Governo perspectiva privatizar mais de 100 empresas este ano

  • Secretário de Estado para as Finanças e Tesouro, Otoniel dos Santos
Luanda – O Governo angolano prevê privatizar, este ano, 113 empresas, entre as quais o Banco de Comércio e Indústria (BCI), informou, terça-feira, em Luanda, o secretário de Estado das Finanças e Tesouro, Ottoniel Santos.

O responsável, que falava à imprensa no final do encontro da Comissão Nacional Interministerial do Programa de Privatizações 2019-2022 (PROPRIV), fez saber que, no primeiro trimestre, serão privatizadas 40 empresas; no segundo, 60, e no terceiro trimestre (13).

No referido programa, disse o também coordenador do PROPIV, foram analisados aspectos particulares de empresas como a Biocom, Mult-tel, TV Cabo, com alguma profundidade, todos eles susceptíveis de nortear as acções seguintes do grupo técnico.

Na ocasião, foi ainda analisada a proposta de privatização das empresas do grupo Zahara, cuja estratégia foi aprovada através de uma modalidade para cada uma das unidades e que também fará parte do leque prioritário do grupo técnico.

A comissão aprovou também, segundo o secretário de Estado, o “draft” do Decreto Presidencial que aprova a incorporação de cinco activos no programa de privatizações, que foram recuperados pelo Estado e que vão passar para a esfera privada de modo a manterem o seu valor de mercado e estimularem a economia nacional.

Neste encontro, de acordo com o dirigente, foi dado a conhecer o processo de privatização do Banco de Comércio e Indústria (BCI), que será privatizado por via de leilão em Bolsa, num processo onde já estão 15 entidades interessadas.

Por fim, foi destaque, a apresentação do “DashBoard” das privatizações.

Trata-se de uma peça de comunicação para se fazer o seguimento da evolução do PROPRIV, que vai permitir os intervenientes e interessados acompanharem os estágios do programa, número de empresas a privatizar, valores arrecadados, procedimentos de privatização, entre outras, em documentos traduzidos também na língua inglesa.

O PROPRIV foi criado com o fito de reduzir a intervenção do Estado na economia e promover o fomento empresarial, assim como reforçar a capacidade empresarial.

O responsável, que falava à imprensa no final do encontro da Comissão Nacional Interministerial do Programa de Privatizações 2019-2022 (PROPRIV), fez saber que, no primeiro trimestre, serão privatizadas 40 empresas; no segundo, 60, e no terceiro trimestre (13).

No referido programa, disse o também coordenador do PROPIV, foram analisados aspectos particulares de empresas como a Biocom, Mult-tel, TV Cabo, com alguma profundidade, todos eles susceptíveis de nortear as acções seguintes do grupo técnico.

Na ocasião, foi ainda analisada a proposta de privatização das empresas do grupo Zahara, cuja estratégia foi aprovada através de uma modalidade para cada uma das unidades e que também fará parte do leque prioritário do grupo técnico.

A comissão aprovou também, segundo o secretário de Estado, o “draft” do Decreto Presidencial que aprova a incorporação de cinco activos no programa de privatizações, que foram recuperados pelo Estado e que vão passar para a esfera privada de modo a manterem o seu valor de mercado e estimularem a economia nacional.

Neste encontro, de acordo com o dirigente, foi dado a conhecer o processo de privatização do Banco de Comércio e Indústria (BCI), que será privatizado por via de leilão em Bolsa, num processo onde já estão 15 entidades interessadas.

Por fim, foi destaque, a apresentação do “DashBoard” das privatizações.

Trata-se de uma peça de comunicação para se fazer o seguimento da evolução do PROPRIV, que vai permitir os intervenientes e interessados acompanharem os estágios do programa, número de empresas a privatizar, valores arrecadados, procedimentos de privatização, entre outras, em documentos traduzidos também na língua inglesa.

O PROPRIV foi criado com o fito de reduzir a intervenção do Estado na economia e promover o fomento empresarial, assim como reforçar a capacidade empresarial.