Expo/Cuanza Norte rende mais de 290 milhões de kwanzas

  • Exposição de frutas na Expo/Cuanza Norte
Ndalatando – A quarta edição da Expo/Cuanza Norte, realizada entre 14 e 18 do corrente mês, gerou um volume de negócios avaliado em 299 milhões de kwanzas.

O sector de máquinas agrícolas, com 250 milhões de kwanzas, foi o que mais facturou, seguido da área de restauração, com dez milhões, e do artesanato, com 3,5 milhões.

A Expo/Cuanza Norte, dominada pelo sector agro-pecuário, com a participação de 150 expositores das províncias de Luanda, Cabinda, Uíge, Malanje, Huambo e Benguela e registou a presença de mais de quatro mil visitantes.

 A feira teve grande procura por produtos agrícolas, que animou e surpreendeu os expositores do ramo, que perspectivam aumentar a produção, para dar resposta à demanda, na próxima edição.

Os expositores consideraram satisfatório o evento, pelo volume e contactos para novos negócios, assim como pela troca de experiência e parceria.

Ademar Andrade, da empresa Solita & Mário, ligada ao sector do artesanato, revelou ter arrecadado mais de dois milhões de kwanzas, resultantes da comercialização de mais de 400 pares de sandálias de couro.

O administrador municipal do Bolongongo, Luís Coxe, destacou que o evento incentivou os produtores do município a reforçarem a participação, para melhor divulgação do potencial agrícola da região, opinião partilhada por António Victorino Watica, administrador de Quiculungo.

Entre os produtos agrícolas, o município do Quiculungo exibiu o o café Cazengo, produzido na região e muito solicitado pelos visitantes.

Narciso Francisco, responsável do stand do Gabinete para o Desenvolvimento Económico do Cuanza Norte, recordou que a sua a instituição promoveu na feira os mineiros existentes na província, com realce para mármores branco e preto, granito, calcário, cuarzito, manganês, ferro, basalto, areia e arenito, que resultou em contactos com vários empresários, sobretudo estrangeiros, interessados em explorar tais recursos.

Nelson Bartolomeu, da empresa Proteja Seguros, que participou pelo primeira vez, levou serviços como seguro de risco, de saúde, automóvel, acidentes de trabalho e como inovação o seguro agrícola, que foi marcado, numa primeira fase, por pedidos de esclarecimentos e contactos com os visitantes.

O Instituto Nacional de Segurança Social, estreante na feira, também registou grande solicitação de emissão de cartões de segurado e esclarecimentos para a inscrição na instituição.

O representante da AGT, João António Bambi, caracterizou positiva a adesão do público ao stand da instituição tributária, onde a atribuição do número de contribuinte foi o serviço mais procurado, seguido de pedido de esclarecimentos sobre o imposto predial urbano.

Ao presidir o encerramento, o director do Gabinete Provincial para o Desenvolvimento Económico, Humberto Mesquita, incentivou os investidores a aproveitarem as feiras para exporem o seu potencial e abrirem novos negócios.

O sector de máquinas agrícolas, com 250 milhões de kwanzas, foi o que mais facturou, seguido da área de restauração, com dez milhões, e do artesanato, com 3,5 milhões.

A Expo/Cuanza Norte, dominada pelo sector agro-pecuário, com a participação de 150 expositores das províncias de Luanda, Cabinda, Uíge, Malanje, Huambo e Benguela e registou a presença de mais de quatro mil visitantes.

 A feira teve grande procura por produtos agrícolas, que animou e surpreendeu os expositores do ramo, que perspectivam aumentar a produção, para dar resposta à demanda, na próxima edição.

Os expositores consideraram satisfatório o evento, pelo volume e contactos para novos negócios, assim como pela troca de experiência e parceria.

Ademar Andrade, da empresa Solita & Mário, ligada ao sector do artesanato, revelou ter arrecadado mais de dois milhões de kwanzas, resultantes da comercialização de mais de 400 pares de sandálias de couro.

O administrador municipal do Bolongongo, Luís Coxe, destacou que o evento incentivou os produtores do município a reforçarem a participação, para melhor divulgação do potencial agrícola da região, opinião partilhada por António Victorino Watica, administrador de Quiculungo.

Entre os produtos agrícolas, o município do Quiculungo exibiu o o café Cazengo, produzido na região e muito solicitado pelos visitantes.

Narciso Francisco, responsável do stand do Gabinete para o Desenvolvimento Económico do Cuanza Norte, recordou que a sua a instituição promoveu na feira os mineiros existentes na província, com realce para mármores branco e preto, granito, calcário, cuarzito, manganês, ferro, basalto, areia e arenito, que resultou em contactos com vários empresários, sobretudo estrangeiros, interessados em explorar tais recursos.

Nelson Bartolomeu, da empresa Proteja Seguros, que participou pelo primeira vez, levou serviços como seguro de risco, de saúde, automóvel, acidentes de trabalho e como inovação o seguro agrícola, que foi marcado, numa primeira fase, por pedidos de esclarecimentos e contactos com os visitantes.

O Instituto Nacional de Segurança Social, estreante na feira, também registou grande solicitação de emissão de cartões de segurado e esclarecimentos para a inscrição na instituição.

O representante da AGT, João António Bambi, caracterizou positiva a adesão do público ao stand da instituição tributária, onde a atribuição do número de contribuinte foi o serviço mais procurado, seguido de pedido de esclarecimentos sobre o imposto predial urbano.

Ao presidir o encerramento, o director do Gabinete Provincial para o Desenvolvimento Económico, Humberto Mesquita, incentivou os investidores a aproveitarem as feiras para exporem o seu potencial e abrirem novos negócios.