Falta de verbas paralisa produção de ovos na Chicala-Cholohanga

Chicala-Cholohanga – A produção de ovos no aviário “JGV”, no município da Chicala-Cholohanga, província do Huambo, com capacidade instalada de dois mil e 500/dia, está paralisada desde 2019 por falta de verbas, soube hoje, terça-feira, a ANGOP.

Esta interrupção contribuiu, significativamente, no aumento do preço do ovo na província do Huambo, com o cartão a ser comercializado a três mil e 900 kwanzas, quando no princípio de 2020 era vendido a Akz dois mil e 200.

Actualmente, funcionam quatro aviários, que todos os dias colocam nos mercados das províncias do Huambo, Bié e do Cuando-Cubango cerca de 25 mil ovos.

Em declarações à ANGOP, o proprietário do projecto, José Gervásio Ventania, informou que, desde 2015, tem remetido vários ofícios de solicitação de crédito aos bancos comerciais da província, mas, infelizmente, nunca obteve resposta.

Sem avançar o valor necessário para alavancar o projecto, o empresário disse que, apesar de contar somente com o salário para empreender o negócio, investiu desde 2012, altura da sua criação, o equivalente a 15 mil dólares norte-americanos.

Informou que a falta de recursos financeiros levou o aviário a se abdicar da produção de ovos e apostar unicamente na criação de galinhas para o abate, com mil e 500 aves disponíveis.

José Gervásio Ventania disse ainda que uma das grandes dificuldades está relacionada com a escassez de ração para as aves, com um gasto diário de 650 quilogramas.

Conforme o interlocutor, os produtos chegam a ser mais baratos em Luanda (capital do país), onde o saco de 50 quilogramas de ração é comercializado a 770 kwanzas, ao contrário do mercado local, com um custo de AKz cinco mil a mesma quantidade.

“Antes era muito mais fácil comprar ração em Luanda, mas agora, com as medidas de restrição impostas pela Covid-19, as coisas tornaram-se mais difíceis, daí o aumento das nossas dificuldades”, disse o proprietário do primeiro aviário da província do Huambo.

Na Chicala-Cholohanga, limitada pelos municípios do Huambo, Bailundo e Cachiungo, além de localidades da província da Huíla, vivem pelo menos 185 mil habitantes e perto de 180 mil fazem do cultivo da terra e da criação de animais o seu ganha-pão.

 

Esta interrupção contribuiu, significativamente, no aumento do preço do ovo na província do Huambo, com o cartão a ser comercializado a três mil e 900 kwanzas, quando no princípio de 2020 era vendido a Akz dois mil e 200.

Actualmente, funcionam quatro aviários, que todos os dias colocam nos mercados das províncias do Huambo, Bié e do Cuando-Cubango cerca de 25 mil ovos.

Em declarações à ANGOP, o proprietário do projecto, José Gervásio Ventania, informou que, desde 2015, tem remetido vários ofícios de solicitação de crédito aos bancos comerciais da província, mas, infelizmente, nunca obteve resposta.

Sem avançar o valor necessário para alavancar o projecto, o empresário disse que, apesar de contar somente com o salário para empreender o negócio, investiu desde 2012, altura da sua criação, o equivalente a 15 mil dólares norte-americanos.

Informou que a falta de recursos financeiros levou o aviário a se abdicar da produção de ovos e apostar unicamente na criação de galinhas para o abate, com mil e 500 aves disponíveis.

José Gervásio Ventania disse ainda que uma das grandes dificuldades está relacionada com a escassez de ração para as aves, com um gasto diário de 650 quilogramas.

Conforme o interlocutor, os produtos chegam a ser mais baratos em Luanda (capital do país), onde o saco de 50 quilogramas de ração é comercializado a 770 kwanzas, ao contrário do mercado local, com um custo de AKz cinco mil a mesma quantidade.

“Antes era muito mais fácil comprar ração em Luanda, mas agora, com as medidas de restrição impostas pela Covid-19, as coisas tornaram-se mais difíceis, daí o aumento das nossas dificuldades”, disse o proprietário do primeiro aviário da província do Huambo.

Na Chicala-Cholohanga, limitada pelos municípios do Huambo, Bailundo e Cachiungo, além de localidades da província da Huíla, vivem pelo menos 185 mil habitantes e perto de 180 mil fazem do cultivo da terra e da criação de animais o seu ganha-pão.