Mais de mil e setecentos projectos do PIIM aptos para execução

  • Laurinda Cardoso, Coordenadora do grupo técnico do PIIM
Luanda -  Mil 749 projectos da carteira do Plano Integrado de Intervenção nos Municípios (PIIM) foram considerados elegíveis, hoje, pelo Executivo, para sua execução física e financeira.

De acordo com a coordenadora técnica do programa, Laurinda Cardoso, “todos esses projectos têm requisitos legais verificados e estão em condições de serem financeiramente executados”, com mil 724 já em execução física e financeira.

Em declarações à imprensa, no final da quinta Reunião Interministerial do PIIM, orientada pelo ministro de Estado para a Coordenação Económica, Manuel Nunes Júnior, explicou que, até ao momento, já foram gastos 234 mil milhões de kwanzas, na implmentação dos vários projectos.

“Pela primeira vez, os mil 749 projectos estão todos elegíveis, visto que, a nível do investimento publico, se conseguiu registar um número considerável de acções, permitindo que os mesmos atingissem a sua maturação”, destacou.

Em Janeiro do ano em curso foi feito um balanço de execução do PIIM, sob orientação do Presidente da República, João Lourenço, que pediu uma reavaliação da carteira de projectos junto dos seus executores, nos municípios e nas comunas.

Laurinda Cardoso explicou que, na sequencia da orientação de trabalho de João Lourenço, foram adicionados mais 430 projectos à carteira, perfazendo actualmente mil 826 acções inseridas no plano.

Do total de projectos, mil 583 estão inseridos no Programa de Investimentos Públicos e 243 nas despesas de apoio ao desenvolvimento.

Em implementação desde Junho de 2020, o Plano Integrado de Intervenção nos Municípios (PIIM) tem como objectivo geral materializar acções inseridas no Programa de Investimento Públicos (PIP).

De igual modo, operacionalizar as Despesas de Apoio ao Desenvolvimento (DAD) e as de Actividades Básicas (Act), com prioridade para as acções de carácter social, para inibir o êxodo rural e promover o crescimento económico, social e regional mais inclusivo do País.

O PIIM pretende aumentar a autonomia dos 164 municípios de Angola, no âmbito da política de desconcentração e descentralização das competências administrativas, assim como aumentar a qualidade de vida em todo o território nacional.

De acordo com a coordenadora técnica do programa, Laurinda Cardoso, “todos esses projectos têm requisitos legais verificados e estão em condições de serem financeiramente executados”, com mil 724 já em execução física e financeira.

Em declarações à imprensa, no final da quinta Reunião Interministerial do PIIM, orientada pelo ministro de Estado para a Coordenação Económica, Manuel Nunes Júnior, explicou que, até ao momento, já foram gastos 234 mil milhões de kwanzas, na implmentação dos vários projectos.

“Pela primeira vez, os mil 749 projectos estão todos elegíveis, visto que, a nível do investimento publico, se conseguiu registar um número considerável de acções, permitindo que os mesmos atingissem a sua maturação”, destacou.

Em Janeiro do ano em curso foi feito um balanço de execução do PIIM, sob orientação do Presidente da República, João Lourenço, que pediu uma reavaliação da carteira de projectos junto dos seus executores, nos municípios e nas comunas.

Laurinda Cardoso explicou que, na sequencia da orientação de trabalho de João Lourenço, foram adicionados mais 430 projectos à carteira, perfazendo actualmente mil 826 acções inseridas no plano.

Do total de projectos, mil 583 estão inseridos no Programa de Investimentos Públicos e 243 nas despesas de apoio ao desenvolvimento.

Em implementação desde Junho de 2020, o Plano Integrado de Intervenção nos Municípios (PIIM) tem como objectivo geral materializar acções inseridas no Programa de Investimento Públicos (PIP).

De igual modo, operacionalizar as Despesas de Apoio ao Desenvolvimento (DAD) e as de Actividades Básicas (Act), com prioridade para as acções de carácter social, para inibir o êxodo rural e promover o crescimento económico, social e regional mais inclusivo do País.

O PIIM pretende aumentar a autonomia dos 164 municípios de Angola, no âmbito da política de desconcentração e descentralização das competências administrativas, assim como aumentar a qualidade de vida em todo o território nacional.