Jornalistas "radiografam" sector mineiro do país

  • Jornalistas retratam actividade mineira do país
Dundo – Um grupo de oito profissionais da Comunicação Social, entre jornalistas e repórteres de imagem, inicia, nesta quarta-feira (16), uma jornada de campo às regiões mineiras do país, com vista a fazer um diagnóstico real da actividade geológica e os investimentos em perspectivas neste sector, em tempos de pandemia da Covid-19.

Na primeira fase, a jornada de campo abrange as minas do Furi, Chitotolo, Cuango, Lulo, Luana, Uari, Camutue, Luinga (Lunda-Norte), assim como Catoca, Luaxe e Polo de Desenvolvimento Diamantífero da Lunda Sul, regiões a serem reportadas em 10 dias, numa iniciativa da “Revista Angola Minas”, com apoio institucional do Ministério dos Recursos Minerais,Petróleo e Gás (Mirempet) e empresas do sector.

Posteriormente, o périplo estende-se para as províncias da Huila (minas de ferro, ouro e rochas ornamentais), Namibe (rochas ornamentais), Malanje (manganês), Cuanza Norte (lombige), Bengo (rochas asfálticas), Uíge (minas de cobre),  Cuanza Sul (quartzo), Huambo (terras raras) e Bié (cooperativas de diamantes).

Durante a digressão, os jornalistas terão a oportunidade de constatar no local as potencialidades mineiras que o país pode oferecer aos investidores.

De acordo com dados da Endiama,  no primeiro trimestre deste ano, a receita de diamantes fixou-se em 220,3 milhões de dólares, com a venda de um milhão 178 mil e 420 quilates, aumentando 26,43 por cento na contribuição ao Cofre do Estado.

A venda ao preço médio de 186,96 dólares por quilate terá influenciado, positivamente, na arrecadação do referido valor, se comparado com o mesmo período de 2020, em que as receitas com a venda de um milhão 211 mil e 18 quilates foram ditadas pelo preço médio de USD 133,84.

No primeiro trimestre de 2020, as receitas com a venda de diamantes cifraram-se em 162,07 milhões de dólares observando-se, desta feita, um incremento de 58,2 milhões de dólares, no primeiro trimestre deste ano, representando 26,43%.

Na primeira fase, a jornada de campo abrange as minas do Furi, Chitotolo, Cuango, Lulo, Luana, Uari, Camutue, Luinga (Lunda-Norte), assim como Catoca, Luaxe e Polo de Desenvolvimento Diamantífero da Lunda Sul, regiões a serem reportadas em 10 dias, numa iniciativa da “Revista Angola Minas”, com apoio institucional do Ministério dos Recursos Minerais,Petróleo e Gás (Mirempet) e empresas do sector.

Posteriormente, o périplo estende-se para as províncias da Huila (minas de ferro, ouro e rochas ornamentais), Namibe (rochas ornamentais), Malanje (manganês), Cuanza Norte (lombige), Bengo (rochas asfálticas), Uíge (minas de cobre),  Cuanza Sul (quartzo), Huambo (terras raras) e Bié (cooperativas de diamantes).

Durante a digressão, os jornalistas terão a oportunidade de constatar no local as potencialidades mineiras que o país pode oferecer aos investidores.

De acordo com dados da Endiama,  no primeiro trimestre deste ano, a receita de diamantes fixou-se em 220,3 milhões de dólares, com a venda de um milhão 178 mil e 420 quilates, aumentando 26,43 por cento na contribuição ao Cofre do Estado.

A venda ao preço médio de 186,96 dólares por quilate terá influenciado, positivamente, na arrecadação do referido valor, se comparado com o mesmo período de 2020, em que as receitas com a venda de um milhão 211 mil e 18 quilates foram ditadas pelo preço médio de USD 133,84.

No primeiro trimestre de 2020, as receitas com a venda de diamantes cifraram-se em 162,07 milhões de dólares observando-se, desta feita, um incremento de 58,2 milhões de dólares, no primeiro trimestre deste ano, representando 26,43%.