FACRA regista pouca adesão na Lunda Sul

Saurimo – O Fundo Activo de Capital de Risco Angolano (FACRA) que visa apoiar os jovens empreendedores com créditos bonificados, tem registado pouca adesão por parte de interessados na província da Lunda Sul, informou hoje, quarta-feira, o director do Gabinete Integrado de Desenvolvimento Económico loca, Kelson Malomalo.

Enquadrado nas medidas de alívio económico e financeiro causada pela pandemia da Covid-19, o crédito será operacionalizado por sete sociedades e uma cooperativa de crédito, entre as quais o Kixi-Crédito e o Banco BNI.

O valor de crédito a receber varia de 100 mil a sete milhões de Kwanzas, devendo dirigir-se as representações existentes na província acompanhadas, inicialmente, de uma cópia do Bilhete de Identidades e duas fotografias.

Em declarações à ANGOP, o responsável explicou que o Fundo, foi lançado e apresentado as organizações juvenis da província, no princípio de Dezembro de 2020, mas até ao momento ninguém se candidatou ao FACRA.

Explicou que nenhuma província recebeu uma única quota para o efeito, daí a necessidade dos interessados serem mais céleres na adesão ao crédito, de modos a se beneficiarem, tendo em conta que algumas regiões já receberam números consideráveis de candidaturas.

Apontou o processamento alimentar, distribuição de produtos agro-alimentar e de pesca, reciclagem de resíduos sólidos urbanos, bem como produção cultural, entre outras, como sendo as áreas de actuação do crédito.

 

Enquadrado nas medidas de alívio económico e financeiro causada pela pandemia da Covid-19, o crédito será operacionalizado por sete sociedades e uma cooperativa de crédito, entre as quais o Kixi-Crédito e o Banco BNI.

O valor de crédito a receber varia de 100 mil a sete milhões de Kwanzas, devendo dirigir-se as representações existentes na província acompanhadas, inicialmente, de uma cópia do Bilhete de Identidades e duas fotografias.

Em declarações à ANGOP, o responsável explicou que o Fundo, foi lançado e apresentado as organizações juvenis da província, no princípio de Dezembro de 2020, mas até ao momento ninguém se candidatou ao FACRA.

Explicou que nenhuma província recebeu uma única quota para o efeito, daí a necessidade dos interessados serem mais céleres na adesão ao crédito, de modos a se beneficiarem, tendo em conta que algumas regiões já receberam números consideráveis de candidaturas.

Apontou o processamento alimentar, distribuição de produtos agro-alimentar e de pesca, reciclagem de resíduos sólidos urbanos, bem como produção cultural, entre outras, como sendo as áreas de actuação do crédito.