Endiama reitera venda do Hotel Diamante e Enditrade

  • Diamante com mais de 100 quilates.
Luanda - O Hotel Diamante e a companhia Enditrade vão ser privatizados, ainda este ano, por formas a garantir maior rentabilidade e ajudar a dinamizar a economia nacional, reiterou hoje o presidente do Conselho de Administração do Grupo Endiama, José Ganga Júnior.

A Endiama detém 70 por cento das acções do Hotel Diamante e 50 na Enditrade – parte logística do subsector mineiro. Este anúncio de privatização já é público desde 2019.

De acordo com José Manuel Ganga, que avançou a informação durante o balanço das actividades da Empresa Nacional de Diamantes de Angola (Endiama) de 2020, disse que a instituição não vai garantir a manutenção dos postos de trabalho nos dois empreendimentos.

Embora existam algumas questões operacionais por se tratar, José  Ganga Júnior disse acreditar, em relação à unidade hoteleira, que este ano saia já do universo Endiama.“O mesmo vai acontecer com a subsidiária Enditrade, que também está na lista de privatização (…)", reforçou.

No que diz respeito à prestadora de serviços de segurança - ALFA 5, disse o gestor da maior empresa de diamantes do país, "o objectivo é  mantê-la no Grupo, atendendo ao tipo de empresa e à particularidade do produto da Endiama, mas através de uma participação minoritária, reduzindo o capital de 70 para 30 por cento".

“Quanto à Clínica Sagrada Esperança, situada na Ilha de Luanda (a primeira e principal), a proposta é não privatizar” - aclarou.

De acordo com o gestor, a Sagrada Esperança (uma rede de clínicas, espalhadas por vários municípios de Luanda, deverá ficar a 100 por cento com a Endiama, porque funciona como “seguro de saúde”, assegurando a assistência médica e medicamentosa aos trabalhadores da empresa.

Perspectivas de investimento e criação de postos de trabalho

Em termos globais, o país conta, actualmente, com 65 concessões para investimento no sector mineiro, que poderão criar, com os novos projectos, três mil  postos de trabalho ainda este ano, de acordo com José Ganga Júnior.

Para tal, explicou o administrador, conversações avançadas já foram feitas com algumas multinacionais como a "Rio Tinto" e a "De Beers", para que invistam no sector mineiro em Angola.

Em 2020, a Endiama previa uma meta de produção de 10,5 milhões de quilates e facturação de USD 1,4 mil milhões, sendo que a quebra registada, de 20 por cento, se deve aos reajustes feitos no sector de exploração, devido à pandemia da Covid-19.

Face ao reajuste, a previsão é arrecadar receitas de USD 1,1 mil milhões (um bilião e cem milhões de dólares) até ao final do ano, sendo que o sector tem alguns stocks de diamantes em quantidades não reveladas, resultante da fraca procura.

A Endiama é uma empresa pública vocacionada ao exercício da Prospecção, Reconhecimento, Exploração, Lapidação e Comercialização de diamantes, com participação em 12 projectos diamantíferos, localizados nas províncias das Lundas Norte e Sul e Cuando Cubango.

Nos 12 projectos, a participação vai de 20 a 51 por cento.

A Endiama detém 70 por cento das acções do Hotel Diamante e 50 na Enditrade – parte logística do subsector mineiro. Este anúncio de privatização já é público desde 2019.

De acordo com José Manuel Ganga, que avançou a informação durante o balanço das actividades da Empresa Nacional de Diamantes de Angola (Endiama) de 2020, disse que a instituição não vai garantir a manutenção dos postos de trabalho nos dois empreendimentos.

Embora existam algumas questões operacionais por se tratar, José  Ganga Júnior disse acreditar, em relação à unidade hoteleira, que este ano saia já do universo Endiama.“O mesmo vai acontecer com a subsidiária Enditrade, que também está na lista de privatização (…)", reforçou.

No que diz respeito à prestadora de serviços de segurança - ALFA 5, disse o gestor da maior empresa de diamantes do país, "o objectivo é  mantê-la no Grupo, atendendo ao tipo de empresa e à particularidade do produto da Endiama, mas através de uma participação minoritária, reduzindo o capital de 70 para 30 por cento".

“Quanto à Clínica Sagrada Esperança, situada na Ilha de Luanda (a primeira e principal), a proposta é não privatizar” - aclarou.

De acordo com o gestor, a Sagrada Esperança (uma rede de clínicas, espalhadas por vários municípios de Luanda, deverá ficar a 100 por cento com a Endiama, porque funciona como “seguro de saúde”, assegurando a assistência médica e medicamentosa aos trabalhadores da empresa.

Perspectivas de investimento e criação de postos de trabalho

Em termos globais, o país conta, actualmente, com 65 concessões para investimento no sector mineiro, que poderão criar, com os novos projectos, três mil  postos de trabalho ainda este ano, de acordo com José Ganga Júnior.

Para tal, explicou o administrador, conversações avançadas já foram feitas com algumas multinacionais como a "Rio Tinto" e a "De Beers", para que invistam no sector mineiro em Angola.

Em 2020, a Endiama previa uma meta de produção de 10,5 milhões de quilates e facturação de USD 1,4 mil milhões, sendo que a quebra registada, de 20 por cento, se deve aos reajustes feitos no sector de exploração, devido à pandemia da Covid-19.

Face ao reajuste, a previsão é arrecadar receitas de USD 1,1 mil milhões (um bilião e cem milhões de dólares) até ao final do ano, sendo que o sector tem alguns stocks de diamantes em quantidades não reveladas, resultante da fraca procura.

A Endiama é uma empresa pública vocacionada ao exercício da Prospecção, Reconhecimento, Exploração, Lapidação e Comercialização de diamantes, com participação em 12 projectos diamantíferos, localizados nas províncias das Lundas Norte e Sul e Cuando Cubango.

Nos 12 projectos, a participação vai de 20 a 51 por cento.