Lunhinga perspectiva aumento de produção

  • Diamantes
Dundo – A Sociedade Mineira do Lunhinga, localizada no Luó, município de Lucapa, província da Lunda Norte, prevê um aumento da produção dos actuais 12 mil para 15 mil quilates de diamantes por mês, devido a uma operação de expansão da área de exploração.

A informação foi avançada nesta terça-feira pelo presidente do Conselho de Gerência da mina Adérito Gaspar, quando falava à imprensa à margem da reunião ordinária de balanço do subsector dos diamantes, na cidade do Dundo, orientada pelo presidente do Conselho de Administração da Endiama EP, Ganga Júnior.

O gestor avançou que a mina, cuja a produção foi retomada em Junho deste ano, depois do processo de transferência de gestão, fez, até ao momento, um investimento de quatro milhões de dólares em equipamentos, o que permitiu nos últimos seis meses, um aumento de produção de 10 para 12 mil quilates de diamantes/mês.

Para se atingir as metas preconizadas, que é o de produzir a partir do próximo ano 15 mil quilates de diamantes/mês, a empresa prevê fazer um investimento de mais oito (8) milhões de dólares norte-americanos, que servirão para novos estudos geológico para que mais corpos quimberliticos entram em produção.

A empresa trabalha igualmente para colocar em funcionamento a segunda central de tratamento e começar a produzir 15 mil quilates de diamantes/mês, prevendo uma produção anual de mais de 120 mil quilates.

Por outro lado, avançou que, no primeiro semestre deste ano, a mina produziu 51 mil quilates de diamantes e facturou 15 milhões de dólares norte-americanos, de receita bruta, números que podem sofrer um aumento considerável tendo em conta os investimentos que estão a ser feito e o estado actual do mercado diamantífero.

A Sociedade Mineira do Lunhinga tem uma área de concessão de 275 quilómetros quadrados, engloba os Kimberlites do Camaxia e Camagico, é constituída por dois sócios: Endiama EP com mais de 90 por cento das acções e a Hiper Gest com seis por cento, emprega 375 trabalhadores, dos quais 358 nacionais e 17 expatriados.

A informação foi avançada nesta terça-feira pelo presidente do Conselho de Gerência da mina Adérito Gaspar, quando falava à imprensa à margem da reunião ordinária de balanço do subsector dos diamantes, na cidade do Dundo, orientada pelo presidente do Conselho de Administração da Endiama EP, Ganga Júnior.

O gestor avançou que a mina, cuja a produção foi retomada em Junho deste ano, depois do processo de transferência de gestão, fez, até ao momento, um investimento de quatro milhões de dólares em equipamentos, o que permitiu nos últimos seis meses, um aumento de produção de 10 para 12 mil quilates de diamantes/mês.

Para se atingir as metas preconizadas, que é o de produzir a partir do próximo ano 15 mil quilates de diamantes/mês, a empresa prevê fazer um investimento de mais oito (8) milhões de dólares norte-americanos, que servirão para novos estudos geológico para que mais corpos quimberliticos entram em produção.

A empresa trabalha igualmente para colocar em funcionamento a segunda central de tratamento e começar a produzir 15 mil quilates de diamantes/mês, prevendo uma produção anual de mais de 120 mil quilates.

Por outro lado, avançou que, no primeiro semestre deste ano, a mina produziu 51 mil quilates de diamantes e facturou 15 milhões de dólares norte-americanos, de receita bruta, números que podem sofrer um aumento considerável tendo em conta os investimentos que estão a ser feito e o estado actual do mercado diamantífero.

A Sociedade Mineira do Lunhinga tem uma área de concessão de 275 quilómetros quadrados, engloba os Kimberlites do Camaxia e Camagico, é constituída por dois sócios: Endiama EP com mais de 90 por cento das acções e a Hiper Gest com seis por cento, emprega 375 trabalhadores, dos quais 358 nacionais e 17 expatriados.