Banco Mundial concede crédito de USD 150 milhões a Angola

  • Ministra das Finanças, Vera Daves
Luanda - O Governo angolano e o Banco Mundial (BM) assinaram hoje, em Luanda, um acordo de financiamento avaliado em 150 milhões de dólares norte-americano, para facilitar a compra de vacinas, no âmbito do processo de prevenção à covid-19.

Na ocasião, a ministra das Finanças, Vera Daves, destacou a parceria entre o Governo de Angola e o BM, que se traduz em grandes conquistas para domínios estratégicos, para o desenvolvimento económico e social de Angola.

Assegurou que o Ministério das Finanças vai imprimir a mesma velocidade para que os primeiros desembolsos aconteçam.

De acordo com Vera Daves, estão asseguradas as melhores soluções possíveis para que esse financiamento ajude no combate à disseminação do covid-19, com foco na vacinação.

Prometeu a devida mobilização de recursos para combate a Covid-19, através de assinatura de acordos de financiamento, bem como por via da mobilização de recursos extraordinários do Tesouro para apoiar, por meio do Ministério da Saúde, a luta do Executivo de combate a covid-19 e as grandes endemias.

Apelou a sociedade civil e os cidadãos de uma forma geral para aderirem aos postos de vacinação.

Por seu turno, a ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta, destacou o empenho dos ministérios das Finanças, Saúde e do BM, que trabalharam de forma integrada, por terem percebido a necessidade que o país tem e a importância da imunização para salvar vidas, tendo em conta que a vacina é segura, gratuita em Angola e que salva vidas.

“…Temos a nossa população elegível de 15.8 milhões de habitantes, dependendo do tipo de vacina, já podemos estar a falar em mais de 30 milhões de doses de vacina”, disse.

  A governante disse que a meta é vacinar até ao final do ano 60% da população elegível, “mas queremos chegar aos 100% e chegar às idades de 12 anos que alguns países estão a vacinar”, reforço.

Segundo a ministra, o financiamento tem tês componentes fundamentais, aquisição de vacinas, vigilância epidemiológica (vigilância, laboratorial, manejo de casos, biossegurança, reagentes necessários para testagem e equipamentos, reforço da cadeia de frio) e operacionalização das campanhas de vacinação.

Frisou que continuarão a trabalhar com o BM. “ Tem sido um parceiro estratégico para o sector, disse a responsável, realçando que desta forma e com os recursos disponíveis, haverá uma boa campanha de vacinação, uma componente fundamental da luta contra a Covid-19”.

 Segundo a ministra, a estratégia de vacinação tem sido reconhecida por organizações internacionais, como a OMS, Covax, e outros países que têm Angola como uma referência em África.

Já o representante do Banco Mundial (BM) no País, Jean-Christophe Carret, realçou que o Governo e o BM focalizaram e trabalharam para levar a cabo este projecto.

Disse ter constatado que o Governo de Angola tem feito todos os esforços no sentido de vacinar a sua população, visando atingir uma cobertura acima de 50%.

“Na qualidade de director do BM em Angola farei tudo ao meu alcance para ajudar o Governo a alcançar o seu desiderato”, assegurou.

Na ocasião, a ministra das Finanças, Vera Daves, destacou a parceria entre o Governo de Angola e o BM, que se traduz em grandes conquistas para domínios estratégicos, para o desenvolvimento económico e social de Angola.

Assegurou que o Ministério das Finanças vai imprimir a mesma velocidade para que os primeiros desembolsos aconteçam.

De acordo com Vera Daves, estão asseguradas as melhores soluções possíveis para que esse financiamento ajude no combate à disseminação do covid-19, com foco na vacinação.

Prometeu a devida mobilização de recursos para combate a Covid-19, através de assinatura de acordos de financiamento, bem como por via da mobilização de recursos extraordinários do Tesouro para apoiar, por meio do Ministério da Saúde, a luta do Executivo de combate a covid-19 e as grandes endemias.

Apelou a sociedade civil e os cidadãos de uma forma geral para aderirem aos postos de vacinação.

Por seu turno, a ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta, destacou o empenho dos ministérios das Finanças, Saúde e do BM, que trabalharam de forma integrada, por terem percebido a necessidade que o país tem e a importância da imunização para salvar vidas, tendo em conta que a vacina é segura, gratuita em Angola e que salva vidas.

“…Temos a nossa população elegível de 15.8 milhões de habitantes, dependendo do tipo de vacina, já podemos estar a falar em mais de 30 milhões de doses de vacina”, disse.

  A governante disse que a meta é vacinar até ao final do ano 60% da população elegível, “mas queremos chegar aos 100% e chegar às idades de 12 anos que alguns países estão a vacinar”, reforço.

Segundo a ministra, o financiamento tem tês componentes fundamentais, aquisição de vacinas, vigilância epidemiológica (vigilância, laboratorial, manejo de casos, biossegurança, reagentes necessários para testagem e equipamentos, reforço da cadeia de frio) e operacionalização das campanhas de vacinação.

Frisou que continuarão a trabalhar com o BM. “ Tem sido um parceiro estratégico para o sector, disse a responsável, realçando que desta forma e com os recursos disponíveis, haverá uma boa campanha de vacinação, uma componente fundamental da luta contra a Covid-19”.

 Segundo a ministra, a estratégia de vacinação tem sido reconhecida por organizações internacionais, como a OMS, Covax, e outros países que têm Angola como uma referência em África.

Já o representante do Banco Mundial (BM) no País, Jean-Christophe Carret, realçou que o Governo e o BM focalizaram e trabalharam para levar a cabo este projecto.

Disse ter constatado que o Governo de Angola tem feito todos os esforços no sentido de vacinar a sua população, visando atingir uma cobertura acima de 50%.

“Na qualidade de director do BM em Angola farei tudo ao meu alcance para ajudar o Governo a alcançar o seu desiderato”, assegurou.