Gestores reconhecem falhas na valorização dos recursos humanos

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Luanda – Os gestores de empresas privadas em Angola admitiram esta quarta-feira, em Luanda, haver desvalorização dos recursos humanos dentro das organizações, tendo em conta às más condições de trabalho fornecidas aos colaboradores por parte de algumas empresas.

Para a directora do Departamento de Desenvolvimento de Carreiras da empresa “Africa Talants”, Maria Futa, o nível de desmotivação dos trabalhadores em Angola ainda é elevado, em função das injustiças e péssimas condições de trabalho existentes nas empresas.

A também psicóloga organizacional, que falava à ANGOP, no final do primeiro Workshop sobre “satisfação/felicidade dos colaboradores no local de trabalho”, organizado pela empresa Oku Human, apontou ainda, como causa, a fraca interacção entre o empregador e o trabalhador.

Conforme Maria Futa, em Angola são poucas as empresas que valorizam o desempenho do colaborador ou colocam no centro das suas atenções o ser humano, em detrimento dos bens materiais.       

Diante desse cenário, apontou o enquadramento de psicólogos ou criação de áreas específicas para acompanharem e atenderem as reais dificuldades dos trabalhadores como uma das soluções a adoptar-se para se resolver o problema da insatisfação dos colaboradores.

Por outro lado, considerou gratificante o Workshop, por permitir recordar aos gestores que o centro/foco das empresas deve ser o homem (recurso humano), que deve se sentir feliz e motivado no local de trabalho.  

Por sua vez, o director-geral da Pumangol, Ivanilson Machado, disse ser necessário as empresas investirem mais na melhoria das condições de trabalho, para que os colaboradores se sintam felizes e contribuam no desenvolvimento das respectivas organizações.

Já Gizela Guimarães, gestora de recursos humanos da Refriango, afirmou ser fundamental proporcionar a felicidade no seio dos colaboradores, para torná-los mais produtivos e, assim, contagiarem o seu bem-estar aos outros funcionários, contribuindo no crescimento da empresa.

“Por outro lado, os trabalhadores devem sentir-se felizes pelo facto de possuírem um emprego, porque muitas pessoas estão sem ocupação e outras perderam os postos de trabalho, por causa da crise económica e financeira, agravada pela pandemia da Covid-19”, sublinhou.

Por outro lado, o responsável da Oku Human, Tiago Carlos, assegurou que sua empresa vai continuar a organizar eventos do género, com vista a sensibilizar os gestores a criarem as condições necessárias para proporcionar a felicidade e o bem-estar aos trabalhadores, assim como rentabilizar as suas empresas.

O primeiro Workshop sobre “satisfação/felicidade dos colaboradores no local de trabalho”, organizado pela empresa Oku Human, de forma gratuita, contou com a participação de 28 gestores de empresas privadas, como a Total, Pumangol, Zap, Refriango, entre outras.  

A Oku Human é uma empresa de consultoria em recursos humanos que está no mercado angolano há apenas seis meses.

Para a directora do Departamento de Desenvolvimento de Carreiras da empresa “Africa Talants”, Maria Futa, o nível de desmotivação dos trabalhadores em Angola ainda é elevado, em função das injustiças e péssimas condições de trabalho existentes nas empresas.

A também psicóloga organizacional, que falava à ANGOP, no final do primeiro Workshop sobre “satisfação/felicidade dos colaboradores no local de trabalho”, organizado pela empresa Oku Human, apontou ainda, como causa, a fraca interacção entre o empregador e o trabalhador.

Conforme Maria Futa, em Angola são poucas as empresas que valorizam o desempenho do colaborador ou colocam no centro das suas atenções o ser humano, em detrimento dos bens materiais.       

Diante desse cenário, apontou o enquadramento de psicólogos ou criação de áreas específicas para acompanharem e atenderem as reais dificuldades dos trabalhadores como uma das soluções a adoptar-se para se resolver o problema da insatisfação dos colaboradores.

Por outro lado, considerou gratificante o Workshop, por permitir recordar aos gestores que o centro/foco das empresas deve ser o homem (recurso humano), que deve se sentir feliz e motivado no local de trabalho.  

Por sua vez, o director-geral da Pumangol, Ivanilson Machado, disse ser necessário as empresas investirem mais na melhoria das condições de trabalho, para que os colaboradores se sintam felizes e contribuam no desenvolvimento das respectivas organizações.

Já Gizela Guimarães, gestora de recursos humanos da Refriango, afirmou ser fundamental proporcionar a felicidade no seio dos colaboradores, para torná-los mais produtivos e, assim, contagiarem o seu bem-estar aos outros funcionários, contribuindo no crescimento da empresa.

“Por outro lado, os trabalhadores devem sentir-se felizes pelo facto de possuírem um emprego, porque muitas pessoas estão sem ocupação e outras perderam os postos de trabalho, por causa da crise económica e financeira, agravada pela pandemia da Covid-19”, sublinhou.

Por outro lado, o responsável da Oku Human, Tiago Carlos, assegurou que sua empresa vai continuar a organizar eventos do género, com vista a sensibilizar os gestores a criarem as condições necessárias para proporcionar a felicidade e o bem-estar aos trabalhadores, assim como rentabilizar as suas empresas.

O primeiro Workshop sobre “satisfação/felicidade dos colaboradores no local de trabalho”, organizado pela empresa Oku Human, de forma gratuita, contou com a participação de 28 gestores de empresas privadas, como a Total, Pumangol, Zap, Refriango, entre outras.  

A Oku Human é uma empresa de consultoria em recursos humanos que está no mercado angolano há apenas seis meses.