Feira do bombó junta 70 expositores em Camanongue

  • Feira vai expor vários produtos do campo com destaque para o bombó
Camanongue – Setenta expositores do município de Camanongue, província do Moxico, vão apresentar, a partir de sexta-feira, as potencialidades da produção de bombo, durante uma feira de iniciativa da Administração Municipal de Camanongue.

O evento, denominado “Feira do Bombo”, visa demonstrar as potencialidades de Camanongue, município que dista a 52 quilómetros, a norte do Luena, sobre o bombó e de outros produtos de campo produzidos na região.

Em declarações à imprensa, o porta-voz da Feira, Gilberto Luvundo, disse que se pretende atrair mais investimentos ao município e estabelecer parcerias de negócio entre os expositores e os visitantes.

Explicou que se pretende agrupar 100 expositores no local, pois as inscrições ainda decorrem. 

Apelou á população a acorrerem ao local, podendo adquirir produtos do campo, para além do bombó, a preços razoáveis.

Por outro lado, o porta-voz garantiu estarem criadas as condições técnicas, de segurança e biossegurança, devido ao contexto actual da Covid-19.

Estarão patentes na feira, produtos como o milho, feijão (frade e manteiga), a ginguba (amendoim), a soja, a batata-doce e rena, mandioca entre outros tubérculos, café, cana-de-açúcar, frutas como a banana, ananás citrinos (laranja, limão e tangerina), hortícolas como o tomate, couves, repolho, alface, cebola, alho entre outros.

As feiras agrícolas são uma iniciativa do governo do Moxico, impulsionadas neste ano de 2021, que visam expor as potencialidades agrícolas dessas regiões, com a estreia no município do Moxico (agro-pecuária), seguiu-se a Cameia (Feira da Banana), Luacano (do Peixe), Léua (agrícola e pesca), e agora o Camanongue (do Bombó).

A Feira do Moxico, município sede, arrecadou mais de kz 20 milhões, Cameia, Kz 16 milhões, Léua, 16 milhões, e o Luacano, 22 milhões de kwanzas.  

 

 

O evento, denominado “Feira do Bombo”, visa demonstrar as potencialidades de Camanongue, município que dista a 52 quilómetros, a norte do Luena, sobre o bombó e de outros produtos de campo produzidos na região.

Em declarações à imprensa, o porta-voz da Feira, Gilberto Luvundo, disse que se pretende atrair mais investimentos ao município e estabelecer parcerias de negócio entre os expositores e os visitantes.

Explicou que se pretende agrupar 100 expositores no local, pois as inscrições ainda decorrem. 

Apelou á população a acorrerem ao local, podendo adquirir produtos do campo, para além do bombó, a preços razoáveis.

Por outro lado, o porta-voz garantiu estarem criadas as condições técnicas, de segurança e biossegurança, devido ao contexto actual da Covid-19.

Estarão patentes na feira, produtos como o milho, feijão (frade e manteiga), a ginguba (amendoim), a soja, a batata-doce e rena, mandioca entre outros tubérculos, café, cana-de-açúcar, frutas como a banana, ananás citrinos (laranja, limão e tangerina), hortícolas como o tomate, couves, repolho, alface, cebola, alho entre outros.

As feiras agrícolas são uma iniciativa do governo do Moxico, impulsionadas neste ano de 2021, que visam expor as potencialidades agrícolas dessas regiões, com a estreia no município do Moxico (agro-pecuária), seguiu-se a Cameia (Feira da Banana), Luacano (do Peixe), Léua (agrícola e pesca), e agora o Camanongue (do Bombó).

A Feira do Moxico, município sede, arrecadou mais de kz 20 milhões, Cameia, Kz 16 milhões, Léua, 16 milhões, e o Luacano, 22 milhões de kwanzas.