IDA massifica produção do café na Huíla, Huambo e Bié 

Lubango - Cento e 50 mil mudas de café arábica estão a ser distribuídas desde Agosto pelo Instituto de Desenvolvimento Agrário (IDA), através do Instituto Nacional do Café (INCA), aos cafeicultores das províncias da Huíla, Bié e Huambo, para fomentar a produção e comercialização no país.

Desde 2019 até à presente data, o IDA e o INCA já distribuíram 330 mil mudas de café arábica, mais 150 comparado ao igual período de 2018 nessas mesmas localidades.

Até 1974 Angola ocupou o quarto lugar na lista dos maiores produtores do “bago vermelho” no mundo, com cerca de 250 mil toneladas anuais. Hoje existe vontade política para atingir a auto-suficiência da sua produção e na Huíla, Caluquembe e Caconda lançam-se à corrida.

Para a província da Huíla a distribuição do café abrange os municípios de Caluquembe e Caconda, já no Huambo, o Bailundo e Mungo, a passo que no Bié, estão o Kuito, Nharea e Andulo.

Falando hoje à ANGOP, a propósito da produção do café, o director-geral do IDA, David Tunga, afirmou que Huambo recebeu 100 mil plantas, enquanto a Huíla e o Bié, receberam 25 mil cada.

O também engenheiro agrónomo sublinhou que cinco mil cafeicultores agregados em associações de camponeses beneficiaram das respectivas plantas, para em três anos colherem mais de 500 mil quilogramas do produto.

Referiu estarem ainda disponíveis 80 mil mudas de café arábica e robusta que serão distribuídas na primeira quinzena de Dezembro próximo nas províncias do Uíge, Bengo, Cuanza Norte e Cuanza Sul.

Considerou que a aposta na produção do café vai ajudar a diversificar economia nacional, através da industrialização, com pensamento na criação de condições para a sua exportação, no mercado da SADC, como prioridade.

Segundo disse, o país precisa mecanizar a cultura do café, por utilizar alguns agroquímicos e torná-lo mais competitivo.

“O governo está empenho na investigação no desenvolvimento, com tecnologias e laboratórios que permitam a efectivação de uma produção de qualidade, mediante um sistema de produção generativa vegetativa”, disse.

Dados do INCA estimam que Angola existam 21 mil e 468 produtores do bago vermelho, que produzem em 49.423 hectares e colhem anualmente mais de 500 mil quilogramas, do tipo arábica, mabuba e robusta.

Desde 2019 até à presente data, o IDA e o INCA já distribuíram 330 mil mudas de café arábica, mais 150 comparado ao igual período de 2018 nessas mesmas localidades.

Até 1974 Angola ocupou o quarto lugar na lista dos maiores produtores do “bago vermelho” no mundo, com cerca de 250 mil toneladas anuais. Hoje existe vontade política para atingir a auto-suficiência da sua produção e na Huíla, Caluquembe e Caconda lançam-se à corrida.

Para a província da Huíla a distribuição do café abrange os municípios de Caluquembe e Caconda, já no Huambo, o Bailundo e Mungo, a passo que no Bié, estão o Kuito, Nharea e Andulo.

Falando hoje à ANGOP, a propósito da produção do café, o director-geral do IDA, David Tunga, afirmou que Huambo recebeu 100 mil plantas, enquanto a Huíla e o Bié, receberam 25 mil cada.

O também engenheiro agrónomo sublinhou que cinco mil cafeicultores agregados em associações de camponeses beneficiaram das respectivas plantas, para em três anos colherem mais de 500 mil quilogramas do produto.

Referiu estarem ainda disponíveis 80 mil mudas de café arábica e robusta que serão distribuídas na primeira quinzena de Dezembro próximo nas províncias do Uíge, Bengo, Cuanza Norte e Cuanza Sul.

Considerou que a aposta na produção do café vai ajudar a diversificar economia nacional, através da industrialização, com pensamento na criação de condições para a sua exportação, no mercado da SADC, como prioridade.

Segundo disse, o país precisa mecanizar a cultura do café, por utilizar alguns agroquímicos e torná-lo mais competitivo.

“O governo está empenho na investigação no desenvolvimento, com tecnologias e laboratórios que permitam a efectivação de uma produção de qualidade, mediante um sistema de produção generativa vegetativa”, disse.

Dados do INCA estimam que Angola existam 21 mil e 468 produtores do bago vermelho, que produzem em 49.423 hectares e colhem anualmente mais de 500 mil quilogramas, do tipo arábica, mabuba e robusta.