ENSA alcança resultado positivo em 2020

  • PCA da ENSA, Carlos Duarte
Luanda – A Empresa Nacional de Seguros e Resseguros de Angola (ENSA) registou, em 2020, um resultado líquido positivo de 17,6 mil milhões de kwanzas (Kz) nas suas contas, o que representa um aumento de Kz 7,7 mil milhões (278 por cento), em relação ao ano financeiro 2019, mantendo-se na liderança do mercado segurador angolano.

 Em 2019, a ENSA registou um resultado líquido negativo de 9,9 mil milhões, devido ao saneamento financeiro das contas, que visou a estabilidade da empresa.

Além do resultado líquido positivo, a respectiva seguradora aumentou também, em 2020, o valor dos seus activos, que estão avaliados 195,8 mil milhões de kwanzas, contra Kz 163 mil milhões de 2019, segundo o presidente do Conselho de Administração da ENSA, Carlos Duarte, que apresentou à imprensa nesta segunda-feira, em Luanda, o relatório de contas de 2020.

O volume de prémios também elevou-se de 63 mil milhões de kwanzas, em 2019, para Kz 84 mil milhões, em 2020.

Na ocasião, o gestor justificou que os resultados positivos e animadores alcançados neste período se deveram à implementação de um plano estratégico 2020/2022, que encoraja a administração da empresa a continuar com o seu trabalho.

Apontou, entre vários os serviços que a ENSA cobre, a petroquímica (68%), os transportes (47%) e os acidentes de trabalho (46%) como as áreas que mais contribuíram no alcance dos bons resultados da empresa.

Reconheceu que o ano de 2020 foi um período particularmente difícil, devido ao contexto da pandemia da covid-19, que afectou e continua a impactar negativamente na actividade das empresas.

 Processo de privatização da ENSA

 Quanto ao Programa de Privatização (Propriv) da ENSA, Carlos Duarte augura que nos próximos dias/meses se tenha já o Despacho Ministerial (Finanças), que dará corpo ao lançamento do concurso público para a privatização desta seguradora até ao final deste ano.

Assegurou ainda que o processo de privatização da ENSA está avançado, com uma equipa vasta de trabalho que está a gerir esta questão.

Entretanto, em relação ao quadro do pessoal, Carlos Duarte assegura que “não haverá despedimentos colectivos na ENSA, com a privatização de parte do capital da empresa. A administração vai procurar aumentar a rentabilidade da empresa e manter os 578 colaboradores, espalhados em várias províncias do país.

A ENSA foi nomeada em 2019 como uma das principais empresas públicas a ser privatizada ao abrigo de um programa específico apoiado pelo Banco Mundial, para manter-se líder na sua actividade e para defender métodos de gestão reconhecidos como consistentes e dignos de confiança.

O capital social da ENSA será aberto a investimento interno e externo, o que se poderá traduzir num marco histórico para o futuro da actividade seguradora em Angola.

Fundada a 18 de Fevereiro de 1978, a ENSA iniciou a sua actividade a 15 de Abril do mesmo ano, com a denominação de Empresa Nacional de Seguros e Resseguros de Angola.

Actualmente, o grupo ENSA transformou-se de empresa pública para sociedade anónima, denominada, Invest Park.

 Em 2019, a ENSA registou um resultado líquido negativo de 9,9 mil milhões, devido ao saneamento financeiro das contas, que visou a estabilidade da empresa.

Além do resultado líquido positivo, a respectiva seguradora aumentou também, em 2020, o valor dos seus activos, que estão avaliados 195,8 mil milhões de kwanzas, contra Kz 163 mil milhões de 2019, segundo o presidente do Conselho de Administração da ENSA, Carlos Duarte, que apresentou à imprensa nesta segunda-feira, em Luanda, o relatório de contas de 2020.

O volume de prémios também elevou-se de 63 mil milhões de kwanzas, em 2019, para Kz 84 mil milhões, em 2020.

Na ocasião, o gestor justificou que os resultados positivos e animadores alcançados neste período se deveram à implementação de um plano estratégico 2020/2022, que encoraja a administração da empresa a continuar com o seu trabalho.

Apontou, entre vários os serviços que a ENSA cobre, a petroquímica (68%), os transportes (47%) e os acidentes de trabalho (46%) como as áreas que mais contribuíram no alcance dos bons resultados da empresa.

Reconheceu que o ano de 2020 foi um período particularmente difícil, devido ao contexto da pandemia da covid-19, que afectou e continua a impactar negativamente na actividade das empresas.

 Processo de privatização da ENSA

 Quanto ao Programa de Privatização (Propriv) da ENSA, Carlos Duarte augura que nos próximos dias/meses se tenha já o Despacho Ministerial (Finanças), que dará corpo ao lançamento do concurso público para a privatização desta seguradora até ao final deste ano.

Assegurou ainda que o processo de privatização da ENSA está avançado, com uma equipa vasta de trabalho que está a gerir esta questão.

Entretanto, em relação ao quadro do pessoal, Carlos Duarte assegura que “não haverá despedimentos colectivos na ENSA, com a privatização de parte do capital da empresa. A administração vai procurar aumentar a rentabilidade da empresa e manter os 578 colaboradores, espalhados em várias províncias do país.

A ENSA foi nomeada em 2019 como uma das principais empresas públicas a ser privatizada ao abrigo de um programa específico apoiado pelo Banco Mundial, para manter-se líder na sua actividade e para defender métodos de gestão reconhecidos como consistentes e dignos de confiança.

O capital social da ENSA será aberto a investimento interno e externo, o que se poderá traduzir num marco histórico para o futuro da actividade seguradora em Angola.

Fundada a 18 de Fevereiro de 1978, a ENSA iniciou a sua actividade a 15 de Abril do mesmo ano, com a denominação de Empresa Nacional de Seguros e Resseguros de Angola.

Actualmente, o grupo ENSA transformou-se de empresa pública para sociedade anónima, denominada, Invest Park.