Importação a granel gera crescimento na indústria nacional

  • Sacos de arroz
Luanda - A importação a granel (big bags) vai gerar um crescimento na indústria nacional de empacotamento/enchimento até 2024, na ordem de mil milhões de dólares americanos e fomentar a criação de novos postos de trabalho.

Segundo o economista do Centro de Estudos do Ministério da Indústria e Comércio, Eliseu Vunge, que falava hoje no acto de apresentação das novas regras sobre a importação dos produtos da cesta básica, este incentivo vai ajudar o fortalecimento das indústrias já existentes e a criação de novas, bem como estimular a cadeia de valor associada (transportes, logísticas, entre outras).

A importação em "big bags" vai contribuir para a redução dos gastos com a compra no exterior dos produtos em causa, dado que o pré-embalamento tem um custo que é incorporado na origem e, depois, pago pelo importador em divisas.

De acordo com o economista, Angola não podia continuar de fora desta realidade, uma vez que essa indústria, mundialmente, angaria anualmente mais de 900 mil milhões de dólares por ano, enquadrando-se na vontade do Governo de aumentar os investimentos no país.

O Decreto Executivo 63/21, aprovado e já publicado no Diário da República, a 17 deste mês de Março, e com entrada em vigor maracada para o dia  17 de Julho de 2021,define as novas regras sobre a importação de produtos.

O diploma estabelece que as importações de determinados produtos claramente identificados deverão, no prazo de 90 dias, passar a ser feitas a granel (big bags), até pelo menos uma tonelada, passando o processo de empacotamento e/ou embalamento a ser feito em Angola.

Os produtos que passaram a obrigatoriedade de importação neste formato são: arroz, açúcar, farinha de trigo e de milho, feijão, leite em pó, óleo alimentar, ração animal, sal grosso e refinado, sêmola de milho, carnes de porco e vaca, margarinas e sabão.

O técnico do Ministério da Indústria e Comércio referiu que a medida irá gerar ganhos para o país, para além de alavancar o surgimento de muitas pequenas e médias indústrias de embalamento e logística, geradoras de vários postos de trabalho.

 

Segundo o economista do Centro de Estudos do Ministério da Indústria e Comércio, Eliseu Vunge, que falava hoje no acto de apresentação das novas regras sobre a importação dos produtos da cesta básica, este incentivo vai ajudar o fortalecimento das indústrias já existentes e a criação de novas, bem como estimular a cadeia de valor associada (transportes, logísticas, entre outras).

A importação em "big bags" vai contribuir para a redução dos gastos com a compra no exterior dos produtos em causa, dado que o pré-embalamento tem um custo que é incorporado na origem e, depois, pago pelo importador em divisas.

De acordo com o economista, Angola não podia continuar de fora desta realidade, uma vez que essa indústria, mundialmente, angaria anualmente mais de 900 mil milhões de dólares por ano, enquadrando-se na vontade do Governo de aumentar os investimentos no país.

O Decreto Executivo 63/21, aprovado e já publicado no Diário da República, a 17 deste mês de Março, e com entrada em vigor maracada para o dia  17 de Julho de 2021,define as novas regras sobre a importação de produtos.

O diploma estabelece que as importações de determinados produtos claramente identificados deverão, no prazo de 90 dias, passar a ser feitas a granel (big bags), até pelo menos uma tonelada, passando o processo de empacotamento e/ou embalamento a ser feito em Angola.

Os produtos que passaram a obrigatoriedade de importação neste formato são: arroz, açúcar, farinha de trigo e de milho, feijão, leite em pó, óleo alimentar, ração animal, sal grosso e refinado, sêmola de milho, carnes de porco e vaca, margarinas e sabão.

O técnico do Ministério da Indústria e Comércio referiu que a medida irá gerar ganhos para o país, para além de alavancar o surgimento de muitas pequenas e médias indústrias de embalamento e logística, geradoras de vários postos de trabalho.