Luaxe prepara primeiras vendas de diamantes

  • Diamante cor de rosa
Cambulo – O projecto mineiro Luaxe, considerado um dos maiores kimberlite do mundo, ainda em estudo geológico-mineiro, vai proceder a primeira venda de cerca de 380 mil quilates de diamantes, ainda este ano.

A informação foi avançada, quarta-feira, pelo presidente do Conselho de Administração da ENDIAMA EP, Ganga Júnior, sublinhando que desde o início da sua prospecção, em 2014, já foram extraídos cerca de um milhão e 500 mil quilates de diamantes, de onde se vai retirar os 380 para a referida comercialização primária.

O gestor público avançou que o valor da venda vai servir para a conclusão dos estudos geológico-mineiros, para a elaboração de estudos de viabilidade e saber em concreto da qualidade dos diamantes do Luaxe, cujo funcionamento efectivo está previsto para 2022 ou 2023. 

Esclareceu que o projecto Luaxe esta em fase de produção experimental com o objectivo de se obter maior conhecimento da mina e da qualidade dos seus diamantes.

O PCA da ENDIAMA EP acrescentou que este ano o Luaxe vai continuar a produzir de forma experimental, utilizando basicamente as infra-estruturas da Sociedade Mineira de Catoca e paralelamente a isto, trabalha-se para a instalação de uma pequena central de tratamento que vai dinamizar a recuperação de diamantes.

Ganga Júnior fez saber que até agora já foram investidos cerca de 200 milhões de dólares, e que se prevê, até atingir o seu pico, investir-se mais 150 milhões de dólares, perfazendo um total de USD 350 milhões.

O Luaxe tem, até ao momento, 100 trabalhadores. E, entre outros trabalhos, nela já foram feitos 149 poços, correspondentes a 44 mil metros perfurados, e retirados mais de 20 milhões de metros cúbico de massa mineira, para se atingir o kimberlite.

O projecto Luaxe está localizado na região leste do país, entre as províncias da Lunda Norte e Lunda Sul. Tem uma extensão de cerca de 1.195 quilómetros quadrados, cujos accionistas são a Sociedade Mineira de Catoca, Endiama e a Alrosa.

A mina que dista a 25 quilómetros de Catoca, terá profundidade de 400 metros, tempo de vida útil de 30 anos, podendo vir a produzir 350 milhões de quilates e garantir mais de dois mil empregos, 600 dos quais na primeira fase.

Caso as previsões se revelam correctas, a produção máxima da mina será superior a 8 milhões de quilates/ano, acima dos mais de 9 milhões gerados actualmente em todo o país.

A informação foi avançada, quarta-feira, pelo presidente do Conselho de Administração da ENDIAMA EP, Ganga Júnior, sublinhando que desde o início da sua prospecção, em 2014, já foram extraídos cerca de um milhão e 500 mil quilates de diamantes, de onde se vai retirar os 380 para a referida comercialização primária.

O gestor público avançou que o valor da venda vai servir para a conclusão dos estudos geológico-mineiros, para a elaboração de estudos de viabilidade e saber em concreto da qualidade dos diamantes do Luaxe, cujo funcionamento efectivo está previsto para 2022 ou 2023. 

Esclareceu que o projecto Luaxe esta em fase de produção experimental com o objectivo de se obter maior conhecimento da mina e da qualidade dos seus diamantes.

O PCA da ENDIAMA EP acrescentou que este ano o Luaxe vai continuar a produzir de forma experimental, utilizando basicamente as infra-estruturas da Sociedade Mineira de Catoca e paralelamente a isto, trabalha-se para a instalação de uma pequena central de tratamento que vai dinamizar a recuperação de diamantes.

Ganga Júnior fez saber que até agora já foram investidos cerca de 200 milhões de dólares, e que se prevê, até atingir o seu pico, investir-se mais 150 milhões de dólares, perfazendo um total de USD 350 milhões.

O Luaxe tem, até ao momento, 100 trabalhadores. E, entre outros trabalhos, nela já foram feitos 149 poços, correspondentes a 44 mil metros perfurados, e retirados mais de 20 milhões de metros cúbico de massa mineira, para se atingir o kimberlite.

O projecto Luaxe está localizado na região leste do país, entre as províncias da Lunda Norte e Lunda Sul. Tem uma extensão de cerca de 1.195 quilómetros quadrados, cujos accionistas são a Sociedade Mineira de Catoca, Endiama e a Alrosa.

A mina que dista a 25 quilómetros de Catoca, terá profundidade de 400 metros, tempo de vida útil de 30 anos, podendo vir a produzir 350 milhões de quilates e garantir mais de dois mil empregos, 600 dos quais na primeira fase.

Caso as previsões se revelam correctas, a produção máxima da mina será superior a 8 milhões de quilates/ano, acima dos mais de 9 milhões gerados actualmente em todo o país.