Exportações exigem qualidade dos produtos - Economista

Soyo - O economista angolano Carlos do Rosado atribuiu, sábado, na cidade do Soyo, província do Zaire, o baixo volume das exportações nacionais à falta de qualidade dos bens e serviços produzidos no país.

Carlos do Rosado sublinhou que a ausência de competitividade no mercado empresarial nacional está na base da baixa qualidade dos produtos, pelo que não se consegue conquistar os mercados internacionais.

Aconselhou, por isso, a classe empresarial a apostar mais na qualidade dos seus produtos, bens e serviços, de modo a alcançarem as praças mundiais, altamente competitivas.

Carlos do Rosado fez essas observações ao dissertar sobre “A visão do Presidente da República, João Lourenço, na superação da crise económica e o desenvolvimento sustentável do país”, promovida pela Movangola.

Considerou a diversificação da economia nacional como a solução para a estabilização macro-económica do país, daí atribuir um papel fundamental no aumento das exportações nacionais fora do sector petrolífero.

Sugeriu um forte investimento nos demais sectores produtivos, reconhecendo, no entanto, que até à presente data, pouco foi feito para este fim.

Recordou como potenciais sectores que devem merecer maior atenção no país, a agricultura, geologia e minas, as pescas, o turismo e a indústria transformadora.

Referiu-se igualmente à melhoria do ambiente de negócios no país, processo em curso, através do qual os empresários nacionais e estrangeiros sentem-se atraídos e confortáveis para investir.

Apontou, como caminho, as reformas a nível da economia do país, o combate à corrupção, a eliminação da burocracia, assim como a contínua construção e reabilitação da rede viária nacional.

O reajuste paulatino dos preços dos combustíveis, de modo a se acabar, de forma gradual, com as subvenções por parte do Estado, consta também das sugestões do economista.

Carlos do Rosado sublinhou que a ausência de competitividade no mercado empresarial nacional está na base da baixa qualidade dos produtos, pelo que não se consegue conquistar os mercados internacionais.

Aconselhou, por isso, a classe empresarial a apostar mais na qualidade dos seus produtos, bens e serviços, de modo a alcançarem as praças mundiais, altamente competitivas.

Carlos do Rosado fez essas observações ao dissertar sobre “A visão do Presidente da República, João Lourenço, na superação da crise económica e o desenvolvimento sustentável do país”, promovida pela Movangola.

Considerou a diversificação da economia nacional como a solução para a estabilização macro-económica do país, daí atribuir um papel fundamental no aumento das exportações nacionais fora do sector petrolífero.

Sugeriu um forte investimento nos demais sectores produtivos, reconhecendo, no entanto, que até à presente data, pouco foi feito para este fim.

Recordou como potenciais sectores que devem merecer maior atenção no país, a agricultura, geologia e minas, as pescas, o turismo e a indústria transformadora.

Referiu-se igualmente à melhoria do ambiente de negócios no país, processo em curso, através do qual os empresários nacionais e estrangeiros sentem-se atraídos e confortáveis para investir.

Apontou, como caminho, as reformas a nível da economia do país, o combate à corrupção, a eliminação da burocracia, assim como a contínua construção e reabilitação da rede viária nacional.

O reajuste paulatino dos preços dos combustíveis, de modo a se acabar, de forma gradual, com as subvenções por parte do Estado, consta também das sugestões do economista.