola

  • Embaixadora Maria de Fátima Jardim
Luanda - A embaixadora de Angola na Itália, Fátima Jardim, convidou, nesta quinta-feira, os investidores italianos a aproveitarem as oportunidades de negócios em curso no País, nos mais variados domínios, além do petróleo.

A diplomata que interveio na Conferência sobre “ O Modelo de Desenvolvimento Territorial Italiano”, numa iniciativa da Câmara de Comércio e Indústria Angola e Itália (CCIAI), destacou as relações de cooperação entre os dois países, consideradas de excelentes e estratégicas.

Reconheceu ainda o contributo prestado por várias empresas da Itália, que continuam a apostar em vários sectores para no desenvolvimento de Angola, com foco na petrolífera ENI que, entre outras acções, está apoiar o país na conversão energética e na formação dos quadros locais.

Falando em vídeo-conferência, a partir de Roma, referiu que tem recebido empresários de vários ramos que procuram saber um pouco mais sobre Angola e das oportunidades, actuais, existentes para o investimento, sem no entanto avançar números.

Para os empresários italianos, Fátima Jardim falou das potencialidades existentes em Angola, que além dos seus recursos naturais, legislação para a atracção do investimento privado, que dá várias garantias ao empresariado, dispõem também de mão-de-obra jovem.

“ Estamos aqui a incentivar os investidores que prossigam e que se concentrem nas capacidades locais dos vários recursos de Angola, que tirem vantagens, benefícios, criem empregos e integrem nas suas intenções os objectivos que ajudem a recuperação económica da crise que vivemos com a covid-19 e da crise financeira”, incentivou.

A diplomata solicitou também a transferência de novas tecnologias, a adopção de novas abordagens que estimulem a diversificação económica e o reforço da cooperação do investimento entre ambos os países.

“Convido os investidores aqui presentes, sobretudo os italianos, a visitar Angola para que em conjunto constatem in loco as potencialidades e oportunidades que o Governo angolano está a criar para que o nosso País possa desenvolver e entrar em franco desenvolvimento, continuar a confirmar esta parceria”, sublinhou a diplomata.

Para a Fátima Jardim, o Modelo de Desenvolvimento Territorial da Itália, apresentando neste fórum, demonstra a vontade daquele país em querer apoiar as inúmeras regiões de Angola, replicando a experiência.

Linha dos USD 200 milhões ainda disponível

Por video-conferência, também, a partir da Itália, o embaixador da Itália em Angola, Cristiano Gallo, lembrou aos investidores, que a linha de crédito de 200 milhões de dólares, assinada em 2019, entre o Ministério das Finanças de Angola e a Casa Depositi e Pretiti S.a.P (CDP) da Republica da Itália, ainda está disponível para os empresários daquele país em Angola.

A referida linha de crédito para o sector agro-alimentar foi assinada aquando da visita oficial de três dias, a Angola, do Presidente da Itália, Sergio Mattarella.

De acordo com diplomata, os recursos estão disponíveis para financiar investimentos italianos, em Angola.

 Cristiano Gallo destacou, de igual modo, o Plano de Desenvolvimento Nacional (PDN) de Angola 2018/2022, que no seu entender, visa favorecer a diversificação produtiva para realização de vários projectos.

 Garantiu que a Itália poderá ajudar na “excelência” do sistema industrial em desenvolvimento em Angola, em locais privilegiados.

“ Agradeço a amizade. A nossa relação contemporânea vai conseguir relançar as relações que queremos”, disse Cristiano Gallo, sublinhando as reformas em curso no País que estão a atrair investimento estrangeiro.

Referiu que a Itália, através do Modelo de Desenvolvimento Territorial, adoptado após a segunda guerra mundial, em 1945, conseguiu ser uma das principais potências, uma experiência, que a seu ver, pode ser também seguida por Angola, de forma equilibrada, através da política de incentivos fiscais, para facilitar a constituição de distritos, para diversificação da economia, com base na potencialidade de cada província.

O diplomata italiano disse ainda que as infra-estruturas, ferroviárias e aeroportuária de Angola despertaram o interesse de investidores multinacionais daquele país europeu, que querem participar no desenvolvimento de Angola.

A Conferência sobre “O Modelo de Desenvolvimento Territorial italiano” aconselhou vários empresários, que de forma física e por vídeo-conferência esclareceram algumas dúvidas sobre o investimento privado em Angola.

Neste encontro, a AIPEX, através do seu presidente do Conselho de administração, António Henriques da Silva, apresentou a Lei de Investimento Privado e os benefícios fiscais vigentes.

