Falta de energia inviabiliza investimentos no Balombo

Lobito – A Administração municipal do Balombo, província de Benguela, está apreensiva com a falta de energia eléctrica da rede devido à inviabilidade do investimento privado, apesar dos vastos terrenos disponíveis e da bacia hidrográfica do município.

Segundo o administrador adjunto para a área técnica e infra-estruturas, Ricardo Catumbela, o município está a ser alimentado apenas por dois geradores, sendo um de 150 Kva, que trabalha durante o dia e alimenta as instituições, e outro de 550 Kva, que funciona no período da noite e alimenta as vias públicas e residências.

 

Este último, para ser poupado devido a altitude do município, fornece apenas 350 Kva para mais de 500 consumidores a nível da sede.

 

Com vista a encontrar uma solução rápida e definitiva, Ricardo Catumbela informou que esteve recentemente no Balombo uma equipa do Governo provincial, chefiada pelo governador Rui Falcão, para fazer um levantamento sobre o futuro investimento neste sector.

 

“Há possibilidade de se obter energia das barragens mais próximas, como por exemplo a do Lomaum, no Cubal, ou a construção de uma central eléctrica semelhante à do município do Bocoio”, explicou.  

 

Outro constrangimento, asseverou, está nas vias de acesso, principalmente nas zonas com melhores potencialidades agrícolas, por causa do escoamento dos produtos do campo.

 

Neste âmbito, as vias que ligam o município sede às três comunas, nomeadamente Chingongo, Chindumbo e Makamombolo, estão inseridas no Plano Integrado de Intervenção nos Municípios (PIIM), com trabalhos já em curso.

 

A terraplanagem de 14 quilómetros do troço de acesso à sede municipal e a de 28 quilómetros para  Makamombolo, estão a cargo da empresa DMTK-DIOTEX, Lda.

 

Os trabalhos no troço de 30 quilómetros que ligam à comuna de Chindumbo, também já estão em curso. “Apenas falta a intervenção num troço de sete quilómetros porque estão encarregues a empresa que está a trabalhar na via de Makamombolo”, disse.

 

Ricardo Catumbela adiantou ainda que estão a ser recuperados alguns pontecos para facilitar o acesso a algumas aldeias onde também há grande produção agrícola.

 

Afirmou que “estas intervenções nas vias de acesso serão uma grande mais-valia no sentido de descongestionar os produtos que acabavam por se estragar, muitas vezes por falta de escoamento”.

 

A título de exemplo, revelou que já existe uma empresa na comuna de Makamombolo que trabalha com os camponeses locais na compra dos seus produtos, para comercializar noutras localidades da província.

 

O município do Balombo é um grande produtor de feijão e cultiva também em grande escala a batata-doce, batata rena, amendoim, ananás, milho e hortícolas.

Segundo o administrador adjunto para a área técnica e infra-estruturas, Ricardo Catumbela, o município está a ser alimentado apenas por dois geradores, sendo um de 150 Kva, que trabalha durante o dia e alimenta as instituições, e outro de 550 Kva, que funciona no período da noite e alimenta as vias públicas e residências.

 

Este último, para ser poupado devido a altitude do município, fornece apenas 350 Kva para mais de 500 consumidores a nível da sede.

 

Com vista a encontrar uma solução rápida e definitiva, Ricardo Catumbela informou que esteve recentemente no Balombo uma equipa do Governo provincial, chefiada pelo governador Rui Falcão, para fazer um levantamento sobre o futuro investimento neste sector.

 

“Há possibilidade de se obter energia das barragens mais próximas, como por exemplo a do Lomaum, no Cubal, ou a construção de uma central eléctrica semelhante à do município do Bocoio”, explicou.  

 

Outro constrangimento, asseverou, está nas vias de acesso, principalmente nas zonas com melhores potencialidades agrícolas, por causa do escoamento dos produtos do campo.

 

Neste âmbito, as vias que ligam o município sede às três comunas, nomeadamente Chingongo, Chindumbo e Makamombolo, estão inseridas no Plano Integrado de Intervenção nos Municípios (PIIM), com trabalhos já em curso.

 

A terraplanagem de 14 quilómetros do troço de acesso à sede municipal e a de 28 quilómetros para  Makamombolo, estão a cargo da empresa DMTK-DIOTEX, Lda.

 

Os trabalhos no troço de 30 quilómetros que ligam à comuna de Chindumbo, também já estão em curso. “Apenas falta a intervenção num troço de sete quilómetros porque estão encarregues a empresa que está a trabalhar na via de Makamombolo”, disse.

 

Ricardo Catumbela adiantou ainda que estão a ser recuperados alguns pontecos para facilitar o acesso a algumas aldeias onde também há grande produção agrícola.

 

Afirmou que “estas intervenções nas vias de acesso serão uma grande mais-valia no sentido de descongestionar os produtos que acabavam por se estragar, muitas vezes por falta de escoamento”.

 

A título de exemplo, revelou que já existe uma empresa na comuna de Makamombolo que trabalha com os camponeses locais na compra dos seus produtos, para comercializar noutras localidades da província.

 

O município do Balombo é um grande produtor de feijão e cultiva também em grande escala a batata-doce, batata rena, amendoim, ananás, milho e hortícolas.