Lucapa produz energia solar

  • Sistema de produção de energia solar
Lucapa – O município de Lucapa, província da Lunda Norte terá dentro de seis meses, uma central de energia solar com capacidade de produção de 7,6 megawatts.

Com custo avaliado em 19,7 milhões de euros, garantidos através da Agência de Promoção de Exportações da Suécia (SEK), o projecto enquadra-se no plano de produção de energia limpa até finais de 2022, a partir de fontes renováveis.

De acordo com o director da construtora portuguesa MCA, responsável pela construção da central fotovoltaica, João de Oliveira, decorre actualmente, o trabalho de limpeza do local onde será instalado o projecto, cujas obras deverão ter início nos próximos dias.

Informou que o projecto será reforçado com uma central térmica de oito (8) megawatts, vai beneficiar, para além da sede municipal de Lucapa, os habitantes de Camissombo e Calonda.

Com 150 mil habitantes distribuídos pelas comunas de Xá-cassau, Camissombo, Capaia e Lucapa (sede comunal), o município de Lucapa deixou de beneficiar de energia da rede pública no final da década de 90.

Este facto obriga a que os munícipes dependam de fontes alternativas, principalmente geradores particulares ou de alguns empresários, que cobram até 30 mil Kwanzas/mês, segundo apurou a ANGOP.

Com a conclusão do projecto, o município de Lucapa passará a contar com 15,6 megawatts de energia eléctrica, evitando deste modo, que a população recorra a privados para ter acesso a energia eléctrica com preços acima do estipulado.

No âmbito da linha de financiamento da Agência de Promoção de Exportações da Suécia (SEK), serão instaladas sete centrais de energia solar fotovoltaica em Benguela (Baía farta e Biópio), Huambo (Bailundo), Bié (Cuito), Moxico (Luena), Lunda Norte (Lucapa) e Lunda Sul (Saurimo), para beneficiar dois milhões de cidadãos.

O total de financiamento deste megaprojecto ronda os 500 milhões de Euros, prevendo-se produzir 370 megawatts de energia limpa até finais de 2022, no âmbito da aposta do Executivo angolano em aumentar a capacidade de produção de energia eléctrica a partir de fontes renováveis.

Angola prevê reduzir as emissões de carbono (CO2) em aproximadamente 900 mil toneladas/ano, com a construção das sete centrais, pelas empresas norte-americana Sun África e portuguesa MCA, permitindo pelo menos 334 mil ligações domiciliares.

Com custo avaliado em 19,7 milhões de euros, garantidos através da Agência de Promoção de Exportações da Suécia (SEK), o projecto enquadra-se no plano de produção de energia limpa até finais de 2022, a partir de fontes renováveis.

De acordo com o director da construtora portuguesa MCA, responsável pela construção da central fotovoltaica, João de Oliveira, decorre actualmente, o trabalho de limpeza do local onde será instalado o projecto, cujas obras deverão ter início nos próximos dias.

Informou que o projecto será reforçado com uma central térmica de oito (8) megawatts, vai beneficiar, para além da sede municipal de Lucapa, os habitantes de Camissombo e Calonda.

Com 150 mil habitantes distribuídos pelas comunas de Xá-cassau, Camissombo, Capaia e Lucapa (sede comunal), o município de Lucapa deixou de beneficiar de energia da rede pública no final da década de 90.

Este facto obriga a que os munícipes dependam de fontes alternativas, principalmente geradores particulares ou de alguns empresários, que cobram até 30 mil Kwanzas/mês, segundo apurou a ANGOP.

Com a conclusão do projecto, o município de Lucapa passará a contar com 15,6 megawatts de energia eléctrica, evitando deste modo, que a população recorra a privados para ter acesso a energia eléctrica com preços acima do estipulado.

No âmbito da linha de financiamento da Agência de Promoção de Exportações da Suécia (SEK), serão instaladas sete centrais de energia solar fotovoltaica em Benguela (Baía farta e Biópio), Huambo (Bailundo), Bié (Cuito), Moxico (Luena), Lunda Norte (Lucapa) e Lunda Sul (Saurimo), para beneficiar dois milhões de cidadãos.

O total de financiamento deste megaprojecto ronda os 500 milhões de Euros, prevendo-se produzir 370 megawatts de energia limpa até finais de 2022, no âmbito da aposta do Executivo angolano em aumentar a capacidade de produção de energia eléctrica a partir de fontes renováveis.

Angola prevê reduzir as emissões de carbono (CO2) em aproximadamente 900 mil toneladas/ano, com a construção das sete centrais, pelas empresas norte-americana Sun África e portuguesa MCA, permitindo pelo menos 334 mil ligações domiciliares.