Escassez de pescado leva armadores de Benguela a pescar no Namibe

  • Benguela: Caixas de peixe no interior de uma pescaria na Baía Farta
Benguela – Cerca de oitenta por cento dos armadores que operavam nos mares de Benguela estão a realizar a actividade piscatória nas águas do Namibe, devido a escassez de pescado na costa local, soube a Angop, nesta quarta-feira.

Segundo o director do Gabinete Provincial da Agricultura e Pescas, José Gomes da Silva, que falava à Rádio Benguela, o mercado benguelense não ressente da escassez de peixe, porque esses armadores, depois das capturas, regressam às respectivas bases, onde fazem as descargas.

“Não se pode dizer que o registo das capturas baixou a 50 por cento ou mais, uma vez que, desde que os armadores tenham condições de conservação, acabam descarregando nas bases de partida”, defendeu o responsável, admitindo a escassez.

A diminuição da captura está a ser influenciada por factores ambientais, como o baixo grau de oxigénio nas águas da região.

As espécies pelágicas como o carapau (de maior consumo das famílias) são as que mais escasseiam, o que eleva os níveis de procura por parte dos consumidores.

A província de Benguela conta com aproximadamente 40 embarcações para a pesca semi-industrial e industrial, assim como duas mil e 44 pequenas embarcações para a pesca artesanal.

Das 2.044 embarcações que apoiam a pesca artesanal nessa província, apenas cerca de 600 estão licenciadas.

Benguela é uma das regiões piscatórias do país que possui um número considerável de infra-estruturas para captura, conservação, congelação e transformação do pescado.

Actualmente, Benguela tem uma capacidade de cerca de mil e 850 toneladas de congelação por dia, e 12 mil e 500 toneladas de conservação/dia, superando todas as províncias piscatórias do país.

Segundo o director do Gabinete Provincial da Agricultura e Pescas, José Gomes da Silva, que falava à Rádio Benguela, o mercado benguelense não ressente da escassez de peixe, porque esses armadores, depois das capturas, regressam às respectivas bases, onde fazem as descargas.

“Não se pode dizer que o registo das capturas baixou a 50 por cento ou mais, uma vez que, desde que os armadores tenham condições de conservação, acabam descarregando nas bases de partida”, defendeu o responsável, admitindo a escassez.

A diminuição da captura está a ser influenciada por factores ambientais, como o baixo grau de oxigénio nas águas da região.

As espécies pelágicas como o carapau (de maior consumo das famílias) são as que mais escasseiam, o que eleva os níveis de procura por parte dos consumidores.

A província de Benguela conta com aproximadamente 40 embarcações para a pesca semi-industrial e industrial, assim como duas mil e 44 pequenas embarcações para a pesca artesanal.

Das 2.044 embarcações que apoiam a pesca artesanal nessa província, apenas cerca de 600 estão licenciadas.

Benguela é uma das regiões piscatórias do país que possui um número considerável de infra-estruturas para captura, conservação, congelação e transformação do pescado.

Actualmente, Benguela tem uma capacidade de cerca de mil e 850 toneladas de congelação por dia, e 12 mil e 500 toneladas de conservação/dia, superando todas as províncias piscatórias do país.