Finanças apresenta desempenho macroeconómico em Roadshow

Luanda - O Ministério das Finanças realizou, nos dias 7 e 8 de Abril, em parceria com o Deutsche Bank, uma Conferência Global com Investidores do mercado financeiro internacional, em formato virtual, para apresentar o desempenho recente e as perspectivas macroeconómicas de Angola.

O balanço do processo das reformas económicas e sociais, em curso, os desenvolvimentos no âmbito da gestão da Covid-19 e respectivo processo de vacinação, bem como o desempenho do engajamento com as instituições financeiras multilaterais, especialmente o Programa de Financiamento Ampliado (EFF) com o FMI, foram entre outros os objectivos desta iniciativa.

Em comunicado a que Angop teve acesso nesta segunda-feira,  durante as diferentes sessões com os investidores, a delegação governamental angolana traçou um quadro sobre as realizações no âmbito da política macro-fiscal e gestão da dívida pública, da tendência de estabilização do mercado cambial e monetário.

Analisou igualmente as perspectivas de evolução do sector dos hidrocarbonetos e minerais, bem como dos avanços em termos de melhoria do ambiente de negócios e dinamização da economia não petrolífera.

A delegação angolana  foi chefiada pela ministra das Finanças, Vera Daves de Sousa, e contou também com o  governador do Banco Nacional de Angola, José de Lima Massano; dos secretário de Estado da Saúde, Franco Mufinda; para o Petróleo e Gás, José Alexandre Barroso; da Economia, Mário Caetano João.

O presidente do Conselho de Administração da Sonangol, Sebastião Gaspar Martins, marcou igualmente presença no certame.

Angola realizou, até ao momento, três emissões de Eurobonds no mercado financeiro internacional.

No ano de 2015, colocou USD 1,5 mil milhões no mercado, com maturidade de 10 anos e em 2018, emitiu em duas parcelas, sendo uma no valor de USD 1,75 mil milhões (com maturidade de 10 anos), e outra no valor de USD 1,25 mil milhões (com maturidade de 30 anos).

Três meses depois, o Governo avançou com a reabertura daquela emissão, dada a forte procura que existiu, garantindo mais 500 milhões de dólares. No último trimestre de 2019 foram também emitidos Eurobonds no valor de 3 mil milhões de dólares.

A referida transacção foi efectuada em duas tranches sendo uma parcela com valor nominal de USD 1,75 mil milhões e maturidade de 10 anose a segunda parcela com o valor nominal de USD 1,25 mil milhões e maturidade de 30 anos.

O balanço do processo das reformas económicas e sociais, em curso, os desenvolvimentos no âmbito da gestão da Covid-19 e respectivo processo de vacinação, bem como o desempenho do engajamento com as instituições financeiras multilaterais, especialmente o Programa de Financiamento Ampliado (EFF) com o FMI, foram entre outros os objectivos desta iniciativa.

Em comunicado a que Angop teve acesso nesta segunda-feira,  durante as diferentes sessões com os investidores, a delegação governamental angolana traçou um quadro sobre as realizações no âmbito da política macro-fiscal e gestão da dívida pública, da tendência de estabilização do mercado cambial e monetário.

Analisou igualmente as perspectivas de evolução do sector dos hidrocarbonetos e minerais, bem como dos avanços em termos de melhoria do ambiente de negócios e dinamização da economia não petrolífera.

A delegação angolana  foi chefiada pela ministra das Finanças, Vera Daves de Sousa, e contou também com o  governador do Banco Nacional de Angola, José de Lima Massano; dos secretário de Estado da Saúde, Franco Mufinda; para o Petróleo e Gás, José Alexandre Barroso; da Economia, Mário Caetano João.

O presidente do Conselho de Administração da Sonangol, Sebastião Gaspar Martins, marcou igualmente presença no certame.

Angola realizou, até ao momento, três emissões de Eurobonds no mercado financeiro internacional.

No ano de 2015, colocou USD 1,5 mil milhões no mercado, com maturidade de 10 anos e em 2018, emitiu em duas parcelas, sendo uma no valor de USD 1,75 mil milhões (com maturidade de 10 anos), e outra no valor de USD 1,25 mil milhões (com maturidade de 30 anos).

Três meses depois, o Governo avançou com a reabertura daquela emissão, dada a forte procura que existiu, garantindo mais 500 milhões de dólares. No último trimestre de 2019 foram também emitidos Eurobonds no valor de 3 mil milhões de dólares.

A referida transacção foi efectuada em duas tranches sendo uma parcela com valor nominal de USD 1,75 mil milhões e maturidade de 10 anose a segunda parcela com o valor nominal de USD 1,25 mil milhões e maturidade de 30 anos.