FAO forma 90 criadores e tratadores de gado em produção de forragem

  • Cuanza Sul: Agropecuária na fazenda "Santo António
Lubango - O Fundo das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) disponibilizou este ano 15 milhões e 200 mil kwanzas para a formação comunitária de criadores e tratadores de gado em produção de forragem (capim melhorado) nas províncias da Huíla, Cunene e Namibe.

O curso está direccionado às comunidades rurais produtoras e detentoras do gado, como bois e pequenos ruminantes (cabritos e ovelhas), cujos técnicos estão subdivididos em três grupos e cada um tem duas semanas de formação.

O objectivo é aumentar a produção de alimentos para o gado e minimizar as perdas do animal relacionadas com a seca.

A formação, que teve inicio este mês, está a ser implementada pelo Instituto Superior Politécnico da Huíla (ISPH), no âmbito da cooperação entre FAO e Universidade Mandume Ya Ndemufayo.

Em declarações à Angop hoje, sábado, no Lubango, o vice-decano para a área Científica e Académica do ISPH Huíla, Rafael Chingachiwa, afirmou que as comunidades têm vontade de melhorar o seu pasto, mas falta o conhecimento científico para catapultar e potenciar o esforço que eles fazem.

Declarou que apesar das províncias do sul de Angola serem detentoras do maior efectivo ganadeiro no país, existe pouca produção, causada por uma má alimentação do gado, agravado pelo factor “seca”, que tem influenciado para a redução do gado na região.  

Referiu que os formandos estão a receber matérias de produção de pasto, processamento e seu armazenamento, incluindo a criação de um banco de proteínas, sendo que posteriormente vão ensinar às comunidades, em vez do sistema extensivo de pasto, a optar pelo semi-extensivo, que inclui a criação de parques, onde o gado fica confinado, sem fazer grandes caminhadas para não cansar-se.

Por sua vez, o coordenador da componente SAMAP da FAO, Rogério Rosa disse que o foco da formação é a melhoria da produção de pasto para o gado das comunidades rurais, numa fase em que a região sul sofre com os efeitos da seca.

"O curso tem como foco a produção de alimentação animal, principalmente forrageiras, construção de banco de proteínas, a produção de piquetes e áreas de pastagens onde os animais vão ser rotacionados", salientou.

O incentivo na produção de forragem, para assegurar a alimentação das manadas de bovinos nos períodos de carência de pasto, tem sido uma aposta dos criadores empresariais, sobretudo, como forma de produzir carne de qualidade, evitando que animais andem muita distância a procura de alimento.

O curso está direccionado às comunidades rurais produtoras e detentoras do gado, como bois e pequenos ruminantes (cabritos e ovelhas), cujos técnicos estão subdivididos em três grupos e cada um tem duas semanas de formação.

O objectivo é aumentar a produção de alimentos para o gado e minimizar as perdas do animal relacionadas com a seca.

A formação, que teve inicio este mês, está a ser implementada pelo Instituto Superior Politécnico da Huíla (ISPH), no âmbito da cooperação entre FAO e Universidade Mandume Ya Ndemufayo.

Em declarações à Angop hoje, sábado, no Lubango, o vice-decano para a área Científica e Académica do ISPH Huíla, Rafael Chingachiwa, afirmou que as comunidades têm vontade de melhorar o seu pasto, mas falta o conhecimento científico para catapultar e potenciar o esforço que eles fazem.

Declarou que apesar das províncias do sul de Angola serem detentoras do maior efectivo ganadeiro no país, existe pouca produção, causada por uma má alimentação do gado, agravado pelo factor “seca”, que tem influenciado para a redução do gado na região.  

Referiu que os formandos estão a receber matérias de produção de pasto, processamento e seu armazenamento, incluindo a criação de um banco de proteínas, sendo que posteriormente vão ensinar às comunidades, em vez do sistema extensivo de pasto, a optar pelo semi-extensivo, que inclui a criação de parques, onde o gado fica confinado, sem fazer grandes caminhadas para não cansar-se.

Por sua vez, o coordenador da componente SAMAP da FAO, Rogério Rosa disse que o foco da formação é a melhoria da produção de pasto para o gado das comunidades rurais, numa fase em que a região sul sofre com os efeitos da seca.

"O curso tem como foco a produção de alimentação animal, principalmente forrageiras, construção de banco de proteínas, a produção de piquetes e áreas de pastagens onde os animais vão ser rotacionados", salientou.

O incentivo na produção de forragem, para assegurar a alimentação das manadas de bovinos nos períodos de carência de pasto, tem sido uma aposta dos criadores empresariais, sobretudo, como forma de produzir carne de qualidade, evitando que animais andem muita distância a procura de alimento.