Fazenda "Renascer" aumenta produção mensal de frangos de corte      

Lubango - A produção de frangos de corte na fazenda “Renascer”, localizada no município do Lubango, subiu, em Setembro do ano em curso, de mil para 2500 mensal, fruto de um investimento na aquisição de pintos e matéria-prima para ração.

Para alé das galinhas para abate, o investimento conta também com um aviário que produz desde 2017, entre dois mil a dois mil e 500 ovos/dia e projecta expandir a produção, processso que passa pelo alargamento das suas infra-estruturas, caso beneficie de financimento.

O foco no investimento  está na produção de ração e melhorar as suas infra-estruturas, num processo cuja meta é alcançar uma produção diária de 15 mil ovos e mensal de cinco mil frangos de corte, que é a sua capacidade instalada actualmente.

Toda a produção feita actualmente é comercializada na sua nova unidade de negócio “Minimercado Renascer” que existe há um ano, dedicada à venda de produtos naturais e nacionais.

Em declarações à Angop, nesta quinta-feira, no Lubango, o proprietário da fazenda, Adailson Nogueira, afirmou que, com investimentos próprios, cujo montante não revelou, foi possível adquirir mais dois mil e 500 novos pintos e assim aumentar a produção de frango mensal.

“Neste momento continuamos à procura de apoios financeiros para atingir a nossa capacidade total em ovos e frangos de corte. Estamos próximo de atingir os números apontados como meta para o ano em curso, no que toca a produção de frangos, mas a falta de financiamento limita as intenções”, disse.

Salientou que o investimento feito até ao momento é todo sem financiamento externo, mas precisa garantir um da banca para operacionalizar todas as unidades de negócio, para o seu funcionamento a 100%.

Informou que a empresa já se habilitou a um financiamento no âmbito do Programa de Apoio à Produção, Diversificação das Exportações e Substituição das Importações (PRODESI) para a criação de uma fábrica de ração e aumento da capacidade de produção e aguarda uma resposta.

Adailson Nogueira referiu estarem com uma força de trabalho de nove funcionários directos nas unidades de negócios e em prestação de serviço contam com 24 trabalhadores.

Destacou que tiveram de adaptar-se ao contexto que se vive actualmente, uma realidade que exige da empresa a reavaliação das perspectivas para os próximos tempos.

Para alé das galinhas para abate, o investimento conta também com um aviário que produz desde 2017, entre dois mil a dois mil e 500 ovos/dia e projecta expandir a produção, processso que passa pelo alargamento das suas infra-estruturas, caso beneficie de financimento.

O foco no investimento  está na produção de ração e melhorar as suas infra-estruturas, num processo cuja meta é alcançar uma produção diária de 15 mil ovos e mensal de cinco mil frangos de corte, que é a sua capacidade instalada actualmente.

Toda a produção feita actualmente é comercializada na sua nova unidade de negócio “Minimercado Renascer” que existe há um ano, dedicada à venda de produtos naturais e nacionais.

Em declarações à Angop, nesta quinta-feira, no Lubango, o proprietário da fazenda, Adailson Nogueira, afirmou que, com investimentos próprios, cujo montante não revelou, foi possível adquirir mais dois mil e 500 novos pintos e assim aumentar a produção de frango mensal.

“Neste momento continuamos à procura de apoios financeiros para atingir a nossa capacidade total em ovos e frangos de corte. Estamos próximo de atingir os números apontados como meta para o ano em curso, no que toca a produção de frangos, mas a falta de financiamento limita as intenções”, disse.

Salientou que o investimento feito até ao momento é todo sem financiamento externo, mas precisa garantir um da banca para operacionalizar todas as unidades de negócio, para o seu funcionamento a 100%.

Informou que a empresa já se habilitou a um financiamento no âmbito do Programa de Apoio à Produção, Diversificação das Exportações e Substituição das Importações (PRODESI) para a criação de uma fábrica de ração e aumento da capacidade de produção e aguarda uma resposta.

Adailson Nogueira referiu estarem com uma força de trabalho de nove funcionários directos nas unidades de negócios e em prestação de serviço contam com 24 trabalhadores.

Destacou que tiveram de adaptar-se ao contexto que se vive actualmente, uma realidade que exige da empresa a reavaliação das perspectivas para os próximos tempos.