Endiama detém agora 41 por cento de Catoca

  • Diamantes de Angola
Luanda - A Empresa Nacional de Diamantes (Endiama) detém actualmente 41% das acções da Sociedade Mineira de Catoca (SMC), com a conclusão da compra parcial da parte da Odebrecht Angola.

A Endiama detinha 32.8% das acções da SMC e comprou 8.2% da Odebrecht Angola no valor de USD 70 milhões (cerca de 45.5 mil milhões de Kwanzas).

A Odebrecht Angola anunciou a venda das suas acções, equivalente a 16.4%, ainda em 2017. A Alrosa, outra accionista da SMC, adquiriu também 8.2%, à semelhança da Endiama, ficando igualmente com 41%.

Embora tenha manifestado a intenção em 2017, apenas em Janeiro de 2018 um Decreto Presidencial autorizou o negócio, tendo, na ocasião, a accionista Odebrecht justificado que se concentraria apenas em seus projectos de infra-estruturas.

A aquisição da parte da Odebrecht Angola, segundo um comunicado da Endiama E.P. a que a ANGOP teve acesso hoje, consta da sua estratégia, que visa o retorno à produção própria, assim como o reforço do capital social da diamantífera nas sociedades mineiras de Lunhinga, Luminas, Chimbongo e Camutué (actualmente Sociedade Mineira do Kixepa).

A operação de compra foi executada com recurso a capitais próprios da Empresa Nacional de Diamantes de Angola, indica a nota, citando a administradora para Geologia e Desenvolvimento Mineiro, Ana Feijó.

A mina de Catoca pode estar avaliada, nesta altura, em mais de mil 818 milhões de Dólares.

Com a saída da Odebrecht Angola, a SMC passou a ter como accionistas a Endiama e a Alrosa, com 41% de participação cada, e a chinesa Leviev Internacional - LLI Holding BV, com 18% .

Catoca, que hoje (21 de Janeiro) completa 26 anos de existência, é responsável pela extracção de mais de 75% dos diamantes em Angola.

A Endiama detinha 32.8% das acções da SMC e comprou 8.2% da Odebrecht Angola no valor de USD 70 milhões (cerca de 45.5 mil milhões de Kwanzas).

A Odebrecht Angola anunciou a venda das suas acções, equivalente a 16.4%, ainda em 2017. A Alrosa, outra accionista da SMC, adquiriu também 8.2%, à semelhança da Endiama, ficando igualmente com 41%.

Embora tenha manifestado a intenção em 2017, apenas em Janeiro de 2018 um Decreto Presidencial autorizou o negócio, tendo, na ocasião, a accionista Odebrecht justificado que se concentraria apenas em seus projectos de infra-estruturas.

A aquisição da parte da Odebrecht Angola, segundo um comunicado da Endiama E.P. a que a ANGOP teve acesso hoje, consta da sua estratégia, que visa o retorno à produção própria, assim como o reforço do capital social da diamantífera nas sociedades mineiras de Lunhinga, Luminas, Chimbongo e Camutué (actualmente Sociedade Mineira do Kixepa).

A operação de compra foi executada com recurso a capitais próprios da Empresa Nacional de Diamantes de Angola, indica a nota, citando a administradora para Geologia e Desenvolvimento Mineiro, Ana Feijó.

A mina de Catoca pode estar avaliada, nesta altura, em mais de mil 818 milhões de Dólares.

Com a saída da Odebrecht Angola, a SMC passou a ter como accionistas a Endiama e a Alrosa, com 41% de participação cada, e a chinesa Leviev Internacional - LLI Holding BV, com 18% .

Catoca, que hoje (21 de Janeiro) completa 26 anos de existência, é responsável pela extracção de mais de 75% dos diamantes em Angola.