Kwenda prevê inclusão social de mais de 16 mil famílias no Icolo e Bengo

  • Kwanza, moeda angolana
Luanda - Dezasseis mil e 50 famílias do município de Icolo e Bengo (província de Luanda) foram cadastradas, para beneficiarem do programa de transferências sociais monetárias (Kwenda), a partir de Janeiro de 2021.

O cadastramento foi realizado pelo Fundo de Apoio Social (FAS), entre Outubro e Dezembro do ano em curso, em parceria com agentes de desenvolvimento comunitário local, num total de 70, no âmbito de um programa dirigido pelo Ministério da Acção Social, Família e Promoção da Mulher.

Estas famílias, residentes em 103 bairros dos distritos da Bela Vista e Catete, e das comunas de Quiminha, Kaculo Kanhango, Cabíri, Bom Jesus e Cassoneca, começam a beneficiar de 25 mil e 500 Kwanzas, trimestralmente, a partir de Janeiro de 2021, pelo período de um ano.

Em declarações prestadas terça-feira à ANGOP, a directora provincial do FAS em Luanda, Ana Machado, informou que em Janeiro de 2021 os dados do cadastramento serão inseridos no programa criado para seleccionar as famílias mais vulneráveis.

Segundo a fonte, os critérios para a escolha das famílias estão relacionados com as condições de sobrevivência que apresentam, como o nível de rendimento, situação habitacional, acesso a saúde imediata, alimentos, ensino, entre outros.

Ana Machado indicou que existem outros dois projectos para tornar estas famílias inclusivas socialmente, com vista a ter uma vida mais condigna, baseados na transferência monetária e na inclusão produtiva social.

Este programa está a ser financiado pelo Banco Mundial, com 300 milhões de dólares, e o Executivo angolano, com 100 milhões de dólares, e visa acudir as famílias vulneráveis.

O cadastramento foi realizado pelo Fundo de Apoio Social (FAS), entre Outubro e Dezembro do ano em curso, em parceria com agentes de desenvolvimento comunitário local, num total de 70, no âmbito de um programa dirigido pelo Ministério da Acção Social, Família e Promoção da Mulher.

Estas famílias, residentes em 103 bairros dos distritos da Bela Vista e Catete, e das comunas de Quiminha, Kaculo Kanhango, Cabíri, Bom Jesus e Cassoneca, começam a beneficiar de 25 mil e 500 Kwanzas, trimestralmente, a partir de Janeiro de 2021, pelo período de um ano.

Em declarações prestadas terça-feira à ANGOP, a directora provincial do FAS em Luanda, Ana Machado, informou que em Janeiro de 2021 os dados do cadastramento serão inseridos no programa criado para seleccionar as famílias mais vulneráveis.

Segundo a fonte, os critérios para a escolha das famílias estão relacionados com as condições de sobrevivência que apresentam, como o nível de rendimento, situação habitacional, acesso a saúde imediata, alimentos, ensino, entre outros.

Ana Machado indicou que existem outros dois projectos para tornar estas famílias inclusivas socialmente, com vista a ter uma vida mais condigna, baseados na transferência monetária e na inclusão produtiva social.

Este programa está a ser financiado pelo Banco Mundial, com 300 milhões de dólares, e o Executivo angolano, com 100 milhões de dólares, e visa acudir as famílias vulneráveis.