Jardins da Yoba reembolsa financiamento

  • Cuanza Sul:  Agricultura no município da Quibala
Lubango - A empresa Jardins da Yoba efectuou, em Dezembro último, o reembolso dos 60 milhões de Kwanzas do crédito recebido do Banco de Desenvolvimento de Angola (BDA), no quadro das medidas de alívio económico, motivado pela Covid-19.

A empresa recebeu o financiamento no final de Julho de 2020 e reembolsou um ano e meio antes do fim do prazo, tornando-se na primeira, a nível do país, a pagar o dinheiro.

A informação foi avançada, nesta segunda-feira, à Angop, no Lubango, pelo director-geral da empresa, João Saraiva, tendo detalhado que o dinheiro serviu para aquisição de 150 toneladas de milho transformadas em farinha e ração, assim como 50 toneladas de feijão, bens já colocados no mercado.

Declarou que com o processo conseguiram obter receitas que estavam previstas para a operação e com isso decidiram reembolsar na totalidade ao BDA.

Destacou ter sido um crédito “bem aproveitado”, pois a empresa, enquanto produtora de semente, tinha necessidade de  comercializar os bens às comunidades, para estimular as mesmas a produzir.

Realçou que o alívio económico é uma mais-valia, para a sustentabilidade da agricultura familiar e dos sistemas produtivos.

Fez saber que a empresa tem em curso um outro financiamento de 260 milhões de kwanzas no BDA, para a compra de semente básica proveniente da Holanda, recebido em Dezembro último.

A empresa estabeleceu-se há seis anos no município da Chibia, onde começou a efectuar os primeiros estudos e selecção de adaptabilidade das variedades holandesas de batata rena.

Em 2016 teve a primeira colheira do tubérculo, semente certificada pelo Serviço Nacional de Sementes (SENSE).

Os focos de actividade da empresa são a produção de sementes de milho, batata, cebola e feijão.

A lista engloba também fruticulturas como laranja, tangerina, limão, manga e goiaba, apicultura e pecuária.

A província da Huíla tem até o momento 41 projectos aprovados, no âmbito das medidas de alivio económico, dos quais 17 já desembolsados, num valor de oito mil milhões, 477 milhões de kwanzas.

Os projectos aprovados estão relacionados com os sectores da agricultura, comércio e distribuição, indústria transformadora, prestação de serviços, pecuária, industria alimentar e bebidas, recursos geológicos, aquicultura e pesca.

A empresa recebeu o financiamento no final de Julho de 2020 e reembolsou um ano e meio antes do fim do prazo, tornando-se na primeira, a nível do país, a pagar o dinheiro.

A informação foi avançada, nesta segunda-feira, à Angop, no Lubango, pelo director-geral da empresa, João Saraiva, tendo detalhado que o dinheiro serviu para aquisição de 150 toneladas de milho transformadas em farinha e ração, assim como 50 toneladas de feijão, bens já colocados no mercado.

Declarou que com o processo conseguiram obter receitas que estavam previstas para a operação e com isso decidiram reembolsar na totalidade ao BDA.

Destacou ter sido um crédito “bem aproveitado”, pois a empresa, enquanto produtora de semente, tinha necessidade de  comercializar os bens às comunidades, para estimular as mesmas a produzir.

Realçou que o alívio económico é uma mais-valia, para a sustentabilidade da agricultura familiar e dos sistemas produtivos.

Fez saber que a empresa tem em curso um outro financiamento de 260 milhões de kwanzas no BDA, para a compra de semente básica proveniente da Holanda, recebido em Dezembro último.

A empresa estabeleceu-se há seis anos no município da Chibia, onde começou a efectuar os primeiros estudos e selecção de adaptabilidade das variedades holandesas de batata rena.

Em 2016 teve a primeira colheira do tubérculo, semente certificada pelo Serviço Nacional de Sementes (SENSE).

Os focos de actividade da empresa são a produção de sementes de milho, batata, cebola e feijão.

A lista engloba também fruticulturas como laranja, tangerina, limão, manga e goiaba, apicultura e pecuária.

A província da Huíla tem até o momento 41 projectos aprovados, no âmbito das medidas de alivio económico, dos quais 17 já desembolsados, num valor de oito mil milhões, 477 milhões de kwanzas.

Os projectos aprovados estão relacionados com os sectores da agricultura, comércio e distribuição, indústria transformadora, prestação de serviços, pecuária, industria alimentar e bebidas, recursos geológicos, aquicultura e pesca.