Executivo pede apoio da Espanha na edificação da economia

  • Manuel Nunes Junior,  Ministro De Estado para a Coordanação Económica, Discursando no Fórum Angola - Espanha
Luanda - O ministro de Estado para a Coordenação Económica de Angola, Manuel Nunes Júnior, pediu ajuda, nesta quinta-feira, ao Reino da Espanha para edificar a economia nacional menos dependente do petróleo.

Manuel Júnior, ao falar no Fórum Empresarial Angola-Espanha, no quadro da visita oficial do Presidente do Governo de Espanha, Pedro Sánchez Pérez Castejón, referiu que precisa-se deste apoio, para que a economia cresça de forma sustentável, seja geradora de empregos, crie rendimentos e permita combater à fome e à pobreza, elevando o padrão de vida da população.

“Nós contamos com a Espanha”, disse o ministro de Estado para a Coordenação Económica, Manuel Nunes Júnior, sustentando que Angola quer acabar definitivamente com a dependência do petróleo, com a aposta na mudança da estrutura económica do País, para uma economia mais diversificada.

Nesta senda, apontou os sectores da agricultura, indústria, pescas, turismo, construção, entre outros, como ramos que podem ajudar a edificar as fontes de rendimento do País.

No seu entender, só deste modo Angola poderá ter uma economia com níveis de crescimento altos e sustentáveis, baseado em critérios de competitividade.

Ciente dos desafios, Manuel Júnior diz ser necessário a instauração do factor “confiança “ na economia, considerado um elemento fundamental nas empresas, quer públicas como privadas.

Na sua intervenção, passou em revista a situação macro-económica em Angola, apontando a valorização do Kwanza, desde Novembro último, face a outras moedas estrangeiras, com foco no Dólar e no Euro.

Aos presentes, referiu que o nível de endividamento de Angola com os credores externos teve outro rumo, em 2020, com passos dados no seu perfilamento, de modo a torná-la sustentável e criar espaço na tesouraria para fazer face as “grandes” necessidades do País.

Ao aderir a iniciativa de suspensão do serviço da dívida proposta pelo G20, Angola tem benefícios favoráveis com remanescentes, o que vai permitir um adiamento de parte do pagamento, até 2023, segundo o governante.

No conjunto, o serviço da dívida externa representa 55,2%, com destaque para a China.

No quadro do programa de adiamento do pagamento da dívida, o país vai beneficiar de um espaço fiscal de aproximadamente seis mil milhões de dólares, nos próximos dois anos.

“Vamos envidar esforços para que a dívida do país se mantenha numa trajectória sustentável”, reiterou apontando medidas como a saída da recessão económica e entrar para o cenário de retoma da economia e seguir com a politica orçamental prudente.

O Fórum Empresarial Angola-Espanha foi prestigiado com a presença do Chefe de Governo do Reino da Espanha, Pedro Sánchez Pérez Castejón, que está em Angola com um grupo de empresários que constatam oportunidades de investimentos.

Manuel Júnior, ao falar no Fórum Empresarial Angola-Espanha, no quadro da visita oficial do Presidente do Governo de Espanha, Pedro Sánchez Pérez Castejón, referiu que precisa-se deste apoio, para que a economia cresça de forma sustentável, seja geradora de empregos, crie rendimentos e permita combater à fome e à pobreza, elevando o padrão de vida da população.

“Nós contamos com a Espanha”, disse o ministro de Estado para a Coordenação Económica, Manuel Nunes Júnior, sustentando que Angola quer acabar definitivamente com a dependência do petróleo, com a aposta na mudança da estrutura económica do País, para uma economia mais diversificada.

Nesta senda, apontou os sectores da agricultura, indústria, pescas, turismo, construção, entre outros, como ramos que podem ajudar a edificar as fontes de rendimento do País.

No seu entender, só deste modo Angola poderá ter uma economia com níveis de crescimento altos e sustentáveis, baseado em critérios de competitividade.

Ciente dos desafios, Manuel Júnior diz ser necessário a instauração do factor “confiança “ na economia, considerado um elemento fundamental nas empresas, quer públicas como privadas.

Na sua intervenção, passou em revista a situação macro-económica em Angola, apontando a valorização do Kwanza, desde Novembro último, face a outras moedas estrangeiras, com foco no Dólar e no Euro.

Aos presentes, referiu que o nível de endividamento de Angola com os credores externos teve outro rumo, em 2020, com passos dados no seu perfilamento, de modo a torná-la sustentável e criar espaço na tesouraria para fazer face as “grandes” necessidades do País.

Ao aderir a iniciativa de suspensão do serviço da dívida proposta pelo G20, Angola tem benefícios favoráveis com remanescentes, o que vai permitir um adiamento de parte do pagamento, até 2023, segundo o governante.

No conjunto, o serviço da dívida externa representa 55,2%, com destaque para a China.

No quadro do programa de adiamento do pagamento da dívida, o país vai beneficiar de um espaço fiscal de aproximadamente seis mil milhões de dólares, nos próximos dois anos.

“Vamos envidar esforços para que a dívida do país se mantenha numa trajectória sustentável”, reiterou apontando medidas como a saída da recessão económica e entrar para o cenário de retoma da economia e seguir com a politica orçamental prudente.

O Fórum Empresarial Angola-Espanha foi prestigiado com a presença do Chefe de Governo do Reino da Espanha, Pedro Sánchez Pérez Castejón, que está em Angola com um grupo de empresários que constatam oportunidades de investimentos.