Exportação do petróleo caiu 7,26% em 2020

  • Largo Lueji,  baixa da cidade de Luanda
Luanda -  As exportações angolanas de petróleo bruto situaram-se em 446,394 milhões de barris em 2020, menos 7,26 por cento do que as remessas totais de 478,9 milhões de barris do período anterior (2019).

O referido resultado negativo foi fundamentalmente influenciado pelas medidas impostas pela propagação da pandemia da Covid-19 que afectou fortemente a economia mundial e enfraqueceu a procura global do preço do petróleo.

A título de exemplo, o Brent teve uma tendência muito volátil, tendo em conta que em Abril do período em referência o preço chegou a fixar-se em USD 13,240, representando um valor muito aquém, se comparado aos outros períodos, de acordo com o relatório do referido ano.

Durante o período em análise, o preço médio ponderado foi de 40,987/bbl que resultaram em receitas brutas na ordem de USD 18.296.541.436, 23 em relação ao período de 2019, segundo dados divulgados hoje em conferência de imprensa pelo Ministério dos Recursos Minerais, Petróleos e Gás (Mirempet).

Entretanto, a produção média situou-se em 1.171 mil barris por dia, sendo que tirando a parte consumida internamente, registou-se um volume de exportação médio de 1.220 barris/dia, de acordo com o secretario de Estado do Ministério dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás, José Barroso.

 “Esta é a receita bruta de todo petróleo produzido em Angola. Entretanto, a petrolífera nacional - a Sonangol - e a Agência Nacional de Petróleo e Gás (ANPG) produzem 36,83 por cento das quantidades.

Quanto às companhias internacionais destacam-se a Total, com 14,76%; a Esso (9,60%); a BP (8,59%); e a Chevron e a Eni, com 6,875, respectivamente.

Segundo José Barroso, os resultados em receitas brutas que de alguma forma contribuíram para o crescimento económico do país.

Exportações por destinos

Na ocasião, o director de Estudo e Estatística do Ministério dos Recursos Minerais e Petróleo, Alexandre Barreto, fez saber que, actualmente, o país continua a ter a China como principal destino de exportação, com 7,07%, e a Índia (com 5,87%).

O único país Africano que importou petróleo bruto de Angola foi a África do Sul, com um volume de importação correspondente a 1,06% do total.

Embora o preço das ramas angolanas tenha acompanhado a tendência do preço do Brent, referente ao período em avaliação,  o mercado Asiático continua a ser o principal destino das exportação de petróleo bruto e gás de Angola.

Na ocasião, o responsável salientou que o petróleo bruto angolano beneficiou com o aumento da procura de ramas e baixo teor de enxofre no mercado internacional.

O referido resultado negativo foi fundamentalmente influenciado pelas medidas impostas pela propagação da pandemia da Covid-19 que afectou fortemente a economia mundial e enfraqueceu a procura global do preço do petróleo.

A título de exemplo, o Brent teve uma tendência muito volátil, tendo em conta que em Abril do período em referência o preço chegou a fixar-se em USD 13,240, representando um valor muito aquém, se comparado aos outros períodos, de acordo com o relatório do referido ano.

Durante o período em análise, o preço médio ponderado foi de 40,987/bbl que resultaram em receitas brutas na ordem de USD 18.296.541.436, 23 em relação ao período de 2019, segundo dados divulgados hoje em conferência de imprensa pelo Ministério dos Recursos Minerais, Petróleos e Gás (Mirempet).

Entretanto, a produção média situou-se em 1.171 mil barris por dia, sendo que tirando a parte consumida internamente, registou-se um volume de exportação médio de 1.220 barris/dia, de acordo com o secretario de Estado do Ministério dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás, José Barroso.

 “Esta é a receita bruta de todo petróleo produzido em Angola. Entretanto, a petrolífera nacional - a Sonangol - e a Agência Nacional de Petróleo e Gás (ANPG) produzem 36,83 por cento das quantidades.

Quanto às companhias internacionais destacam-se a Total, com 14,76%; a Esso (9,60%); a BP (8,59%); e a Chevron e a Eni, com 6,875, respectivamente.

Segundo José Barroso, os resultados em receitas brutas que de alguma forma contribuíram para o crescimento económico do país.

Exportações por destinos

Na ocasião, o director de Estudo e Estatística do Ministério dos Recursos Minerais e Petróleo, Alexandre Barreto, fez saber que, actualmente, o país continua a ter a China como principal destino de exportação, com 7,07%, e a Índia (com 5,87%).

O único país Africano que importou petróleo bruto de Angola foi a África do Sul, com um volume de importação correspondente a 1,06% do total.

Embora o preço das ramas angolanas tenha acompanhado a tendência do preço do Brent, referente ao período em avaliação,  o mercado Asiático continua a ser o principal destino das exportação de petróleo bruto e gás de Angola.

Na ocasião, o responsável salientou que o petróleo bruto angolano beneficiou com o aumento da procura de ramas e baixo teor de enxofre no mercado internacional.