Conferência de Diamantes prevê captar interesse de multinacionais do sector

  • Lunda Sul: Técnicos na fábrica de lapidaçao de diamantes
Saurimo – O secretário de Estado dos Recursos Minerais, Jânio da Rosa Victor, afirmou esta quinta-feira, em Saurimo (Lunda Sul), que a captação de interesse das empresas multinacionais do sector diamantífero constitui um dos grandes objectivos da I Conferência Internacional dos Diamantes.

Em declarações à ANGOP, o também porta-voz da conferência, sustentou que o encontro servirá para apresentar aos empresários nacionais e internacionais, a potencialidade do diamante que é produzido na região, bem como permitir maior intercâmbio dos equipamentos utilizados para a sua extracção.

Sublinhou ainda ser necessário mostrar-se aos empresários internacionais as condições disponíveis ou criadas pelo Executivo no Pólo de Desenvolvimento Diamantífero de Saurimo, onde se aguarda mais investidores, especialistas em lapidação, entre outros serviços.

Instado sobre a escolha para a eralização do evento em Saurimo, fez saber que o objectivo visa essencialmente dar vida a circunscrição, conquistar maior número de investidores estrangeiros, com o fim de contribuír no desenvolvimento do sector e criar postos de emprego para os jovens.

Outro ganho com a realização da conferência tem a ver com a estabilidade e transparência que o Executivo angolano quer passar aos investidores, garantindo a confiança de que o país está aberto para investimentos robustos, bem como as modalidades de comercialização da pedra preciosa.

Jânio Victor referiu ainda que durante a conferência, no exterior da mesma, serão expostos vários artefactos produzidos pelos artistas locais, gastronomia da região, música tradicional e outros atractivos, que visam espelhar a realidade sociocultural do povo cokwe e não só.

Com lema “Angola: Destino para o Investimento Sustentável na Indústria de Diamantes”, durante três dias os conferencistas a Angola Internacional Diamond (AIDC) vão debruçar-se sobre os rendimentos na indústria diamantífera nos últimos cinco anos, métodos e disponibilidade de dados, investigação geológica, resultados de áreas com potencial mineiro, desafios e impactos nas comunidades.

Igualmente temas como a exploração mineira e desenvolvimento de projectos diamantíferos em Angola, depósitos primários e secundários, prospecção, análise de mercado de diamantes, pesquisa de tendências de joalharia e dados de laboratórios, bolsa, futuro do mercado, financiamento sustentável para a indústria mineira em transformação, entre outros.

O evento contará com prelectores especialistas nacionais e estrangeiros, bem como representantes de vários bancos comerciais convidadas.

Em Angola, os primeiros registos de ocorrência de diamantes verificaram-se em 1590, enquanto os primeiros cristais classificados como diamantes foram descobertos em 1909.

Em 1912 aumentaram as evidências da existência de diamantes no país, quando dois geólogos ligados à empresa “Forminiére” encontraram sete diamantes no riacho de Mussalala, na Lunda Norte.

Neste mesmo ano, foi criada a Companhia de Pesquisas Mineiras de Angola (PEMA). As primeiras explorações diamantíferas tiveram lugar no rio Chicapa e seus afluentes.

Para este ano, Angola prevê atingir a produção de 9 milhões de quilates de diamantes.

 

 

Em declarações à ANGOP, o também porta-voz da conferência, sustentou que o encontro servirá para apresentar aos empresários nacionais e internacionais, a potencialidade do diamante que é produzido na região, bem como permitir maior intercâmbio dos equipamentos utilizados para a sua extracção.

Sublinhou ainda ser necessário mostrar-se aos empresários internacionais as condições disponíveis ou criadas pelo Executivo no Pólo de Desenvolvimento Diamantífero de Saurimo, onde se aguarda mais investidores, especialistas em lapidação, entre outros serviços.

Instado sobre a escolha para a eralização do evento em Saurimo, fez saber que o objectivo visa essencialmente dar vida a circunscrição, conquistar maior número de investidores estrangeiros, com o fim de contribuír no desenvolvimento do sector e criar postos de emprego para os jovens.

Outro ganho com a realização da conferência tem a ver com a estabilidade e transparência que o Executivo angolano quer passar aos investidores, garantindo a confiança de que o país está aberto para investimentos robustos, bem como as modalidades de comercialização da pedra preciosa.

Jânio Victor referiu ainda que durante a conferência, no exterior da mesma, serão expostos vários artefactos produzidos pelos artistas locais, gastronomia da região, música tradicional e outros atractivos, que visam espelhar a realidade sociocultural do povo cokwe e não só.

Com lema “Angola: Destino para o Investimento Sustentável na Indústria de Diamantes”, durante três dias os conferencistas a Angola Internacional Diamond (AIDC) vão debruçar-se sobre os rendimentos na indústria diamantífera nos últimos cinco anos, métodos e disponibilidade de dados, investigação geológica, resultados de áreas com potencial mineiro, desafios e impactos nas comunidades.

Igualmente temas como a exploração mineira e desenvolvimento de projectos diamantíferos em Angola, depósitos primários e secundários, prospecção, análise de mercado de diamantes, pesquisa de tendências de joalharia e dados de laboratórios, bolsa, futuro do mercado, financiamento sustentável para a indústria mineira em transformação, entre outros.

O evento contará com prelectores especialistas nacionais e estrangeiros, bem como representantes de vários bancos comerciais convidadas.

Em Angola, os primeiros registos de ocorrência de diamantes verificaram-se em 1590, enquanto os primeiros cristais classificados como diamantes foram descobertos em 1909.

Em 1912 aumentaram as evidências da existência de diamantes no país, quando dois geólogos ligados à empresa “Forminiére” encontraram sete diamantes no riacho de Mussalala, na Lunda Norte.

Neste mesmo ano, foi criada a Companhia de Pesquisas Mineiras de Angola (PEMA). As primeiras explorações diamantíferas tiveram lugar no rio Chicapa e seus afluentes.

Para este ano, Angola prevê atingir a produção de 9 milhões de quilates de diamantes.