AIA mobiliza micro-créditos para agricultura familiar

  • Grande parte dos camponeses e agricultores ainda usam enxadas e arado puxado pelo boi
Lubango – Cem pequenos produtores da província da Huíla ligados à agricultura familiar vão beneficiar, a partir de Janeiro de 2021, de um financiamento, destinado à compra de meios de trabalho no campo.

Os valores vão de 50 mil a sete milhões de kwanzas, quantia mobilizada pela Associação Industrial de Angola (AIA).

O financiamento é destinado a aquisição de kits para produção de blocos de cimento, moto cultivadoras, motobombas, debulhadoras de milho, moagens para milho, bombó e trigo, descascadoras de trigo, café e arroz, material para venda de frescos e para a pesca artesanal.

O delegado da AIA na Huíla, Francisco Bayua Chocolate, em declarações à Angop, realçou que a ideia surge da sequência do acordo que a direcção do ProperAngola, liderado pela AIA, tem com a Banca Nacional, para a atribuição de pequenos financiamentos para aquisição desses meios ou ainda para sementes, cujo reembolso será feito em 24 meses.    

Para o acesso ao crédito são apenas necessários documentos pessoais, conta bancária e o aval da cooperativa ou associação a que o interessado faça parte. 

As inscrições para a concessão dos financiamentos já decorrem e terminam no dia 31 de Dezembro do ano em curso, para que no mês seguinte se inicie a dotação dos financiamentos aos agricultores, que terão um período de carência de seis meses para a maturidade do crédito.

Apesar de não avançar o valor global do financiamento, admitiu que a adesão dos agricultores ainda é tímida, pois deve-se pela vulnerabilidade e incertezas que o sector da agricultura apresenta.

Pelo menos 605 mil e 304 hectares preenchem a presente campanha agrícola na província da Huíla, mais 184 mil e 961 hectares em relação a campanha anterior, um processo que envolve 314 mil e 604 famílias.

 

 

Os valores vão de 50 mil a sete milhões de kwanzas, quantia mobilizada pela Associação Industrial de Angola (AIA).

O financiamento é destinado a aquisição de kits para produção de blocos de cimento, moto cultivadoras, motobombas, debulhadoras de milho, moagens para milho, bombó e trigo, descascadoras de trigo, café e arroz, material para venda de frescos e para a pesca artesanal.

O delegado da AIA na Huíla, Francisco Bayua Chocolate, em declarações à Angop, realçou que a ideia surge da sequência do acordo que a direcção do ProperAngola, liderado pela AIA, tem com a Banca Nacional, para a atribuição de pequenos financiamentos para aquisição desses meios ou ainda para sementes, cujo reembolso será feito em 24 meses.    

Para o acesso ao crédito são apenas necessários documentos pessoais, conta bancária e o aval da cooperativa ou associação a que o interessado faça parte. 

As inscrições para a concessão dos financiamentos já decorrem e terminam no dia 31 de Dezembro do ano em curso, para que no mês seguinte se inicie a dotação dos financiamentos aos agricultores, que terão um período de carência de seis meses para a maturidade do crédito.

Apesar de não avançar o valor global do financiamento, admitiu que a adesão dos agricultores ainda é tímida, pois deve-se pela vulnerabilidade e incertezas que o sector da agricultura apresenta.

Pelo menos 605 mil e 304 hectares preenchem a presente campanha agrícola na província da Huíla, mais 184 mil e 961 hectares em relação a campanha anterior, um processo que envolve 314 mil e 604 famílias.