Exploração de manganês em Kitota começa este mês

  • Minas de Manganês na localidade de Quitota Cacuso
Cacuso (Malanje) - A Mina de Quitota, localizada na comuna de Quizenga, município de Cacuso (província de Malanje), vai começar, este mês, a exploração de manganês, a céu aberto, com uma produção média mensal de 10 mil toneladas.

Enquadrado no Programa Nacional de Desenvolvimento, o projecto mineiro prevê atingir até finais deste ano cerca de 40 mil toneladas mês de manganês (produto usado na produção de aços especiais, tendo em conta a sua resistência, anti-desgaste e rigidez).

Propriedade da empresa MN-Kitota Exploração Mineira e Comércio Lda, a mina foi licenciada em 2020, numa concessão de 576 quilómetros quadrados, na área situada entre os municípios de Cacuso, Calandula, na província de Malanje, abrangendo também Samba Caju (Cuanza Norte).

Com o objectivo de avaliar os preparativos para o seu arranque, uma delegação do Ministério dos Recursos Minerais, Petróleos e Gás, chefiada pelo director acional dos Recursos Minerais, André Buta Neto, trabalhou, terça-feira, na região,

O responsável da mina, Miguel Sérgio Teixeira, garantiu que tudo está a ser feito para que o empreendimento seja inaugurado no dia 19 deste mês.

“Estamos a realizar trabalhos nas frentes de exploração, a montar as linhas de britagem e de extracção do minério”, disse, acrescentando que o projecto terá duas fases de exploração, sendo a primeira a céu aberto e a segunda subterrânea, com uma reserva de 12 milhões de toneladas.

Conforme Miguel Teixeira, o nível do manganês a explorar na Mina de Quitota vai de 43 a 48 por cento, e as empresas de siderurgias do país serão os principais destinos da produção, antes de se pensar na exportação.

Disse que, nesta primeira fase, o manganês será transportado para a central de beneficiamento localizada em Luanda, através da via rodoviária e, posteriormente, de comboio, através da Estacão de Quizenga, que dista a 15 quilómetros do projecto mineiro.

Miguel Teixeira revelou que foram gastos cerca de 15 milhões de Dólares americanos para a reactivação da mina, que, no período de 1969 a 1974, foi explorada por uma companhia holandesa.

No âmbito da responsabilidade social, o projecto, que deu emprego a 20 jovens locais e 6 expatriados, prevê a construção e o apetrechamento de uma escola de 6 salas de aulas, um posto de saúde, bem como apoios aos camponeses do município de Cacuso.

 

 

Enquadrado no Programa Nacional de Desenvolvimento, o projecto mineiro prevê atingir até finais deste ano cerca de 40 mil toneladas mês de manganês (produto usado na produção de aços especiais, tendo em conta a sua resistência, anti-desgaste e rigidez).

Propriedade da empresa MN-Kitota Exploração Mineira e Comércio Lda, a mina foi licenciada em 2020, numa concessão de 576 quilómetros quadrados, na área situada entre os municípios de Cacuso, Calandula, na província de Malanje, abrangendo também Samba Caju (Cuanza Norte).

Com o objectivo de avaliar os preparativos para o seu arranque, uma delegação do Ministério dos Recursos Minerais, Petróleos e Gás, chefiada pelo director acional dos Recursos Minerais, André Buta Neto, trabalhou, terça-feira, na região,

O responsável da mina, Miguel Sérgio Teixeira, garantiu que tudo está a ser feito para que o empreendimento seja inaugurado no dia 19 deste mês.

“Estamos a realizar trabalhos nas frentes de exploração, a montar as linhas de britagem e de extracção do minério”, disse, acrescentando que o projecto terá duas fases de exploração, sendo a primeira a céu aberto e a segunda subterrânea, com uma reserva de 12 milhões de toneladas.

Conforme Miguel Teixeira, o nível do manganês a explorar na Mina de Quitota vai de 43 a 48 por cento, e as empresas de siderurgias do país serão os principais destinos da produção, antes de se pensar na exportação.

Disse que, nesta primeira fase, o manganês será transportado para a central de beneficiamento localizada em Luanda, através da via rodoviária e, posteriormente, de comboio, através da Estacão de Quizenga, que dista a 15 quilómetros do projecto mineiro.

Miguel Teixeira revelou que foram gastos cerca de 15 milhões de Dólares americanos para a reactivação da mina, que, no período de 1969 a 1974, foi explorada por uma companhia holandesa.

No âmbito da responsabilidade social, o projecto, que deu emprego a 20 jovens locais e 6 expatriados, prevê a construção e o apetrechamento de uma escola de 6 salas de aulas, um posto de saúde, bem como apoios aos camponeses do município de Cacuso.