Estudo revela que apenas um em cada dez formados consegue emprego na Huíla

Lubango – Apenas um em cada dez jovens recém-formados no sistema de ensino e formação profissional consegue emprego na província da Huíla, revela um estudo realizado pela Faculdade de Economia da Universidade Mandume Ya Ndemufayo (UMN), nos últimos três anos.

Segundo uma nota da UMN, a que a ANGOP teve terça-feira acesso, no Lubango, o estudo foi realizado em parceria com o Governo, o PNUD e a Organização Internacional do Trabalho (OIT) e fornece uma análise de cerca de 40 instituições de ensino técnico-profissional da região, mostrando sucessos e fracassos dos jovens formados para obter emprego.

O trabalho, desenvolvido de Março de 2019 a Maio de 2020, sugere que, para aumentar o índice de empregabilidade, é urgente estabelecer-se uma ligação entre a procura e a oferta de competências profissionais no mercado, através da promoção de estágios, com vista a preencher o défice de competências necessárias para fomentar a produtividade.

Constitui também uma contribuição para o desenho de políticas que reduzam a pobreza, ressaltando o papel chave das competências profissionais na geração de emprego, rendimento e no fortalecimento da resiliência, colocando ao centro o desenvolvimento humano.

Na província da Huíla, mais de 800 jovens são lançados anualmente no mercado de emprego.

Segundo uma nota da UMN, a que a ANGOP teve terça-feira acesso, no Lubango, o estudo foi realizado em parceria com o Governo, o PNUD e a Organização Internacional do Trabalho (OIT) e fornece uma análise de cerca de 40 instituições de ensino técnico-profissional da região, mostrando sucessos e fracassos dos jovens formados para obter emprego.

O trabalho, desenvolvido de Março de 2019 a Maio de 2020, sugere que, para aumentar o índice de empregabilidade, é urgente estabelecer-se uma ligação entre a procura e a oferta de competências profissionais no mercado, através da promoção de estágios, com vista a preencher o défice de competências necessárias para fomentar a produtividade.

Constitui também uma contribuição para o desenho de políticas que reduzam a pobreza, ressaltando o papel chave das competências profissionais na geração de emprego, rendimento e no fortalecimento da resiliência, colocando ao centro o desenvolvimento humano.

Na província da Huíla, mais de 800 jovens são lançados anualmente no mercado de emprego.