Empresários queixam-se da burocracia no acesso ao crédito

  • Milton Reis, Secretário de Estado do Planeamento
Lubango - A burocracia no acesso ao crédito, a degradação de vias nas zonas de produção e as dificuldades na disponibilização de áreas irrigadas figuram entre os principais constrangimentos que os produtores da província da Huíla vivem.

As preocupações foram reafirmadas durante um encontro entre os empresários da província e o secretario de Estado do Planeamento, Milton Reis, realizado hoje, no Lubango, do qual participaram 250 produtores.

Na ocasião, o presidente da Associação Agro-Pecuária, Comercial e Industrial da Huíla (AAPCIL), Paulo Gaspar, disse ser este é o momento para se apoiar os produtores inscritos no portal de divulgação nacional, pois alguns estão em cooperativas e têm dificuldades no acesso aos inputs agrícolas.

Declarou que o custo da produção nacional estão ligadas ao mau estado das estradas, burocracia no acesso ao crédito, falta de energia e água, entre outros, presentes no dia-a-dia do produtor.

Admitiu que ainda existe um cepticismo por parte da classe empresarial em aderir o Programa de Apoio a Produção, Diversificação das Exportações e Substituição das Importações (PRODESI), por causa de projectos anteriores que “falharam”.

Por sua vez o Coordenador Regional Sul do Fórum Angolano de Jovens Empreendedores (FAJE), Piedade Pena, afirmou que desde o inicio do PRODESI, a materialização na vida dos empresários e das populações são irrisórias e há necessidade de mais acções práticas.

Das preocupações da organização, apontou a morosidade na tramitação da  documentação, pois não facilita a participação de mais empresários nos referidos financiamentos e a banca local tem pouca autonomia de decisão, por causa da centralização dos projectos a nível nacional.

Por isso, defendeu a necessidade de se criarem representações do Banco de Desenvolvimento de Angola (BDA) na província da Huíla e outras da região, pois a instituição tem linhas de financiamento mais atractivas do que os bancos comercias existentes a nível local.

Em resposta, o secretario de Estado para o Planeamento, Milton Reis, frisou que a questão da burocracia é conhecida, acautelando que as medidas de melhoria do plano de negócios visam ultrapassar esta situação.

Por isso, justificou a realização destes encontros para juntos encontrar uma estratégia para a remoção destes obstáculos, de modo a se criar um ambiente de negócio que facilite a vida do produtor.

Prometeu que o sector vai trabalhar de modo a melhor a tramitação da documentação, daí  a criação de equipas locais para ajudar os empresários a ultrapassar às barreiras ligadas à burocracia.

O secretário de Estado cumpre, desde terça-feira, uma visita de cinco dias à Huíla, para acompanhar a implementação dos projectos ligados ao sector.

As preocupações foram reafirmadas durante um encontro entre os empresários da província e o secretario de Estado do Planeamento, Milton Reis, realizado hoje, no Lubango, do qual participaram 250 produtores.

Na ocasião, o presidente da Associação Agro-Pecuária, Comercial e Industrial da Huíla (AAPCIL), Paulo Gaspar, disse ser este é o momento para se apoiar os produtores inscritos no portal de divulgação nacional, pois alguns estão em cooperativas e têm dificuldades no acesso aos inputs agrícolas.

Declarou que o custo da produção nacional estão ligadas ao mau estado das estradas, burocracia no acesso ao crédito, falta de energia e água, entre outros, presentes no dia-a-dia do produtor.

Admitiu que ainda existe um cepticismo por parte da classe empresarial em aderir o Programa de Apoio a Produção, Diversificação das Exportações e Substituição das Importações (PRODESI), por causa de projectos anteriores que “falharam”.

Por sua vez o Coordenador Regional Sul do Fórum Angolano de Jovens Empreendedores (FAJE), Piedade Pena, afirmou que desde o inicio do PRODESI, a materialização na vida dos empresários e das populações são irrisórias e há necessidade de mais acções práticas.

Das preocupações da organização, apontou a morosidade na tramitação da  documentação, pois não facilita a participação de mais empresários nos referidos financiamentos e a banca local tem pouca autonomia de decisão, por causa da centralização dos projectos a nível nacional.

Por isso, defendeu a necessidade de se criarem representações do Banco de Desenvolvimento de Angola (BDA) na província da Huíla e outras da região, pois a instituição tem linhas de financiamento mais atractivas do que os bancos comercias existentes a nível local.

Em resposta, o secretario de Estado para o Planeamento, Milton Reis, frisou que a questão da burocracia é conhecida, acautelando que as medidas de melhoria do plano de negócios visam ultrapassar esta situação.

Por isso, justificou a realização destes encontros para juntos encontrar uma estratégia para a remoção destes obstáculos, de modo a se criar um ambiente de negócio que facilite a vida do produtor.

Prometeu que o sector vai trabalhar de modo a melhor a tramitação da documentação, daí  a criação de equipas locais para ajudar os empresários a ultrapassar às barreiras ligadas à burocracia.

O secretário de Estado cumpre, desde terça-feira, uma visita de cinco dias à Huíla, para acompanhar a implementação dos projectos ligados ao sector.