Empreendedores defendem desburocratização do acesso ao crédito

Huambo – Os jovens empreendedores da província do Huambo manifestaram a necessidade da desburocratização e o alargamento do prazo para o acesso ao financiamento colocado à disposição pelo Fundo de Activo de Capital de Risco Angolano (FACRA).

A preocupação foi manifestada durante a apresentação da linha de crédito para a concessão de micro-crédito do Fundo Activo de Capital de Risco Angolano (FACRA), que juntou, na Biblioteca Provincial, jovens empreendedores filiados em 68 associações, provenientes dos 11 municípios desta região.

Segundo o produtor de áudio visual, António Guimarães, muitos jovens não possuem garantias patrimoniais, uma das exigidas, porém têm iniciativas no domínio do empreendedorismo.

António Guimarães defende, por este motivo, a necessidade de as autoridades adoptarem outras medidas para que seja mais abrangente aos jovens, mesmo àqueles que vivem nas comunas.

Por sua vez, Ester Chitaca, da Associação de Jovens Empreendedores do Huambo (AJEH), salientou a existência de uma grande preocupação no que toca as exigências, uma vez que  muitas destas actuarão como inibidoras para os jovens.

De acordo com esta empreendedora, muitos jovens estão no início das suas actividades e não possuem capacidade financeira para reunir toda a documentação exigida, daí a razão da necessidade dela ser repensada.

Já o representante da Jura, Valentim Moma, enalteceu a iniciativa do governo angolano em disponibilizar esse fundo para financiar as micro, média e pequenas empresas, mas reprova as exigências para se ter acesso ao fundo.

Durante o encontro, o director do Gabinete para o Desenvolvimento Integrado, Manuel Vitongui, destacou o facto de as autoridades terem disponibilizado uma linha de crédito no valor de quatro mil milhões de kwanzas que, por via de um concurso, financiou já sete sociedades de Micro Crédito e uma Cooperativa de Crédito, que farão a gestão da carteira na província a partir de Dezembro.

Trata-se das sociedades Kixicrédito e a Wiliete-Crédito, que serão as responsáveis para a concessão de micro créditos nos 11 municípios da província.

Os candidatos poderão solicitar entre os 50 mil a sete (7) milhões de kwanzas, por projecto,  desde que desenvolvam alguma actividade produtiva e tenham dificuldades de aceder ao financiamento bancário.

Cada um, de acordo com informações prestadas no encontro, deverá escolher a Sociedade ou Cooperativa que oferecer melhores condições, sobretudo, na aplicação da taxa de juros. O tempo para o pagamento da divida é de 18 meses.

O FACRA é um fundo público de investimento empresarial, criado ao abrigo de Decreto Presidencial, vocacionado ao investimento em Micro, Pequenas e Médias Empresas (MPME), na modalidade do capital de risco.

A preocupação foi manifestada durante a apresentação da linha de crédito para a concessão de micro-crédito do Fundo Activo de Capital de Risco Angolano (FACRA), que juntou, na Biblioteca Provincial, jovens empreendedores filiados em 68 associações, provenientes dos 11 municípios desta região.

Segundo o produtor de áudio visual, António Guimarães, muitos jovens não possuem garantias patrimoniais, uma das exigidas, porém têm iniciativas no domínio do empreendedorismo.

António Guimarães defende, por este motivo, a necessidade de as autoridades adoptarem outras medidas para que seja mais abrangente aos jovens, mesmo àqueles que vivem nas comunas.

Por sua vez, Ester Chitaca, da Associação de Jovens Empreendedores do Huambo (AJEH), salientou a existência de uma grande preocupação no que toca as exigências, uma vez que  muitas destas actuarão como inibidoras para os jovens.

De acordo com esta empreendedora, muitos jovens estão no início das suas actividades e não possuem capacidade financeira para reunir toda a documentação exigida, daí a razão da necessidade dela ser repensada.

Já o representante da Jura, Valentim Moma, enalteceu a iniciativa do governo angolano em disponibilizar esse fundo para financiar as micro, média e pequenas empresas, mas reprova as exigências para se ter acesso ao fundo.

Durante o encontro, o director do Gabinete para o Desenvolvimento Integrado, Manuel Vitongui, destacou o facto de as autoridades terem disponibilizado uma linha de crédito no valor de quatro mil milhões de kwanzas que, por via de um concurso, financiou já sete sociedades de Micro Crédito e uma Cooperativa de Crédito, que farão a gestão da carteira na província a partir de Dezembro.

Trata-se das sociedades Kixicrédito e a Wiliete-Crédito, que serão as responsáveis para a concessão de micro créditos nos 11 municípios da província.

Os candidatos poderão solicitar entre os 50 mil a sete (7) milhões de kwanzas, por projecto,  desde que desenvolvam alguma actividade produtiva e tenham dificuldades de aceder ao financiamento bancário.

Cada um, de acordo com informações prestadas no encontro, deverá escolher a Sociedade ou Cooperativa que oferecer melhores condições, sobretudo, na aplicação da taxa de juros. O tempo para o pagamento da divida é de 18 meses.

O FACRA é um fundo público de investimento empresarial, criado ao abrigo de Decreto Presidencial, vocacionado ao investimento em Micro, Pequenas e Médias Empresas (MPME), na modalidade do capital de risco.