O Ministério da Indústria e Comércio de Angola apresentou, de igual modo, o Plano de Desenvolvimento Industrial (PDIA), até 2025.

A diplomata que interveio na Conferência sobre “ O Modelo de Desenvolvimento Territorial Italiano”, numa iniciativa da Câmara de Comércio e Indústria Angola e Itália (CCIAI), destacou as relações de cooperação entre os dois países, consideradas de excelentes e estratégicas.

Reconheceu ainda o contributo prestado por várias empresas da Itália, que continuam a apostar em vários sectores para no desenvolvimento de Angola, com foco na petrolífera ENI que, entre outras acções, está apoiar o país na conversão energética e na formação dos quadros locais.

Falando em vídeo-conferência, a partir de Roma, referiu que tem recebido empresários de vários ramos que procuram saber um pouco mais sobre Angola e das oportunidades, actuais, existentes para o investimento, sem no entanto avançar números.

Para os empresários italianos, Fátima Jardim falou das potencialidades existentes em Angola, que além dos seus recursos naturais, legislação para a atracção do investimento privado, que dá várias garantias ao empresariado, dispõem também de mão-de-obra jovem.

“ Estamos aqui a incentivar os investidores que prossigam e que se concentrem nas capacidades locais dos vários recursos de Angola, que tirem vantagens, benefícios, criem empregos e integrem nas suas intenções os objectivos que ajudem a recuperação económica da crise que vivemos com a covid-19 e da crise financeira”, incentivou.

A diplomata solicitou também a transferência de novas tecnologias, a adopção de novas abordagens que estimulem a diversificação económica e o reforço da cooperação do investimento entre ambos os países.

“Convido os investidores aqui presentes, sobretudo os italianos, a visitar Angola para que em conjunto constatem in loco as potencialidades e oportunidades que o Governo angolano está a criar para que o nosso País possa desenvolver e entrar em franco desenvolvimento, continuar a confirmar esta parceria”, sublinhou a diplomata.

Para a Fátima Jardim, o Modelo de Desenvolvimento Territorial da Itália, apresentando neste fórum, demonstra a vontade daquele país em querer apoiar as inúmeras regiões de Angola, replicando a experiência.

Linha dos USD 200 milhões ainda disponível

Por video-conferência, também, a partir da Itália, o embaixador da Itália em Angola, Cristiano Gallo, lembrou aos investidores, que a linha de crédito de 200 milhões de dólares, assinada em 2019, entre o Ministério das Finanças de Angola e a Casa Depositi e Pretiti S.a.P (CDP) da Republica da Itália, ainda está disponível para os empresários daquele país em Angola.

A referida linha de crédito para o sector agro-alimentar foi assinada aquando da visita oficial de três dias, a Angola, do Presidente da Itália, Sergio Mattarella.

De acordo com diplomata, os recursos estão disponíveis para financiar investimentos italianos, em Angola.

 Cristiano Gallo destacou, de igual modo, o Plano de Desenvolvimento Nacional (PDN) de Angola 2018/2022, que no seu entender, visa favorecer a diversificação produtiva para realização de vários projectos.

 Garantiu que a Itália poderá ajudar na “excelência” do sistema industrial em desenvolvimento em Angola, em locais privilegiados.

“ Agradeço a amizade. A nossa relação contemporânea vai conseguir relançar as relações que queremos”, disse Cristiano Gallo, sublinhando as reformas em curso no País que estão a atrair investimento estrangeiro.

Referiu que a Itália, através do Modelo de Desenvolvimento Territorial, adoptado após a segunda guerra mundial, em 1945, conseguiu ser uma das principais potências, uma experiência, que a seu ver, pode ser também seguida por Angola, de forma equilibrada, através da política de incentivos fiscais, para facilitar a constituição de distritos, para diversificação da economia, com base na potencialidade de cada província.

O diplomata italiano disse ainda que as infra-estruturas, ferroviárias e aeroportuária de Angola despertaram o interesse de investidores multinacionais daquele país europeu, que querem participar no desenvolvimento de Angola.

A Conferência sobre “O Modelo de Desenvolvimento Territorial italiano” aconselhou vários empresários, que de forma física e por vídeo-conferência esclareceram algumas dúvidas sobre o investimento privado em Angola.

Neste encontro, a AIPEX, através do seu presidente do Conselho de administração, António Henriques da Silva, apresentou a Lei de Investimento Privado e os benefícios fiscais vigentes.

O Ministério da Indústria e Comércio de Angola apresentou, de igual modo, o Plano de Desenvolvimento Industrial (PDIA), até 2025.