Indústria de café despede 57 por cento dos trabalhadores

Uíge – A redução da produção de café de meia tonelada para 300 kg/dia na Sociedade Comercial e Industrial de Café do Uíge, há mais de 30 dias, colocou oito (60%) dos 14 trabalhadores ao desemprego, informou nesta terça-feira, o secretário executivo desta empresa, Kudimuena Francisco.

A indústria, que funciona há mais de 50 anos, nos últimos meses, deixou de ter o pleno funcionamento, devido a uma avaria na viatura que transportava café das fazendas para a empresa, o mau estado técnico dos equipamentos, entre outros constrangimentos.

Ao falar à Angop, a propósito das dificuldades, Kudimuena Fgrancisco disse que a empresa comercializa o quilograma de café a dois mil kwanzas, em 2019, arrecadou Akz 13 milhões, 260 mil e 550, sendo que o arrecadado em 2020 está abaixo da metade do anterior.

Para voltar à normalidade, esclareceu que a indústria necessita de novos equipamentos industriais, transportes, subvenção ao combustível, entre outras dificuldades que poderão levar ao seu encerramento.

Apesar de reduzir a quantidade de café moído por dia, a indústria continua a funcionar, tendo esclarecido que o café mabuba e comercial adquire-se a preço mais baixo nos campos de produção, daí a importância do meio de transporte.

Em função das dificuldades enfrentadas por essa indústria, instalada na cidade do Uíge desde a era colonial, Kudimuena Francisco espera que o governo local apoie a iniciativa, para voltar ao momento áureo da produção de café.

A indústria, que funciona há mais de 50 anos, nos últimos meses, deixou de ter o pleno funcionamento, devido a uma avaria na viatura que transportava café das fazendas para a empresa, o mau estado técnico dos equipamentos, entre outros constrangimentos.

Ao falar à Angop, a propósito das dificuldades, Kudimuena Fgrancisco disse que a empresa comercializa o quilograma de café a dois mil kwanzas, em 2019, arrecadou Akz 13 milhões, 260 mil e 550, sendo que o arrecadado em 2020 está abaixo da metade do anterior.

Para voltar à normalidade, esclareceu que a indústria necessita de novos equipamentos industriais, transportes, subvenção ao combustível, entre outras dificuldades que poderão levar ao seu encerramento.

Apesar de reduzir a quantidade de café moído por dia, a indústria continua a funcionar, tendo esclarecido que o café mabuba e comercial adquire-se a preço mais baixo nos campos de produção, daí a importância do meio de transporte.

Em função das dificuldades enfrentadas por essa indústria, instalada na cidade do Uíge desde a era colonial, Kudimuena Francisco espera que o governo local apoie a iniciativa, para voltar ao momento áureo da produção de café.