Lubango com receitas reduzidas em publicidade

  • Vista parcial da cidade do Lubango
Lubango – As receitas arrecadadas mensalmente pela Administração Lubango, capital da Huíla, na cobrança de publicidade estática em painéis verticais (outdoor) baixaram de três para um a dois milhões de kwanzas/mês, entre 2019 e 2021, devido a Covid-19.

A informação foi prestada hoje, quinta-feira, à ANGOP, pelo director do gabinete de comunicação social da Administração municipal do Lubango, Zacarias Chicunga, realçando que em 2020 a actividade publicitária “ficou sem expressão”, devido a condicionalismos do estado de emergência e da situação de calamidade pública, que ainda vigora.

Nesse período, explicou, não tiveram um valor fixo, porque o pagamento foi em função do mercado, pois sem comércio, algumas empresas rescindiram os contratos.

“Tivemos uma queda muito grande deste o início da pandemia, pois em 2020 uma ou outra empresa fez o pagamento, pelo que somente há registo de cobranças no primeiro semestre deste ano, com uma variação mensal de um a dois milhões de kwanzas, enquanto em 2019 arrecadamos mais de 36 milhões de KZ nos seus 12 meses”, disse.      

O entrevistado detalhou que as contribuições dessas empresas estão previstas na Lei Geral da Publicidade 9/17 de Janeiro, no artigo número  45/18 de Fevereiro e Administração possui um portal com dois grupos, um das grandes empresas, composto por dez que trabalham na exploração da publicidade e o outro é das pequenas com 500 agentes comerciais, entre lojas e agências bancárias.

Sem avançar dados sobre o valor cobrado por cada publicidade, Zacarias Chicunga fez saber que a adesão ao serviço é em função do estipulado no portal do munícipe, cujo montante é taxado mediante a Unidade de Contribuição Fiscal, tendo em conta o metro quadrado e o conteúdo a ser publicitado.

Para além da publicidade, a administração do Lubango tem como fonte o Orçamento Geral do Estado e os mercados informais.

A informação foi prestada hoje, quinta-feira, à ANGOP, pelo director do gabinete de comunicação social da Administração municipal do Lubango, Zacarias Chicunga, realçando que em 2020 a actividade publicitária “ficou sem expressão”, devido a condicionalismos do estado de emergência e da situação de calamidade pública, que ainda vigora.

Nesse período, explicou, não tiveram um valor fixo, porque o pagamento foi em função do mercado, pois sem comércio, algumas empresas rescindiram os contratos.

“Tivemos uma queda muito grande deste o início da pandemia, pois em 2020 uma ou outra empresa fez o pagamento, pelo que somente há registo de cobranças no primeiro semestre deste ano, com uma variação mensal de um a dois milhões de kwanzas, enquanto em 2019 arrecadamos mais de 36 milhões de KZ nos seus 12 meses”, disse.      

O entrevistado detalhou que as contribuições dessas empresas estão previstas na Lei Geral da Publicidade 9/17 de Janeiro, no artigo número  45/18 de Fevereiro e Administração possui um portal com dois grupos, um das grandes empresas, composto por dez que trabalham na exploração da publicidade e o outro é das pequenas com 500 agentes comerciais, entre lojas e agências bancárias.

Sem avançar dados sobre o valor cobrado por cada publicidade, Zacarias Chicunga fez saber que a adesão ao serviço é em função do estipulado no portal do munícipe, cujo montante é taxado mediante a Unidade de Contribuição Fiscal, tendo em conta o metro quadrado e o conteúdo a ser publicitado.

Para além da publicidade, a administração do Lubango tem como fonte o Orçamento Geral do Estado e os mercados informais.