IGAPE inicia privatização da ENSA-Seguros de Angola

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Luanda - O Instituto de Gestão de Activos e Participações do Estado (IGAPE) iniciou, nesta quinta-feira, a primeira fase do processo de privatização da ENSA - Seguros de Angola, S.A., no âmbito do Programa de Privatizações (PROPRIV), soube a ANGOP.

Esta etapa inicial do processo envolve a alienação de 51 por cento do capital social da referida companhia, conforme autorização concedida pelo Despacho Presidencial nº 81/20, de 5 de Junho de 2020, indica uma nota do IGAPE.

Para este programa, a instituição conta com apoio do Banco Millennium Atlântico S.A., em parceria com o Millennium Investment Banking, área de banca de investimento do Banco Comercial Português, S.A., como assessores financeiros para a execução desta primeira fase.

O documento sublinha que o Instituto de Gestão de Activos e Participações do Estado tem trabalhado, desde a fase preliminar do processo de privatização, com estas entidades.

“Nesta primeira fase, a alienação das acções representativas do capital social da ENSA será efectuada através de Concurso Limitado por Prévia Qualificação, conforme estabelece despacho da ministra das Finanças, que aprova igualmente o Programa do Procedimento e o Caderno de Encargos”, indica a nota.

A ENSA é a principal empresa do sector segurador em Angola e está presente no mercado há mais de 43 anos. Desde 2000, num mercado mais liberalizado e com maior concorrência, a companhia mantém-se firme, com uma quota de mercado de 37 por cento fixada em 2020.

Apresenta uma oferta completa de produtos e serviços nos segmentos Vida, Não-vida e na área da gestão de fundos de pensões, dirigida a clientes particulares, empresas e institucionais, com particular relevo para a importante presença junto de grandes empresas (públicas e privadas).

No último domingo, a empresa lançou oficialmente um novo produto denominado "ENSA Saúde Jovem", durante a 10° Edição da Feira Internacional de Benguela - FIB 2021.

A ENSA detém uma ampla plataforma de distribuição com cobertura nacional, sendo a única seguradora com uma rede de agências próprias com presença nas 18 províncias do país, complementada por uma vasta conectividade de parceiros e mediadores.

 

Esta etapa inicial do processo envolve a alienação de 51 por cento do capital social da referida companhia, conforme autorização concedida pelo Despacho Presidencial nº 81/20, de 5 de Junho de 2020, indica uma nota do IGAPE.

Para este programa, a instituição conta com apoio do Banco Millennium Atlântico S.A., em parceria com o Millennium Investment Banking, área de banca de investimento do Banco Comercial Português, S.A., como assessores financeiros para a execução desta primeira fase.

O documento sublinha que o Instituto de Gestão de Activos e Participações do Estado tem trabalhado, desde a fase preliminar do processo de privatização, com estas entidades.

“Nesta primeira fase, a alienação das acções representativas do capital social da ENSA será efectuada através de Concurso Limitado por Prévia Qualificação, conforme estabelece despacho da ministra das Finanças, que aprova igualmente o Programa do Procedimento e o Caderno de Encargos”, indica a nota.

A ENSA é a principal empresa do sector segurador em Angola e está presente no mercado há mais de 43 anos. Desde 2000, num mercado mais liberalizado e com maior concorrência, a companhia mantém-se firme, com uma quota de mercado de 37 por cento fixada em 2020.

Apresenta uma oferta completa de produtos e serviços nos segmentos Vida, Não-vida e na área da gestão de fundos de pensões, dirigida a clientes particulares, empresas e institucionais, com particular relevo para a importante presença junto de grandes empresas (públicas e privadas).

No último domingo, a empresa lançou oficialmente um novo produto denominado "ENSA Saúde Jovem", durante a 10° Edição da Feira Internacional de Benguela - FIB 2021.

A ENSA detém uma ampla plataforma de distribuição com cobertura nacional, sendo a única seguradora com uma rede de agências próprias com presença nas 18 províncias do país, complementada por uma vasta conectividade de parceiros e mediadores.