Economista defende criação de mais oportunidades para atracção de investidores

  • Economista, Carlos Rosado
Saurimo – O economista Carlos Rosado defendeu esta quinta-feira, em Saurimo (Lunda Sul), que o Executivo deve criar mais encontros de cariz internacional para atrair investidores, visando desenvolver o sector dos diamantes no país.

Em declarações à ANGOP, à margem da 1ª Conferência Internacional dos Diamantes, Carlos Rosado sustentou que a política utilizada para atracção de investidores ainda é fraca, mas com estas iniciativas de promoção de conferências vai-se atingir tal desiderato.

“ Há necessidade de Executivo e seus parceiros darem continuidade na realização de eventos do género, com periodicidade anual ou mais, para que as regiões com maior índice de produção de diamantes sejam alvos de investimentos sérios, que contribuam no desenvolvimento das mesmas zonas”, asseverou.

Explicou que, segundo os dados disponibilizados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), o diamante representa no país 0,6 porcento do PIB, contribuindo com 1,7 para as receitas do Estado, criando pelo menos 15 mil postos de emprego nos mais variados subsectores da extracção diamantífera.

“O contributo dos diamantes não se mede pelas receitas que proporcionam, mas para aquilo que é o auxílio na melhoria da vida das populações, sobretudo na região leste, onde há maiores projectos de exploração do minério”, enfatizou. 

Carlos Rosado é de opinião de que o Executivo, em parceria com os empresários, deve rever profundamente o seu programa de actuação no âmbito social, para o apoio as famílias residentes nas zonas circunvizinhanças das minas.

Com lema “Angola: Destino para o Investimento Sustentável na Indústria de Diamantes”, os conferencistas da 1ª Conferência Internacional dos Diamantes, durante três dias, debruçam-se sobre os rendimentos na indústria diamantífera nos últimos cinco anos, métodos e disponibilidade de dados, investigação geológica, resultados de áreas com potencial mineiro, desafios e impactos nas comunidades.

Igualmente estão em análise temas como a exploração mineira e desenvolvimento de projectos diamantíferos em Angola, depósitos primários e secundários, prospecção, análise de mercado de diamantes, pesquisa de tendências de joalharia e dados de laboratórios, bolsa, futuro do mercado e financiamento sustentável para a indústria mineira em transformação.

 

Em declarações à ANGOP, à margem da 1ª Conferência Internacional dos Diamantes, Carlos Rosado sustentou que a política utilizada para atracção de investidores ainda é fraca, mas com estas iniciativas de promoção de conferências vai-se atingir tal desiderato.

“ Há necessidade de Executivo e seus parceiros darem continuidade na realização de eventos do género, com periodicidade anual ou mais, para que as regiões com maior índice de produção de diamantes sejam alvos de investimentos sérios, que contribuam no desenvolvimento das mesmas zonas”, asseverou.

Explicou que, segundo os dados disponibilizados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), o diamante representa no país 0,6 porcento do PIB, contribuindo com 1,7 para as receitas do Estado, criando pelo menos 15 mil postos de emprego nos mais variados subsectores da extracção diamantífera.

“O contributo dos diamantes não se mede pelas receitas que proporcionam, mas para aquilo que é o auxílio na melhoria da vida das populações, sobretudo na região leste, onde há maiores projectos de exploração do minério”, enfatizou. 

Carlos Rosado é de opinião de que o Executivo, em parceria com os empresários, deve rever profundamente o seu programa de actuação no âmbito social, para o apoio as famílias residentes nas zonas circunvizinhanças das minas.

Com lema “Angola: Destino para o Investimento Sustentável na Indústria de Diamantes”, os conferencistas da 1ª Conferência Internacional dos Diamantes, durante três dias, debruçam-se sobre os rendimentos na indústria diamantífera nos últimos cinco anos, métodos e disponibilidade de dados, investigação geológica, resultados de áreas com potencial mineiro, desafios e impactos nas comunidades.

Igualmente estão em análise temas como a exploração mineira e desenvolvimento de projectos diamantíferos em Angola, depósitos primários e secundários, prospecção, análise de mercado de diamantes, pesquisa de tendências de joalharia e dados de laboratórios, bolsa, futuro do mercado e financiamento sustentável para a indústria mineira em transformação.