Huíla: Fazenda Mumba prevê retorno do investimento em Junho

Cuvango - O retorno do investimento feito pela fazenda Mumba, no município do Cuvango (Huíla), na aquisição de animais para produção de carne, começa a partir de Junho deste ano.

Implementado há cinco anos, em 2020 o projecto beneficiou de um crédito no âmbito do Programa de Apoio à Produção, Diversificação das Exportações e Substituição das Importações (PRODESI) de 4.196 mil milhões de Kwanzas.

O mesmo está a ser aplicado no aumento da oferta da carne, traduzido no abate de 30 cabeças por semana, prevendo o retorno total do investimento até 2026.

Localizada a 45 quilómetros a Leste da vila municipal do Cuvango, tem uma área de 44 mil hectares, dez mil dos quais em exploração, com plantio de forragem (capim melhorado), milho e soja, destinado a ração para os animais.

A fazenda conta com mais de três mil animais e pretende atingir, nos próximos cinco anos, as 150 mil cabeças.  

Segundo o responsável do projecto, Nuno Paulo, em declarações hoje à Angop, em  2020 iniciou-se a comercialização da carne, com o abate de animais de 500 quilogramas, representando apenas um terço do pretendido, devido as consequências impostas pela pandemia da Covid-19.

Referiu que até ao momento só se efectivou a fase de investimentos, tendo-se colocado os animais, preparado os pastos e feito as sementeiras, como alguns pivôs para produção de milho, a fim de alimentar o gado.

Foram criadas no local, infra-estruturas de raiz, condições de rega, de energia, de busca de água do rio e de desmatação para o cultivo.

 

Implementado há cinco anos, em 2020 o projecto beneficiou de um crédito no âmbito do Programa de Apoio à Produção, Diversificação das Exportações e Substituição das Importações (PRODESI) de 4.196 mil milhões de Kwanzas.

O mesmo está a ser aplicado no aumento da oferta da carne, traduzido no abate de 30 cabeças por semana, prevendo o retorno total do investimento até 2026.

Localizada a 45 quilómetros a Leste da vila municipal do Cuvango, tem uma área de 44 mil hectares, dez mil dos quais em exploração, com plantio de forragem (capim melhorado), milho e soja, destinado a ração para os animais.

A fazenda conta com mais de três mil animais e pretende atingir, nos próximos cinco anos, as 150 mil cabeças.  

Segundo o responsável do projecto, Nuno Paulo, em declarações hoje à Angop, em  2020 iniciou-se a comercialização da carne, com o abate de animais de 500 quilogramas, representando apenas um terço do pretendido, devido as consequências impostas pela pandemia da Covid-19.

Referiu que até ao momento só se efectivou a fase de investimentos, tendo-se colocado os animais, preparado os pastos e feito as sementeiras, como alguns pivôs para produção de milho, a fim de alimentar o gado.

Foram criadas no local, infra-estruturas de raiz, condições de rega, de energia, de busca de água do rio e de desmatação para o cultivo.